Beta lactâmicos

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Beta lactâmicos por Mind Map: Beta lactâmicos

1. Mais comum em pacientes com histórico alteração neurológica prévia

2. Classe

2.1. MONOBACTANS

2.1.1. Antimicrobiano

2.1.1.1. Aztreonam

2.1.2. Indicações clínicas

2.1.2.1. Podem ser usados em paciente alergicos a cefalosporinas e penicilinas

2.1.2.1.1. Não possuem reações cruzadas com demais beta-lactâmicos

2.1.2.2. Alternativa aos aminoglicosídeos

2.1.2.2.1. infecções do trato urinário; bacteremias; infecções pélvicas; infecções intra-abdominais; infecções respiratórias; abcessos.

2.1.2.2.2. Não possuem nefro e ototoxicidade

2.1.3. Efeitos adversos

2.1.3.1. Flebite

2.1.3.2. Dor local

2.1.3.3. Rash

2.1.3.4. Eventos gastrointestinais

2.1.4. Estáveis à maioria das B-lactamases

2.1.5. Espectro de ação

2.1.5.1. Bacilos aeróbios Gram-negativos

2.1.5.2. Não possui ação contra

2.1.5.2.1. Bactérias produtoras de carbapenemase Ex.: Klebsiella pneumoniae (KPC)

2.1.5.2.2. Enterobacteriaceae produtora betalactamase ampC ou ESBL

3. Classe

3.1. CARBAPENÊMICO

3.1.1. Boa penetração liquorica

3.1.2. Aumento de transaminases

3.1.3. Antimicrobiano

3.1.3.1. Imipenêm

3.1.3.1.1. Boa pentração pancreática

3.1.3.1.2. Efeitos adversos

3.1.3.1.3. Espectro de ação

3.1.3.1.4. Necessidade de aplicação junto a Cilastatina

3.1.3.2. Meropenêm

3.1.3.2.1. Não é degradado pelas peptidases renais

3.1.3.2.2. Espectro ação

3.1.3.3. Ertapenêm

3.1.3.3.1. Não possui atividade contra P. aeruginosa e A.baumannii

3.1.3.3.2. Efeitos adversos

3.1.4. Baixa ligação ás ptnas plasmáticas

3.1.5. Eliminação renal

3.1.6. Uso clínico

3.1.6.1. infecção abdominal; infecções do sistema nervoso central; pneumonia; infecção de pele e partes moles; infecção do trato urinário; infecção ginecológicas; Neutropenia febril

