1. Variações Linguísticas
1.1. Sociolinguística: encontra-se como o divisor de águas entre a relação língua-sociedade.
1.2. A Variação.
1.2.1. "A Língua não existe sem a variação"
1.2.1.1. Não se impõe padrões linguísticos a todo o momento.
1.2.1.2. É de consenso e regra que não há certo ou errado, mas sim o adequado para cada situação a qual o falante se encontra.
1.2.2. Geográfica.
1.2.2.1. Leva-se em consideração o espaço ou região de origem do falante.
1.2.3. Sociocultural
1.2.3.1. Decorrente pelas condições e ambiente da qual se desenvolve o falante.
1.2.4. Estilística
1.2.4.1. Formal ou informal, é influenciada pela situação da qual o falante se encontra, denominando-se formal ou informal.
2. Confunde-se facilmente entre qualquer atitude da qual deprecie variações linguísticas.
2.1. Por exemplo, o que pode ser chamada de "paranoia ortográfica", a atitude constante e repetida de corrigir outras pessoas perante sua fala, ditando o certo ou o errado constantemente.
2.2. Como evitar?
2.2.1. Recorda-se, sempre, que há maneiras de se falar e variedades aceitas da língua por todo o mundo.
3. O âmbito escolar.
3.1. A escola, em seu âmbito geral, mantém o sua grade curricular com um privilégio enorme por cima da escrita, ignorando por completo a fala e suas variantes. Com a gramática normativa como único método de ensino, coloca-se o ideal de um certo e errado em todas as situações, há apenas um modo de fala e compreensão a ser usado.
3.1.1. O ideal imposto pelas escolas e seu "certo e errado", por fim, é aquele que gera o preconceito linguístico.
3.2. A escola não vê o preconceito linguístico como algo relevante.
3.2.1. Utilizando da gramática padronizada e do professor como órgão fundamental para a transferência de conhecimento da norma padrão, encontra o preconceito linguístico como algo irrelevante.