1. Passo 2
1.1. quanto mais específico o tema a ser analisado, melhor e mais precisa será a análise
1.2. grupos específicos tendem a escolher temas que se aproximem de seus interesses pessoais (por exemplo, um morador da periferia se interessaria pela cobertura da mídia, ou falta de, sobre os problemas de sua comunidade, além de como, muitas vezes, essas populações são vilanizadas no processo)
2. Passo 1
2.1. todos têm o direito de acesso à informação, além do direito de discuti-la
2.2. a imprensa não deve ser imparcial, mas sim transparente
2.3. deve-se prestar atenção em como certos grupos são tratados pela mídia, levando em conta quem são as pessoas que controlam a fonte de informação, e quais as suas ideologias
2.4. prezar, sempre, a defesa dos direitos humanos, sejam eles dos jornalistas ou das pessoas mencionadas na notícia
3. Passo 7:
3.1. Para que discutir comunicação?
3.1.1. Para suprir a necessidade das pessoas tem para compreender o contexto e assim formar suas opiniões
3.1.2. Contribuir para que o jornalismo se torne mais diverso e democrático
3.2. Intervir, quando preciso, com a ajuda da Justiça, caso haja uma violação de direitos humanos
3.3. Mantenha sempre contato com redação, seja para mandar cartas de análises feitas de pautas e notícias, para sugerir novas ou para expor o que você, a comunidade entre outros pensam sobre determinada reportagem.
4. Veja mais de uma versão do mesmo assunto e procure outros veículos, como um jornal televisivo e como eles abordam a notícia.
5. Ana Laura Dias (19004), Anita (19006), Beatriz (19008), Isabela Mazzucatto (19020), Pâmela (19839) - 3°TA
6. Passo 4
6.1. Discuta em grupo, cada um terá uma visão diferente e assim ampliar a discussão.
6.2. Tente entrar em contato com as fontes e as possíveis para observar os discursos se ele foi muito modificado ou respeitado.
6.3. Se comunique com os jornalistas e respeite o seu trabalho independente de onde ele trabalha.
7. Passo 6:
7.1. Todos devem ter sua oportunidade de falar e expor, além da liberdade de interagir com todo o grupo
7.2. Convide outra pessoas, organizações, faça um debate onde cada um vai colocar suas impressões e motivos e assim contribuindo para melhoria de relação com quem faz e quem é a notícia, esse passo é onde importante pois possibilita fontes e jornalistas ficarem frente a frente e expondo suas opiniões
8. Passo 3
8.1. 1. saber quem é o emissor, ou seja, quem manda na mensagem passada (empresário, ONG, companhia, etc), para saber quais os seus interesses e ideologias
8.1.1. 6. analisar quem são as fontes, observando se todos os lados da história foram consultados
8.2. 2. verificar, na medida do possível, quem faz, de fato, a notícia (jornalista) e se há a possibilidade de seus ideais afetarem o texto, além de ver para quem a notícia é feita
8.2.1. 7. observar o que vem primeiro na notícia, vendo o que é considerado mais importante pelo emissor e o que é tratado com menos relevância no decorrer do texto
8.3. 3. tentar descobrir como foi feita a apuração - será que foi feita adequadamente, e que todos os fatos foram devidamente checados?
8.3.1. 8. analisar a escolha de palavras e a que grupo de pessoas elas se referem (por exemplo, o uso de “menor” ao invés de “criança”)
8.4. 4. observar quem são os anunciantes e parceiros (financeiros), e levar em conta seus interesses ao analisar a notícia
8.4.1. 9. ver, utilizando outras fontes e plataformas, o que pode ter sido deixado de fora, e quais os prováveis motivos
8.5. 5. ver o que está em destaque - o que chama a atenção à primeira vista? o que, portanto, é considerado mais importante, seja imagem ou parte do título?
8.5.1. 10. comparar fontes diversas, vendo se há pontos de vista que se antagonizam - um número maior de fontes é o ideal para a formação de uma opinião crítica por parte do leitor