1.1. Amnésia: incapacidade de uso ou retenção da memória, de curto ou longo prazo.
1.2. Afasia (disfunção de linguagem)
1.3. Anomia (esquecer o nome das coisas)
1.4. Apraxia (dificuldade de realizar movimentos motores, mesmo com capacidade e vontade de praticá-los)
1.5. Agnosia (dificuldade para reconhecer ou identificar pessoas e objetos)
1.6. Sintomas psiquiátricos: depressão, controle de esfíncteres e distúrbio do sono
2. FATORES DE RISCO
2.1. Idade
2.2. Níveis de apo-lipoproteína
2.3. Hipertensão arterial sistêmica
2.4. Nível elevado de colesterol
2.5. Consumo de gorduras saturadas
3. PREVENÇÃO
3.1. Atividades que estimulem a cognição, como: leitura de jornais e livros, assistir TV, jogar cartas, palavras cruzadas e tocar instrumento musical, podem reduzir o risco para DA
3.2. Prevenir o surgimento de Diabetes Mellitus, reduzir o peso pela prática de atividade física e controle dietético
4. ESTADO NUTRICIONAL
4.1. Dificuldade de se alimentar
4.2. Disfagia (fase terminal)
4.3. Inanição e aspiração pulmonar
4.4. Perda de peso
5. Referências
5.1. Associação Médica Brasileira, Agência Nacional de Saúde Suplementar.
5.2. Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar: Doença de Alzheimer – prevenção e tratamento. 2011.
5.3. MAHAN, L. Kathleen. Krause, alimentos, nutrição & dietoterapia. 14. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
5.4. TEIXEIRA NETO, Faustino. Nutrição clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
6. O QUE É
6.1. Deterioração intelectual progressiva com predomínio cognitivo com lesões neurológicas típicas
7. CARACTERÍSTICAS
7.1. Atrofia generalizada cortical
7.2. Lesões anatômicas do cortex cerebral
7.3. Perda de sinapses
8. DIAGNÓSTICO
8.1. O diagnóstico de DA é realizado por critérios padronizados, utilizando-se de uma anamnese bem feita, exame físico e avaliação cognitiva do paciente.
8.2. DA pode ser considerada provável, possível ou definitiva (biopsia ou necropsia).
9. TRATAMENTO
9.1. Sem tratamento efetivo
9.2. Garantir as necessidades básicas ao paciente
9.3. Tratamento de complicações médicas intercorrentes
10. TRATAMENTO NUTRICIONAL
10.1. Assistência ao paciente por cuidados
10.2. Garantir as necessidades nutricionais e hídricas
10.3. Fase terminal: acompanhamento fonoaudiológico se houver disfagia e gastrostomia se necessário
10.4. Ingestão de gorduras poliinsaturadas ou monoinsaturadas e vegetais como efeito protetor contra o declínio cognitivo
10.5. Consumo de ômega 3
10.6. Dieta equilibrada e ampla
10.7. A alimentação com níveis adequados de vitamina E ou selênio e outros antioxidantes, podem ser essenciais para o tratamento
10.8. Se houver necessidade de combater a disfagia, utilizar a alimentação por sonda ou alimentos espessos, em forma de purê