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LITERATURA por Mind Map: LITERATURA

1. VANGUARDAS EUROPEIAS

1.1. O que foi...

1.1.1. Belle époque

1.1.2. Ruptura da arte tradicional

1.1.3. Euforia burguesa pelo advento da era da maquina

1.1.4. Culto ao progresso, à velocidade e dos confortos proporcionados pela tecnologia

1.2. Contexto Histórico

1.2.1. Primeira Guerra Mundial

1.2.2. Ruina econômica dos países europeus

1.2.3. desilusão e desencanto

1.2.4. declínio de valores

1.3. Cubismo

1.3.1. Artes Plásticas

1.3.1.1. Fracionamento da realidade

1.3.1.2. decomposição da realidade em figuras geométricas

1.3.1.3. Pablo Picasso

1.3.1.3.1. "Guernica (1937)"

1.3.1.3.2. "Jacqueline de mãos cruzadas (1954)"

1.3.1.4. Georges Braque

1.3.1.4.1. "Casas em L'Estaque (1908)"

1.3.1.4.2. "Violino e Cântaro (1910)"

1.3.1.5. "As senhoritas de Avignon (1907)"

1.3.2. Literatura

1.3.2.1. Palavras soltas

1.3.2.2. Ilogismo

1.3.2.3. Linguagem Caótica

1.3.2.4. Humor e Ironia

1.3.2.5. Tempo Presente

1.3.2.6. Guillame Apollinarie

1.3.2.6.1. Substituição de palavras por ruídos e gritos inaculados

1.3.2.6.2. "Il pleut"

1.4. Dadaísmo

1.4.1. ilógico

1.4.2. Sem sentido

1.4.3. Humor niilista e irracional

1.4.4. Dinamitam-se a cultura e a linguagem

1.4.5. "Ser dadá é ser anti dadá"

1.4.6. "A arte não é seria"

1.4.7. Aversão à guerra e aos valores burgueses

1.4.8. Tristan Tzara

1.4.8.1. "Coração de gás" (1921),

1.4.8.2. "A anticabeça" (1923)

1.4.8.3. "O homem aproximativo" (1931).

1.5. Futurismo

1.5.1. Homenagem à maquina

1.5.2. "Valorizar os mecanismos que movem o mundo"

1.5.3. Exalta a velocidade

1.5.4. desprezo à mulher

1.5.5. Filippo Tommaso Marinetti.

1.5.5.1. "Manifesto Futurista (1909)"

1.5.6. Giacomo Balla

1.5.6.1. "Velocidade do Automóvel (1913)"

1.6. Expressionismo

1.6.1. Linguagem Fragmentada, elíptica, Repleta de frases nominais

1.6.2. Despreocupação com a divisão em estrofes, com o uso de rima ou musicalidade

1.6.3. Contraste e intensidade cromática

1.6.4. Valorização do universo psicológico, sobretudo de sentimentos densos, como a angústia e solidão

1.6.5. Dinamismo e vigor

1.6.6. Eduward Munch

1.6.6.1. "O Grito"

1.7. Surrealismo

1.7.1. Acrescenta-se à razão a imaginação, o sonho e a fantasia criando inconsciente

1.7.2. Subjaz à noção de "real" até então conhecida

1.7.3. Uma combinação do representativo, do abstrato, e do psicológico

1.7.4. "A arte deve se libertar das exigências da lógica e da razão e ir além da consciência do quotidiana, expressando o inconsciente e os sonhos"

1.7.5. André Breton

1.7.5.1. "Manifesto do Surrealismo (1924)"

1.7.5.2. "Do Surrealismo em suas Obras Vivas (1953)"

1.7.6. Escrita automática, impulso criativo artístico se da através do fluxo de consciência desejado sobre a obra

2. MODERNISMO EM PORTUGAL

2.1. O que foi?

2.1.1. Distanciamento do sentimentalismo.

2.1.2. Ruptura com o passado, numa atitude inovadora.

2.1.3. Oposição às normas, numa atitude considerada “anárquica”.

2.1.4. Originalidade e excentricidade.

2.2. Contexto Histórico

2.2.1. permeia a Primeira (1914-1918) e a Segunda (1939-1945) Guerras Mundiais.

