A Psicanálise por Sigmund Freud

Trabalho de Clinica Psicanalitica

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A Psicanálise por Sigmund Freud por Mind Map: A Psicanálise por Sigmund Freud

1. Mecanismo de Defesa

1.1. Processos realizados pelo ego e são inconscientes. Buscam reduzir as manifestações iminentemente perigosas ao Ego

1.1.1. Recalque: o recalque designa o processo que visa a manter no inconsciente todas as idéias e representações ligadas às pulsões e cuja realização, produtora de prazer, afetaria o equilíbrio do funcionamento psicológico do indivíduo, transformando-se em fonte de desprazer.

1.1.2. Formação Reativa: o ego procura afastar o desejo que vai em determinada direção, e para isso, o indivíduo adota uma atitude oposta a este desejo. Ternura excessiva e superproteção.

1.1.3. Regressão: o indivíduo retorna a etapas anteriores do seu desenvolvimento.

1.1.4. Projeção: é uma confluência de distorções do mundo externo e interno. O sujeito projeta num outro sujeito ou num objeto desejos* que provêm dele, mas cuja origem ele desconhece, atribuindoos a uma alteridade que lhe é externa.

1.1.5. Racionalização: é uma defesa que justifica as outras. O ego coloca a razão a serviço do irracional e utiliza para isto material fornecido pela cultura, ou pelo saber científico.

1.1.6. Outros Mecanismos: denegação, identificação, isolamento, anulação retroativa, inversão e retorno sobre si mesmo.

1.1.7. Deformamos a realidade para nos defender de perigos internos e externos, reais ou imaginários.

2. Médico, neurologista, vienense que alterou, radicalmente, o modo de pensar a vida psíquica.

3. A Descoberta da Sexualidade Infantil

3.1. Fase Oral

3.1.1. Zona de erotização é a boca.

3.2. Fase Anal

3.2.1. Zona de erotização é o ânus.

3.3. Fase Fálica

3.3.1. Zona de erotização é o órgão sexual.

3.4. Fase Genital

3.4.1. O objeto de erotização ou desejo não está mais no próprio corpo, e sim no outro.

3.5. Complexo de Édipo

3.5.1. O complexo de Édipo é a representação inconsciente pela qual se exprime o desejo* sexual ou amoroso da criança pelo genitor do sexo oposto e sua hostilidade para com o genitor do mesmo sexo. Essa representação pode inverter-se e exprimir o amor pelo genitor do mesmo sexo e o ódio pelo do sexo oposto. Chama-se Édipo à primeira representação, Édipo invertido à segunda, e Édipo completo à mescla das duas. O complexo de Édipo aparece entre os 3 e os 5 anos. Seu declínio marca a entrada num período chamado de latência, e sua resolução após a puberdade concretiza-se num novo tipo de escolha de objeto.O menino passa a desejar somente para ele, torna-se ciumento em relação ao pai e faz tudo para elimina-lo de sua convivência com a mãe. Ao mesmo tempo ou posteriormente, sente-se culpado e experimenta remorsos em relação ao pai. A mesma coisa acontece com a menina: ela passa a desejar o pai e a repelir a mãe (fase fálica entre 3 e 5 anos).

4. 1ª Primeira Teoria do Aparelho Psíquico

4.1. Inconsciente

4.1.1. O inconsciente é um lugar desconhecido pela consciência: uma “outra cena”. Na primeira tópica elaborada por Sigmund Freud*, trata-se de uma instância ou um sistema (Ics) constituído por conteúdos recalcados que escapam às outras instâncias, o pré-consciente e o consciente* (Pcs-Cs). Na segunda tópica, deixa de ser uma instância, passando a servir para qualificar o isso e, em grande parte, o eu e o supereu. Conjunto de conteúdos não presentes no campo atual da consciência. É constituído por conteúdos reprimidos, que não tem acesso aos sistemas pré-conscientes/conscientes pela ação de censuras internas.

4.2. Pré-Consciente

4.2.1. Não estarem presentes na consciência*, continuam acessíveis a ela, diversamente dos conteúdos do sistema inconsciente. Sistema onde permanecem aqueles conteúdos acessíveis à consciência. É aquilo que não está na consciência, neste momento, e no momento seguinte pode estar.

4.3. Consciente

4.3.1. É sinônimo de consciência. É o sistema do aparelho psíquico que recebe ao mesmo tempo as informações do mundo exterior e as do mundo interior.

5. Descoberta do Inconsciente

5.1. Resistência

5.1.1. Conjunto das reações de um analisando cujas manifestações, no contexto do tratamento, criam obstáculos ao desenrolar da análiseForça psíquica que se opunha a tornar consciente, a revelar um pensamento.

5.2. Repressão

5.2.1. Inibição voluntária de uma conduta consciente. A repressão é uma operação psíquica que tende a suprimir conscientemente uma idéia ou um afeto cujo conteúdo é desagradável. Processo psíquico que visa encobrir, fazer desaparecer da consciência, uma ideia ou representação insuportável e dolorosa que está na origem do sintoma.

6. 2ª Teoria do Aparelho Psiquíco

6.1. Id

6.1.1. Expressão para designar o modelo de referência do eu. É onde se localizam as pulsões: a de vida e a de morte. É regido pelo princípio do prazer.

6.2. Ego

6.2.1. É regido pelo princípio da realidade, que com o princípio do prazer, rege o funcionamento psíquico. Funções: percepção, memória, sentimento, pensamento.

6.3. Superego

6.3.1. Exerce as funções de juiz e sensor em relação ao eu. Origina-se no complexo de Édipo a partir da internalização das proibições, dos limites e da autoridade. A moral, os ideais são funções do superego.