Mapa Mental - Conceitos e Categorias da Psicanálise Freudiana

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
Mapa Mental - Conceitos e Categorias da Psicanálise Freudiana por Mind Map: Mapa Mental - Conceitos e Categorias da Psicanálise Freudiana

1. Sigmund Freud (1856-1939) foi um neurologista austríaco e o fundador da psicanálise, um movimento que popularizou a teoria de que motivos inconscientes controlam grande parte do comportamento.

2. A Descoberta da Sexualidade Infantil

2.1. Fase Oral

2.1.1. Uma sexualidade originalmente polimorfa busca primeiro a gratificação oralmente, sugando o seio da mãe, um objeto para o qual outras substitutas podem ser fornecidas posteriormente. Inicialmente incapaz de distinguir entre si e o seio, o bebê logo passa a apreciar sua mãe como o primeiro objeto externo de amor.

2.2. Fase Anal

2.2.1. Durante o segundo ano, o foco erótico da criança muda para o ânus, estimulado pela luta para treinar o banheiro. Durante a fase anal o prazer da criança em defecar é confrontado com as exigências de autocontrole.

2.3. Fase Fálica

2.3.1. Abrangendo as idades de três a seis anos, em que a libido (desejo) do bebê se concentra em sua genitália como a zona erógena . Quando as crianças tomam consciência de seus corpos, dos corpos de outras crianças e dos corpos de seus pais, elas satisfazem a curiosidade física despindo-se e explorando uns aos outros e seus órgãos genitais, o centro do estágio fálico, durante o qual aprendem o físico diferenças entre "masculino" e "feminino", e o gênero e as diferenças entre "menino" e "menina", experiências que alteram a dinâmica psicológica da relação pais e filhos.

2.4. Fase Genital

2.4.1. O objeto de erotização ou desejo não está mais no próprio corpo, e sim no outro. Durante o estágio genital, o ego e o superego tornaram-se mais desenvolvidos. Isso permite que o indivíduo tenha uma forma de pensar mais realista e estabeleça um sortimento de relações sociais além da família. O estágio genital é o último estágio e é considerado o nível mais alto de maturidade. Nesta fase o adulto torna-se capaz dos dois signos do amadurecimento, o trabalho e o amor.

2.5. Complexo de Édipo

2.5.1. O complexo de Édipo, é um termo usado por Sigmund Freud em sua teoria dos estágios psicossexuais de desenvolvimento para descrever os sentimentos de desejo de uma criança por seu pai ou mãe do sexo oposto e ciúme e raiva para com o mesmo. O menino passa a desejar somente para ele, torna-se ciumento em relação ao pai e faz tudo para elimina-lo de sua convivência com a mãe. Ao mesmo tempo ou posteriormente, sente-se culpado e experimenta remorsos em relação ao pai. A mesma coisa acontece com a menina: ela passa a desejar o pai e a repelir a mãe (fase fálica entre 3 e 5 anos).

3. Mecanismo de Defesa

3.1. Proposta pela primeira vez por Sigmund Freud, essa teoria evoluiu ao longo do tempo e afirma que os comportamentos, como os mecanismos de defesa, não estão sob o controle consciente de uma pessoa. Na verdade, a maioria das pessoas as pratica sem perceber a estratégia que está usando. Processos realizados pelo ego e são inconscientes. Buscam reduzir as manifestações iminentemente perigosas ao Ego

3.1.1. Recalque: existe a supressão da realidade. Este aspecto não é percebido pelo indivíduo, faz parte de um todo, e ao ficar invisível, altera de forma o sentido do todo.

3.1.2. Formação Reativa: o ego procura afastar o desejo que vai em determinada direção, e para isso, o indivíduo adota uma atitude oposta a este desejo. Ternura excessiva e superproteção.

3.1.3. Regressão: o indivíduo retorna a etapas anteriores do seu desenvolvimento.

3.1.4. Projeção: é uma confluência de distorções do mundo externo e interno.

3.1.5. Racionalização: é uma defesa que justifica as outras. O ego coloca a razão a serviço do irracional e utiliza para isto material fornecido pela cultura, ou pelo saber científico.

3.1.6. Outros Mecanismos: denegação, identificação, isolamento, anulação retroativa, inversão e retorno sobre si mesmo.

3.1.7. Deformamos a realidade para nos defender de perigos internos e externos, reais ou imaginários.

4. 1ª Primeira Teoria do Aparelho Psíquico

4.1. Inconsciente

4.1.1. Conjunto de conteúdos não presentes no campo atual da consciência. É constituído por conteúdos reprimidos, que não tem acesso aos sistemas pré-conscientes/conscientes pela ação de censuras internas.

4.2. Pré-Consciente

4.2.1. Refere-se ao sistema onde permanecem aqueles conteúdos acessíveis à consciência. É aquilo que não está na consciência, neste momento, e no momento seguinte pode estar.

4.3. Consciente

4.3.1. É o sistema do aparelho psíquico que recebe ao mesmo tempo as informações do mundo exterior e as do mundo interior.

5. Descoberta do Inconsciente

5.1. Resistência

5.1.1. Força psíquica que se opunha a tornar consciente, a revelar um pensamento.

5.2. Repressão

5.2.1. Processo psíquico que visa encobri, fazer desaparecer da consciência, uma ideia ou representação insuportável e dolorosa que está na origem do sintoma.

6. 2ª Teoria do Aparelho Psiquíco

6.1. Id

6.1.1. É onde se localizam as pulsões: a de vida e a de morte. É regido pelo princípio do prazer

6.2. Ego

6.2.1. É regido pelo princípio da realidade, que com o princípio do prazer, rege o funcionamento psíquico. Funções: percepção, memória, sentimento, pensamento.

6.3. Superego

6.3.1. Origina-se no complexo de Édipo a partir da internalização das proibições, dos limites e da autoridade. A moral, os ideais são funções do superego.