2.2.2. Em Portugal, em 1910 era proclamada a república e surgem dois partidos políticos.

2.2.3. O Situacionista, pretendia resgatar os anos de glória vividos por Portugal.

2.2.4. Os Inconformados, almejavam uma ruptura de padrão e estilo, e propunham a inovação.

2.2.5. Lançamento da Revista Águia

2.2.5.1. Situacionistas tentam reviver o passado numa pretensão de incutir nas pessoas o orgulho português oriundo das suas conquistas.

2.2.5.2. Inconformados rejeitam essa ideia, pretendendo trazer à tona o espírito crítico.

2.3. Primeira Fase

2.3.1. escritores responsáveis pela revista Orpheu, e por trazer Portugal de volta às discussões culturais na Europa;

2.3.1.1. Almada Negreiros

2.3.1.1.1. "Saltimbancos"

2.3.1.1.2. "A engomadeira"

2.3.1.1.3. "K4, o quadrado azul"

2.3.1.2. Mário de Sá Carneiro

2.3.1.2.1. "Princípio"

2.3.1.2.2. "A Confissão de Lúcio"

2.3.1.2.3. "Céu em Fogo"

2.3.1.3. Fernando Pessoa

2.3.1.3.1. "Mensagem"

2.3.1.3.2. Alberto Caeiro

2.3.1.3.3. Ricardo Reis

2.3.1.3.4. Álvaro de Campos

2.4. Segunda Fase

2.4.1. fundaram a revista Presença e que buscavam, aprofundar em Portugal a discussão sobre teoria da literatura e sobre novas formas de expressão que continuavam surgindo pelo mundo;

2.4.1.1. João Gaspar Simões

2.4.1.1.1. "Uma história de província I - Amores infelizes"

2.4.1.1.2. "Uma história de província II - Vida conjugal"

2.4.1.1.3. "Pântano"

2.4.1.2. José Régio

2.4.1.2.1. "Há mais mundos"

2.4.1.2.2. "Jogo da cabra-cega"

2.4.1.2.3. "Encruzilhadas de Deus"

2.5. Terceira Fase

2.5.1. movimento que combateu o fascismo, e que defendeu uma literatura como crítica/denúncia social, combativa, reformadora, a serviço da sociedade

2.5.1.1. Ferreira de Castro

2.5.1.1.1. "Emigrantes"

2.5.1.1.2. "A Selva"

2.5.1.1.3. "Criminoso por ambição"

2.5.1.2. Alves Redol

2.5.1.2.1. "Gaibéus"

2.5.1.2.2. "Marés"

2.5.1.2.3. "Avieiros"

2.5.1.3. Jorge de Sena

2.5.1.3.1. "As evidências"

2.5.1.3.2. "Metamorfoses"

2.5.1.3.3. "Arte de música"

3. GERAÇÃO DE 1922 MODERNISMO BRASILEIRO

3.1. Contexto

3.1.1. Início da Era Vargas

3.1.2. Aceleração do processo de industrialização e urbanização no país

3.1.3. Aumento na quantidade de imigrantes

3.2. Semana da arte moderna de 1922, no Brasil

3.2.1. Irreverência, antiacademicismo, Inovações e Nacionalismo

3.3. Mário de Andrade

3.3.1. "Macunaíma, o herói sem nenhum caráter."

3.3.2. "Contos Novos"

3.4. Oswald de Andrade

3.4.1. "Memórias sentimentais de João Miramar"

3.4.2. "Manifesto da poesia pau-brasil"

3.4.3. "Manifesto antropófago"

3.5. Manuel Bandeira

3.5.1. "Carnaval"

3.5.2. "A cinza das horas"

3.5.3. "Libertinagem"