Indicação terapêutica dos medicamentos utilizados pela paciente.

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
Indicação terapêutica dos medicamentos utilizados pela paciente. por Mind Map: Indicação terapêutica dos medicamentos utilizados pela paciente.

1. Clorpromazina

1.1. É indicada para o tratamento de quadros psiquiátricos agudos e para o controle de psicoses com longa evolução.

2. Sertralina

2.1. Utilizado no tratamento da depressão, ataques de pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno de ansiedade social (fobia social) e uma forma grave de síndrome pré-menstrual.

3. Levomepromazina

3.1. Está indicado nos casos em que haja necessidade de uma ação neuroléptica, sedativa em pacientes psicóticos e na terapia adjuvante para o alívio do delírio, agitação, inquietação, confusão, associados com a dor em pacientes terminais

4. Carbonato de lítio

4.1. Indicado no tratamento de episódios maníacos nos transtornos bipolares; no tratamento de manutenção de indivíduos com transtorno bipolar, diminuindo a freqüência dos episódios maníacos e a intensidade destes quadros; na profilaxia da mania recorrente; prevenção da fase depressiva e tratamento de hiperatividade psicomotorab

5. Venlafaxina

5.1. Indicado para tratamento da depressão, incluindo depressão com ansiedade associada.

6. Gabapentina

6.1. É indicada para tratamento da dor neuropática (dor devido à lesão e/ou mau funcionamento dos nervos e/ou do sistema nervoso) em adultos; como monoterapia (uso apenas de gabapentina) e terapia adjunta das crises epilépticas parciais (convulsões), com ou sem generalização secundária (crise com maior comprometimento do sistema nervoso central acompanhado de perda da consciência), em pacientes a partir de 12 anos de idade.

6.1.1. Mecanismo de ação

6.1.1.1. O fármaco,apesar de sua estrutura ser semelhante a GABA, não se liga a GABAA nem a GABAc, mas parece interagir com GABAB. Causa aumento na síntese e a libertação de GABA na fenda sináptica. O cérebro apresenta sítios de ligação altamente seletivos para a gabapentina.

7. Clonazepam

7.1. Está indicado isoladamente ou como adjuvante no tratamento das crises epilépticas mioclônicas, acinéticas, ausências típicas (pequeno mal), ausências atípicas (síndrome de Lennox-Gastaut).

7.1.1. Mecanismo de ação

7.1.1.1. É um composto que pertence à classe dos benzodiazepínicos, responsáveis por causar uma leve inibição do sistema nervoso central, o que conduz a uma ação anticonvulsivante, levemente sedativa, relaxante muscular e tranquilizante. Os benzodiazepínicos agem ao se ligar com um receptor chamado Gaba, que é um complexo de proteínas mediador da atividade de inibição neural.

8. fluoxetina

8.1. É um antidepressivo da classe dos inibidores seletivos da recaptação da serotonina, que age inibindo a absorção de serotonina pelos neurônios, que quando tem os níveis baixos pode causar depressão, síndrome do pânico, ansiedade ou sintomas obsessivo-compulsivos.

8.1.1. Mecanismo de ação

8.1.1.1. Inibidor seletivo da recaptação da serotonina.

9. Caso Clínico Jeane Paulino, 58 anos.

10. Imipramina

10.1. Utilizados para ataques de pânico, pavor noturno, enurese noturna (em crianças acima de 5 anos de idade onde é excluída a possibilidade de causas orgânicas), condições dolorosas crônicas.

11. Diazepam

11.1. Indicado para alívio sintomático da ansiedade, tensão e outras queixas somáticas ou psicológicas associadas com a síndrome da ansiedade. Pode também ser útil como coadjuvante no tratamento da ansiedade ou agitação associada a desordens psiquiátricas.

12. Bromazepam

12.1. É indicado para ansiedade, tensão e outras queixas físicas ou psicológicas associadas à síndrome de ansiedade.

