1. – Tempo de coagulação, tempo de protrombina, tempo de tromboplastina parcial ativada;
2. – Cromatografia;
3. INSETICIDAS
4. RODENTICIDAS
4.1. preparações destinadas ao combate contra ratos, camundongos e outros roedores.
4.1.1. 2 classes de uso (profissional e livre)
4.1.1.1. tóxico para outros animais
4.1.1.1.1. Agem inibindo a enzima K1 epóxido redutase nos hepatócitos
4.1.1.1.2. Conversão da vitamina K1 inativa (dieta) em vitamina K1 ativa
4.1.1.1.3. Ativação dos fatores de coagulação II, VII, IX e X e fatores antitrombóticos
5. sinais de intoxicação
5.1. Distúrbios hemorrágicos (2 a 5 dias após a ingestão do tóxico);
5.2. – Depende – quantidade ingerida, suscetibilidade da espécie, consumo dos fatores de coagulação previamente ativados;
5.3. Sinais inespecíficos: inapetência, letargia, sem processos hemorrágicos evidentes até a perda aguda ou crônica de sangue;
6. Diagnóstico
6.1. Histórico;
6.2. – Sinais Clínicos;
6.3. – Necrópsia – palidez de mucosas, hemorragias efusivas externas e internas de órgãos e cavidades, presença de poucos coágulos;
7. Tratamento
7.1. Medidas de desintoxicação e de suporte;
7.2. Vitamina K ou antídoto;
8. ORGANOFOSFORADOS E CARBAMATOS
8.1. compostos extremamente tóxicos
8.1.1. Eficientes sem serem persistentes, não se acumulam no tecido
8.1.2. adiposo e não sofrem bioacumulação e biomagnificação;
8.1.3. Provocam ação inibitória sobre a enzima acetilcolinesterase, responsável pela degradação da acetilcolina, um neurotransmissor do SNC e periférico
9. sinais de intoxicação
9.1. Efeitos muscarínicos: Náuseas, vômitos, bradicardia, dispnéia, dor abdominal, hipermotilidade GI, sudorese, sialorréia, lacrimejamento, miose
9.1.1. Efeitos nicotínicos: Contrações musculares, espasmos, tremores, hipertonicidade que causa marcha e postura rígidas
10. Diagnóstico
10.1. sinais clínicos
10.1.1. histórico do animal
10.1.1.1. toxíndrome muscarínica
10.1.1.1.1. atividade da colinesterase eritrocitária