1. Não classificável ou não estadiável: perda da espessura total da pele e a perda tissular não é visível
1.1. Lesão por pressão tissular profunda
1.2. Lesão por pressão relacionada a dispositivo médico
1.3. Lesão por pressão em membrana e mucosa
2. Avaliação e intervenção
2.1. É sugerido abordagem para avaliação e identificação de pessoas com risco de desenvolver uma lesão por pressão. Uma das ferramentas mais utilizada é a escala de BRADEN.
2.2. Além dessa ferramenta também utiliza-se:
2.3. Na pessoa:
2.4. Inspeção da pele
2.5. Palpação de pele
2.6. Dor localizada, o peso e as percas de peso relevantes e a capacidade do indivíduo se alimentar de forma independente
2.7. No ambiente:
2.8. Inspeção da superfície de apoio
2.9. Avaliação do tempo de vida útil da superfície de apoio
2.10. Verificação dos dispositivos médicos: adequadamente dimensionado, ajustado e protegidos para evitar uma pressão excessiva no indivíduo
3. Prevenção e tratamento
3.1. Mudança de decúbito
3.2. Hidratação da pele
3.3. Reduzir a sobrecarga tissular nas proeminências ósseas
3.4. Nutrição
3.5. Educação em saúde
4. Fatores determinantes
4.1. Restrição de movimento
4.2. Restrição de atividade
5. Classificação da lesão por pressão
5.1. Estágio 1- Pele integra
5.2. Estágio 2- Perda da pele em sua espessura parcial
5.3. Estágio 3- Perda da pele em sua espessura total
5.4. Estágio 4- Perda da pele em sua espessura total e perda tissular
6. Conceitos/Características
6.1. Dano na pele e/ou tecidos subjacentes, em resultado da pressão intensa e/ou prolongada, levando a oclusão do vaso com redução da irrigação sanguínea e, consequentemente, anóxia, formação do processo inflamatório e morte celular. Causada pela carga mecânica prolongada nos tecidos moles do corpo.
7. Locais mais comuns de desenvolver lesão por pressão