13. Clomipramina

13.1. Utilizado para obsessões, estados de pânico e fobias (medo irracional), condições de dor crônica e fraqueza muscular (cataplexia) associados com ataques repetidos de sonolência excessiva (narcolepsia) em adultos, ejaculação precoce.

14. Carbamazepina

14.1. É indicada para o tratamento de crises convulsivas, doenças neurológicas como a neuralgia do trigêmeo e para o tratamento do humor bipolar e da depressão, em adultos e crianças.

15. Tranilcipromina

15.1. ´É indicado para o tratamento da depressão. No entanto, seu uso não é recomendado em estados depressivos leves resultantes de problemas ocasionais e transitórios.

15.1.1. Mecanismo de ção

15.1.1.1. A Tranilcipromina é um inibidor da monoaminoxidase não-hidrazínico e com rápido início de ação. Esta droga eleva a concentração de epinefrina, norepinefrina e serotonina nos sítios de armazenamento, em todo o sistema nervoso.

16. tioridazina

16.1. Usado apenas em pacientes adultos com esquizofrenia crônica ou exacerbações agudas não responsivas ao tratamento com outros fármacos antipsicóticos, por causa de baixa efetividade ou incapacidade de alcançar uma dose eficaz devido a reações adversas intoleráveis destes medicamentos.

16.1.1. Mecanismo de ação

16.1.1.1. O seu mecanismo de ação bloqueia os receptores dopaminérgicos pós-sinático mesolímbico D1 e D2 no cérebro; bloqueia os efeitos alfa-adrenérgicos, deprime a libertação de hormonas hipotalâmicas e hipofisárias e acredita-se que possa deprimir o sistema de activação reticular afectando o metabolismo basal, temperatura corporal, a vigília, o tónus vasomotor e vômitos.

17. Amitriptilina

17.1. É um antidepressivo com propriedades ansiolíticas e sedativas (calmante). É utilizado principalmente para o tratamento de depressão, mas também é utilizado para o tratamento de enurese noturna (urinar na cama à noite)

17.1.1. Mecanismo de ação

17.1.1.1. inibe o mecanismo de bomba da membrana responsável pela captação da norepinefrina e serotonina nos neurônios adrenérgicos e serotonérgicos.

17.1.2. Reações adversas da amitriptilina(ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento), tais como: xerostomia (boca seca), sonolência, tontura, alteração do paladar, aumento do apetite, cefaleia, visão turva, dificuldade de concentração...

18. Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO) são medicamentos para o tratamento de episódios depressivos e de ansiedade. Seu efeito terapêutico depende da inibição de uma enzima chamada monoaminooxidase. A inibição desta enzima faz com que os pacientes que tomam estes medicamentos precisem tomar alguns cuidados em relações a alimentação e a ingestão de outros medicamentos. Existe uma substancia chamada TIRAMINA, presente em vários alimentos, que provoca aumento súbito da pressão arterial. Essa tiramina é normalmente destruída no organismo pela enzima monoaminooxidase e não causa problemas. Para evitar o aumento da pressão arterial, tem algumas restrições alimentares, como: Queijos maturados ou envelhecidos, Carnes, Peixes e aves proibidas: Frios embutidos, defumados ou que sejam conservados fora da geladeira (salame, mortadela, pastrami, salsichas, paio, lingüiça, etc.). Carne de sol, carne seca (ingredientes da feijoada). Carnes, peixes e aves conservados de modo inadequado. Cuidado com fígado (de qualquer tipo de animal): para come-lo tenha certeza que é fresco. Frutas e vegetais proibidos: Fava e doce de casca de banana. Bebidas alcoólicas proibidas: Chope. Comidas variadas proibidas: Extrato de levedura concentrada, chucrute, molho de soja (shoyu) e outros alimentos ou condimentos de soja.

18.1. Restrição alimentar recomendada com o uso dos inibidores da MAO