1. Diagnóstico: O diagnóstico é realizado baseado em uma boa avaliação clínica, observando se o animal apresenta dor a palpação abdominal; Se recentemente recebeu tratamento com antibióticos ou AINE. Deve ser realizado exame de ultrassonografia e endoscopia para possibilitar a visibilidade direta da lesão e confirmar o diagnóstico.
2. Fisiopatologia: Lesão direta na barreira da mucosa gástrica, aumento de secreção dos ácidos gástricos, retardo na renovação do epitélio gástrico e diminuição do fluxo sanguíneo na mucosa; Autores associam a causas imunomediadas e que se assemelha a enteropatia por E.coli em humanos, porém a patogênese não é bem esclarecida e pode se tratar de outras gastropatias conhecidas, mas que não foram muito bem identificadas.
2.1. O estresse também pode causar desbalanço na regulação das secreções gástricas promovendo aumento na secreção ácida e redução dos lubrificantes protetores de mucosa, gerando erosões e ulcerações.
2.2. Autores associam a causas imunomediadas e que se assemelha a enteropatia por E.coli em humanos, porém a patogênese não é bem esclarecida e pode se tratar de outras gastropatias conhecidas, mas que não foram muito bem identificadas.