Staphylococcus aureus

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Staphylococcus aureus por Mind Map: Staphylococcus aureus

1. Administração tópica de antimicrobianos, geralmente o uso de vários tipos, ou antissépticos

2. Características

2.1. Família Micrococcae

2.2. 33 espécies

2.3. Cocos Gram positivos

2.4. Coagulase positivos

2.5. b - hemolíticos

2.6. Maltose e manitol positivos

2.7. 0,5 a 1,5 µm de diâmetro

2.8. Imóveis

2.9. Não-esporulados

2.10. Geralmente não-encapsulados

2.11. Arredondadas, lisas e brilhantes

2.12. Acinzentado até amarelo-ouro

2.13. Mesófilo

2.13.1. porém pode ter crescimento entre 7,0 e 47,8°C

2.14. Elevada resistência aos antibióticos

3. Patogenicidade e manifestações clínicas

3.1. Infecções de pele

3.1.1. Furúnculo

3.1.1.1. Pernas, coxas e nádegas

3.1.1.2. Pústula folicular ou nódulo eritematoso aumento da temperatura local e dor

3.1.2. Impetigo

3.1.2.1. Pústulas e bolhas

3.1.2.2. Rosto e membros superiores

3.1.2.3. Se não tratada, pode evoluir para infecções mais profundas

3.1.2.3.1. Erisipela

3.2. Pneumonia

3.2.1. Sintomas

3.2.1.1. Dispneia, hipertermia, tosse e dor torácica pleurítica, hemoptise

3.3. Meningites

3.3.1. Sintomas

3.3.1.1. Febre, cefaleia, fotofobia, vômitos, nível alterado de consciência, convulsões, rash purpúrico e petéquias

3.3.2. Alterações de consciência e convulsões prolongadas

3.3.2.1. geralmente comprometem a proteção das vias aéreas

3.4. Endocardites

3.4.1. Sintomas

3.4.1.1. Lesão valvar

3.4.1.2. Infarto cerebral ou renal

3.4.1.3. Sepse

3.4.1.4. Hematúria

3.4.1.5. Glomerulonefrite

3.4.1.6. Suspeita de infarto renal

3.4.1.7. Febre

3.4.1.7.1. Associada à presença de prótese cardíaca ou outra predisposição elevada para EI

4. Evolução

4.1. 1930

4.1.1. Início

4.1.1.1. Antibioticoterapia

4.1.1.1.1. Sulfanilamida

4.1.2. Fim

4.1.2.1. Resistência a sulfanilamida

4.1.2.1.1. Uso de penicilina (Alternanthera brasiliana (L.) Kuntze)

4.2. 1950

4.2.1. Fim

4.2.1.1. Resistência

4.2.1.1.1. 80%

4.2.1.1.2. Tanto amoxicilina como amplicina

4.3. Anos depois

4.3.1. Resistência a diferentes antibióticos

5. Possibilidades de intervenção

5.1. Cepas sensíveis

5.1.1. MSSA (S. aureus não resistentes à meticilina)

5.1.1.1. Oxacilina

5.1.1.2. Cefazolina

5.2. Cepas multiresistentes

5.2.1. MRSA (S. aureus resistente à meticilina)

5.2.1.1. Vancomicina

5.2.1.2. Teicoplanina

5.2.1.3. Daptomicina

5.2.1.4. SMX/TMP

5.2.2. Limita as opções de intervenção

5.2.3. Aumenta o tempo de tratamento

5.3. o Prunus spp.

5.3.1. Vegetal típico do cerrado de São Carlos- SP

5.3.1.1. Propriedades antagônicas dos microrganismos

5.4. Infecções de pele sem manifestação sistêmica

5.4.1. Antibióticos via oral como - Trimetoprima e sulfametoxazol, Clindamicina

5.4.2. Casos mais avançados

5.4.2.1. Internação para uso de antibactericida via intravenosa

5.4.2.2. Intervenção cirúrgica para drenar abcessos

5.5. Infecções graves

5.5.1. Oxacilina + SMX/TMP (sem suspeita de endocardite e em casos de infecções pulmonares)

5.5.2. Vancomicina + oxacilina ou daptomicina (com suspeita de endocardite)

6. fisiopatologia

6.1. dificuldade de troca gasosa

6.1.1. colonização do espaço aveolar

6.1.1.1. pneumonia

6.1.1.1.1. dispneia

6.1.1.1.2. taquicardia

6.1.1.1.3. tosse secretiva

6.1.1.1.4. hipertermia

6.1.1.1.5. dor no peito e costas ao inspirar

6.1.1.1.6. diarreia

6.1.1.1.7. vômito

6.1.1.1.8. hipoatividade

6.1.1.1.9. prostração

6.1.1.1.10. casos graves