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História da Anatomia por Mind Map: História da Anatomia

1. No Brasil, a Anatomia se iniciou em 1808, com a chegada da família real portuguesa e, posteriormente, com a fundação da Primeira Escola de Medicina do Brasil, em Salvador na Bahia. Em 18 de fevereiro daquele ano, o príncipe regente D. João VI criou a primeira Escola de Cirurgia no Hospital Real de Salvador.

2. A constituição e o desenvolvimento dos seres organizados.

3. Metodologia

3.1. Busca e análise do arcabouço bibliográfico utilizado ocorreu por meio de uma revisão narrativa da literatura.

3.2. O portal PubMed, que engloba o MEDLINE e a biblioteca digital SciELO, nas buscas, os seguintes descritores, em língua portuguesa e inglesa, foram considerados: “anatomia humana”, “educação médica”, “história” e “novas tecnologias”.

4. Legislação

5. Estuda

5.1. Macro

5.1.1. Microscopicamente

6. Ética

7. Aprimoramento

7.1. A dissecação de cadáveres exclusivamente para aprimoramento dos estudos anatômicos só iria ressurgir na Itália no fim da Idade Média.

8. Anatomia deriva do grego temnein (“cortar”).

8.1. Ligada

8.1.1. Etimologicamente à dissecação.

9. Estudos anatômicos

9.1. Os primeiros descritos advêm dos registros de Galeno, na época da Escola de Alexandria na Grécia, onde também era utilizada a dissecação de animais.

10. A primeira fonte de conhecimento

10.1. A dissecação e representação de animais por meio de pinturas rupestres.

11. Compreensão

11.1. A anatomia humana proporciona as ferramentas básicas para a compreensão da patologia e dos problemas clínicos. O estudante deve conhecer a tecnologia em vigência, ser criativo, apresentar resoluções rápidas e precisas para os problemas do dia a dia. O grande desafio de uma universidade é formar um profissional de saúde com esse perfil.

12. Contexto geral

12.1. O direito de dissecar foi conquistado depois de muitos séculos de lutas contra ideais de pessoas com pouco conhecimento.

12.1.1. A legislação brasileira, por intermédio da lei n° 8501 de 30 de dezembro de 1992, dispõe sobre a utilização de cadáveres não reclamados para fins de ensino e pesquisa.

13. Metacontexto

13.1. Desde a Pré-história, por meio das pinturas rupestres que retratam a acomodação de alguns órgãos dentro do organismo de animais nos permite deduzir que existia certa curiosidade em abrir e representar esses corpos, assim como prediz haver conhecimento anatômico na época.

14. Grécia

14.1. Na Antiguidade, as investigações anatômicas progrediram na Escola de Alexandria pelas dissecações realizadas pelo médico Herófilo da Calcedônia, considerado o Pai da Anatomia por realizar a primeira dissecação pública, e por Erasístrato, antes da conquista do Egito pelo Império Romano.

14.1.1. Cláudio Galeno, médico grego, foi uma das figuras que, apesar de não dissecar cadáveres humanos, transcendeu as barreiras de seu tempo. Estudou a Anatomia em animais como o porco, cachorro, boi e, principalmente, o macaco, devido sua semelhança física com o homem. Galeno, consciente do prestígio que apresentava com as autoridades políticas e religiosas, fazia valer seus estudos anátomos-comparativos, uma vez que a Igreja Grega proibia a dissecação de cadáveres humanos.

14.1.1.1. Essa proibição impactou na inexistência de médicos bem preparados na Europa no fim da Idade Média. Após a ascensão de Roma, os estudos anatômicos estagnaram e somente recuperaram prestígio no fim do período medieval.

15. Realização e divulgação

15.1. A anatomia e as dissecações só não foram extintas completamente no Medievo em virtude de uma rota paralela de estudos, na qual os trabalhos desenvolvidos na Antiga Alexandria serviram de base para a realização e desenvolvimento de novos estudos médicos por parte dos povos árabes.

15.1.1. A pouca realização e divulgação de estudos anatômicos durante este período se limitavam ao manuseio e abertura de corpos humanos para fins que não promovessem o aprofundamento de conhecimentos científico-anatômicos sobre o corpo, ou seja, eram apenas permitidos quando em torturas e para desmembramentos visando melhor acomodação de descarte dos cadáveres. Exames pós morte, eviscerações e mumificações de pessoas com certo prestígio social também foram permitidas na época.

16. Ressurgimento

16.1. A abertura de cadáveres de uso exclusivo para o aperfeiçoamento dos estudos anatômicos ressurgiria na Europa no fim da Idade Média, principalmente com os estudos realizados pelo belga Andreas Vesalius (1514-1564) na Itália (Mandressi, 2003). Vesalius, durante o Renascimento, descreveu novas estruturas anatômicas através da obra De Humanis Corporis Fabrica, apresentando o marco da anatomia descritiva e da dissecação em humanos.

17. Leonardo Da Vinci

17.1. O Renascimento possibilitou o progresso da humanidade, o cadáver desconhecido começou a entrar em cena com Leonardo Da Vinci, mesmo com sigilo, de maneira secreta e sem fins médicos, dissecando o corpo humano para dar autenticidade à sua arte, inclusive antes de Versalius. Em 1404, a dissecação da Anatomia foi autorizada em Viena. No século seguinte, os estudos anatômicos na Espanha foram tidos como sérios e respeitados devido à prática da Anatomia, Medicina e Cirurgia em cadáveres humanos de todas as classes e condições sociais.

18. Brasil