DOENÇA RENAL CRÔNICA KDOQI, 2020.
por Julia Gabrielle
1. Frutas e vegetais
1.1. Aumento da ingestão de frutas e
1.2. vegetais;
1.3. Para: redução de peso, pressão e
1.4. produção endógena de ácidos (NEAP);
1.5. Para adultos nos estágios 1 a 4 da
1.6. DRC.
2. Padrão dietético
2.1. Dieta do mediterrâneo para melhora
2.2. do perfil lipídico;
2.3. Em adultos nos estágios 1 a 5 sem
2.4. diálise ou pós-transplante, com ou sem
2.5. dislipidemia.
3. Doença silenciosa, lenta, progressiva, irreversível, mesmo com transplante continua sendo um doente renal crônico.
4. Diálise é a remoção , transferência de soluto feita através de uma membrana semipermeável.
4.1. De um compartimento de maior concentração (sangue) para o meio de menor concentração dislisato.
5. Diálise peritoneal:
5.1. Feita em casa, menos invasiva, pode dialisar diariamente a noite enquanto dorme, mas precisa de algum familiar que se responsabilize.
6. Recomendações nutricionais no paciente renal
6.1. Energia em adultos estáveis nos estágios 1 a 5 da DRC ou pós-transplante
6.1.1. 25 a 35 Kcal/Kg/dia;
6.1.2. Levando em consideração: idade,
6.1.3. sexo, NAF, composição corporal, estágio
6.1.4. da doença, presença de inflamação.
7. Recomendações de proteínas no paciente renal
7.1. Adultos nos estágios 3 a 5 da DRC estáveis sem diálise
7.1.1. Restrição proteica;
7.1.2. Com ou sem análogos de cetoácidos;
7.1.3. Sob estreita supervisão clínica.
7.2. 0,55 a 0,60 g/Kg/dia
7.3. 0,28 a 0,43 g/Kg/dia + análogos de cetoácidos
7.4. (para atender 0,55 a 0,60 g/Kg/dia)
8. Adultos nos estágios 3 a 5 da DRC estáveis com diabetes sem diálise
8.1. Sob estreita supervisão clínica.
8.2. 0,6 a 0,8 g/Kg/dia.
8.3. Para manter estado nutricional e
8.4. otimizar controle glicêmico.
9. Pacientes em diálise (HD e DP) com ou sem diabetes estáveis
9.1. 1,0 a 1,2 g/Kg/dia ou
9.2. Pode ser necessária maior ingestão
9.3. de PTN para pacientes em risco de
9.4. hiper e/ou hipoglicemia
9.4.1. Para manter o controle glicêmico