1. Mas... Humanidade sem rumo... Sociedade sem direção...
1.1. Reconstruir uma sociedade de contrastes religiosos e culturais, exige resgates que reequilibrem os relacionamentos e despertem a responsabilidade do cumprimento de deveres.
1.1.1. Existe cidadão que está enveredando pelos caminhos do crime para fazer valer o direito maior
1.1.2. Liberdade, direitos e deveres existem apenas numa publicação da União denominada Constituição Federal.
1.2. Infelizmente, temos que admitir que a humanidade chegou ao seu limite, principalmente de tolerância, no qual atacar o próximo se tornou o mais sublime ato de defesa.
1.2.1. Dessa forma, todos saberão que estamos vivos e vigilantes aos mais singelos bulícios à nossa volta
1.3. Transitar nesse circuito de traições e trapaças, ser forte, é uma provisão; ter sempre em punho a arma fatal para destruir é a garantia para ficar de pé.
2. Ainda há algo a fazer?
2.1. Sabemos que não existem valores absolutos ou atemporais, mas, como célula de uma sociedade, podemos multiplicar virtudes essenciais à formação de cidadãos coesos, como o bem maior de um país, que é a justiça.
2.2. no Brasil, democracia é uma mitologia
2.2.1. O brasileiro necessita aprender a gostar de si para, assim, valorizar-se e votar com a razão.
2.3. se o Governo cair na real e reformular o sistema de ensino para se certificar de que valores se constroem através de uma trajetória de exemplos.
2.3.1. Compreender que informação se encontra em qualquer lugar, mas o saber fazer para adquirir conhecimento requer espaços específicos, atitudes que eduquem por meio da inserção dos saberes e valores intrínsecos à formação humana.
2.4. mudanças de atitude são a diferença de quem faz da educação um instrumento de transformação social.
3. valores essenciais à vida são consumidos para alimentar a vontade voraz de ter, sobressair aos demais.
3.1. Nesse percurso, o humano se corrompe, fazendo com que fique cada vez mais difícil ser correto num mundo onde o incorreto tornou-se a veia de escape...
3.1.1. a essência humana que se esvai de cidadãos socialmente corretos, todavia humanamente inertes e espiritualmente derrotados.
3.1.1.1. Chegar ao ápice é a conquista maior
3.1.2. O amor pelo outro, essa miragem pregada pelo Estado, tornou-se o maior obstáculo para que deveres sejam desempenhados.
3.1.3. como o tempo é o maior ardil e a vida determina que siga o seu curso
4. E o Estado de Direito... Por onde andam os seus deveres?
4.1. Vivemos numa sociedade cuja lei se preocupa com o delinquente que tem direito a um defensor público, autonomia de silenciar para omitir os seus delitos...
4.1.1. E o Estado atende o criminoso incomodado com a cela superlotada, com a marmita que chegou fria, atrasada ou repetiu os ingredientes da refeição anterior.
4.2. é impossível distinguir policial de um “marginal de farda”, o clima de insegurança é cada vez mais tenso.
4.2.1. . O Estado continua omisso, fazendo vista grossa para os problemas sociais; as famílias, desestruturadas, em estado de saturação, perderam a receita para educar os seus filhos com princípios, limites e valores...
4.3. O festival de gastanças gera números que assustam, pois cada senador tem um custo anual de mais de 30 milhões de reais.
4.4. se não acertarmos nessa eleição, continuaremos a navegar no mar das turbulências...
4.4.1. As ruínas da sociedade humana... prenunciam o fim...
4.4.1.1. São tantas inverdades abrigadas, mentiras enrustidas que o tornou-se uma regra para manter os aspectos e suavizar a tensão da convivência.
4.4.1.2. um sorriso sem brilho nos lábios, é mais adequado do que romper tabus para que cada um se posicione no seu quadrado e seja feliz à sua maneira.
4.4.1.3. Tudo que restou foram regras ditadas por leis que são atropeladas, fazendo com que uma norma intransponível seja imposta: “Manda quem pode, e obedece quem tem juízo”.
4.4.1.3.1. Quando o respeito se vai, direitos e deveres seguem por caminhos paralelos.
4.4.1.4. Família é o ventre onde o humano absorve valores culturais, religiosos, deveres, responsabilidades... Compromissos... para fortalecer as estruturas pessoais.
4.4.1.4.1. Sem essa instituição cada vez mais desintegrada, é inevitável o aborto do cidadão socialmente correto
4.4.1.5. a escola conseguirá cumprir os papéis políticos e sociais da educação por meio de instrumentos acessíveis, realizando, assim, o maior sonho do sistema, que é promover a inclusão.
4.4.2. É triste apreciar as estruturas do país do futuro se ruírem e deslizarem no lamaçal da corrupção, levando para o precipício o futuro.
4.4.3. É triste viver num país democrático e ser governado pelas milícias que impõem as suas leis e definem as suas regras.
4.5. O país do futuro transita no paralelo das injustiças e desigualdades sociais, na contramão da vida...
4.6. O seu presente é o abandono, o descaso de vidas que se iniciam e já estão submersas no submundo dos entorpecentes, do meretrício, da criminalidade...
5. demonstraram que educar com responsabilidade, liberdade, consciência e parceria pode ser um salto para que a sociedade de direitos assuma deveres e reconquiste valores.
6. Os ingredientes da receita?
7. Nossa sociedade converteu-se num covil em que cada membro traça a sua trajetória no seio de um círculo sem propósitos, em que o humano — espécie vulnerável, em constante estado de evolução — tornou-se um artista...
7.1. A meta é apenas viver, pois tudo que lhe resta é vida, esse frágil fio atado ao inexistente.
8. Cronograma
8.1. Desde o nascimento: o cumprimento de etiquetas e costumes familiares.
8.2. Em seguida: religiosos, culturais, escolares, sociais, com a pátria.
8.2.1. Se não seguirmos esses protocolos, podemos ser excluídos do seio de uma sociedade