3.1.6.1.1. Principalmente em pacientes com infecção hospitalar

4. Classe

4.1. Espectro de ação: cocos gram positivos (Staphylococcus aureus meticilina sensível)

4.2. CEFALOSPORINAS

4.2.1. Cefazolina

4.2.1.1. IV

4.2.2. 1ª geraçaõ

4.2.2.1. Anitimicrobianos

4.2.2.1.1. Efeitos adversos

4.2.2.1.2. Cefalotina

4.2.2.1.3. Cfalexina

4.2.2.1.4. Cefadroxila

4.2.2.2. Uso clínico

4.2.3. 2ª geraçaõ

4.2.3.1. Antimicrobianos

4.2.3.1.1. Cefoxitima

4.2.3.1.2. Cefuroxima

4.2.3.1.3. Cefaclor

4.2.3.2. Indutor de resistência por mutação do gene AmpC

4.2.3.3. Uso clínico:

4.2.3.3.1. Infecções de VAS, pneumonias, infecções urinárias, infecções de pele, sinusite e otites médias.

4.2.3.4. Reações adversas

4.2.3.4.1. Reação cruzada ás penicilinas

4.2.3.4.2. Hipersensibilidade

4.2.4. Exantema maculopapular, urticária, febre, eosinofilia, broncoespasmo, anafilaxia

4.2.5. Reação cruzada às penicilinas

4.2.6. 3ª geração

4.2.6.1. Antimicrobiano

4.2.6.1.1. Cefotaxima

4.2.6.1.2. Ceftriaxona

4.2.6.2. Uso clínico

4.2.6.2.1. Infecções de feridas cirúrgicas; Meningite; Pneumonias; Infecções do trato urinário complicadas;

4.2.6.3. Reações adversas

4.2.6.3.1. Hipersensibilidade

4.2.7. 4ª geração

4.2.7.1. Antimicrobiano

4.2.7.2. Uso clínico

4.2.7.3. Particularidades

4.2.7.3.1. Diminui limiar convulsivante, promove delirium em idosos

4.2.7.3.2. Cefepima

4.2.8. 5ª geração

4.2.8.1. Ceftarolina

4.2.8.1.1. Uso clinico

4.2.8.1.2. Espectro de ação

4.2.8.1.3. Efeitos adversos

4.3. Pneumonias hospitalares; Infecções do trato urinário graves; Meningites por bacilos gram-negativos; Esquema empírico em granulocitopênicos febris.

5. Tempo dependente

6. Mecanismos de ação

6.1. Destruir parece celular

6.1.1. Atravessam porinas

6.1.2. Ligação às PLP

7. Mecanismos de resistência

7.1. Produção de Beta-lactamases

7.2. Modificação das PLP (gene mecA)

7.3. Diminuição da permeabilidade às porinas

8. Classes

8.1. PENICILINAS

8.1.1. Naturais

8.1.1.1. Penicilinas cristalinas

8.1.1.1.1. Atravessam barreira hemato-encefálica

8.1.1.1.2. IV

8.1.1.2. Penicilinas procaína

8.1.1.2.1. IM

8.1.1.3. Penicilinas benzatina

8.1.1.3.1. IM

8.1.1.4. Cobertura

8.1.1.4.1. Penicilinas V

8.1.1.4.2. Neisseria gonorrhoeae, Actinomyces bovis, Streptobacillus moniliformis, Listeria monocytogenes e Leptospira,Treponema pallidum

8.1.2. Aminopenicilinas

8.1.2.1. Amoxicilina

8.1.2.1.1. Espectro de ação

8.1.2.2. Ampicilina

8.1.2.2.1. Espectro de ação

8.1.3. Penicilinas resistentes a penicilinases

8.1.3.1. Oxacilina

8.1.3.2. Meticilina

8.1.3.3. Carbenicilina

8.1.3.4. Ticarcilina

8.1.3.5. Piperacilina

8.1.4. Amplo espectro

8.1.4.1. ampliar cobertura para Gneg (Beta-lactamase)

8.1.4.1.1. Amoxicilina+clavulanato

8.1.4.1.2. Ticarcilina+acido clavulânico

8.1.4.1.3. piperacilina+tazobactam

8.1.4.1.4. Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae Moraxella catarrhalis, Streptococcus pyogenes

8.1.5. Usos

8.1.5.1. Ampicilna+sulbactam

8.1.5.1.1. Cobertua contra: S. aureus, H. influenzae, M. catarrhalis, E. coli, Proteus spp., Providencia spp., Klebsiella spp. e anaeróbios

8.1.5.2. Pneumonias comunitárias

8.1.5.3. Infecções de VAS

8.1.5.3.1. Otites

8.1.5.3.2. Faringoamigdalite

8.1.5.3.3. Amigdalite

8.1.5.3.4. Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae Moraxella catarrhalis, Streptococcus pyogenes

8.1.5.4. Endocardite

8.1.5.5. Infecções de pele

8.1.5.5.1. Streptococcus ssp, Staphylococcus ssp

8.1.5.6. Aparelho gênito-urinário

8.1.5.6.1. Endocardite

8.1.5.7. Profilaxias

8.1.5.7.1. Febre reumatica

8.1.5.7.2. tratamentos odontológicos

8.1.5.8. Meningoencefalite

8.1.5.8.1. N. meningitides, S pneumoniae e H. influenzae

8.1.6. Eventos adversos

8.1.6.1. Hipersesnsibilidade

8.1.6.1.1. Reações cutâneas (Aminopenicilinas)

8.1.6.1.2. Choque anafilático

8.1.6.2. Nefrotoxicidade

8.1.6.2.1. NIA (oxacilina) + rash+eosinofilia+hematúria

8.1.6.3. Distúrbios TGI

8.1.6.4. Hemotoxicidade

8.1.6.4.1. Anemia hemolitica

8.1.6.4.2. Trombocitopenia

8.1.6.4.3. Leucopenia