PROCESSO DE CUIDAR EM LESÕES E OSTOMIAS

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PROCESSO DE CUIDAR EM LESÕES E OSTOMIAS por Mind Map: PROCESSO DE CUIDAR EM LESÕES E OSTOMIAS

1. INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO – ESCALA DE BRADEN

1.1. A escala de Braden e a BradenQ, caracteriza o paciente em risco baixo, risco moderado, risco alto e risco muito alto para desenvolver UP. A classificação do risco se dá inversamente proporcional à pontuação, ou seja, quanto maior o número de pontos menor é a classificação de risco para a ocorrência dessa lesão.

1.2. Critérios clínicos utilizados na avaliação da ferida 1- Complexidade 2 - Etiologia 3 - Localização anatômica 4 - Exsudato 5 - Grau de contaminação 6 - Classificação da perda tecidual 7 - Tecido presente em seu leito 8 - Bordas/margens e pele perilesional 9 - Mensuração 10 – Dor

1.2.1. Medidas preventivas a LPP

1.3. Hidratação da pele e ativação da circulação; Educação paciente e familiar Instalação de coxins; Mudança de decúbito.

2. Síndrome de Fournier

2.1. Se caracteriza por infecção necrotizante perineal que acomete os planos profundos do escroto, pênis, períneo e que pode se estender à raiz da coxa e abdome inferior.

3. Classificação das feridas/lesões

3.1. Escoriação/Abrasão/ Animais peçonhentos/ Térmicas/ Laceração/ Químicas

3.1.1. Fases da resposta tecidual

3.1.1.1. Fase 1 - Inflamatória / Fase 2 - Proliferativa / Fase 3 - Reparadora

3.1.1.1.1. Classificação das feridas/lesões Quanto ao conteúdo:

4. Processo de limpeza das feridas

4.1. O processo de limpeza é de fundamental importância para a reparação tecidual

4.2. O procedimento pode ser realizado por meio de duas técnicas distintas: a técnica asséptica ou estéril e a técnica limpa.

4.3. Método de limpeza

4.3.1. Irrigação : Com pressão e sem pressão

4.4. Ato de remoção de material necrótico, tecido desvitalizado, crostas, tecido infectado, hiperqueratose, corpos estranhos, fragmentos de ossos, microrganismos ou qualquer outro tipo de carga biológica de uma ferida com o objetivo de promover a cicatrização da mesma

4.5. Desbridamento

4.6. Quando desbridar?

4.7. A pessoa : Condições clínicas, doenças de base, perfusão sanguínea, condição mental e emocional

4.8. A necrose: Tipo, quantidade, aderência

4.9. Quando não Desbridar

4.10. Doença em fase terminal, escara estável no calcâneo, escara seca em membros isquêmicos, terapia anticoagulante e distúrbios hemorrágicos.

4.11. Métodos de desbridamento

4.12. Autolítico, cirúrgico, biológico, instrumental, mecânico, enzimático, químico.

5. Coberturas Especiais

5.1. Creme de barreira, filme transparente, hidrogel, Kolagenase, ácidos graxos essenciais, aliviador de pressão com hidrocolóide, hidrocolóde, alginato de cálcio em fibra, sulfadiazina de prata, compressa com PHMB, espuma com prata, carvão ativado, cavilon, bota de unna.

6. Pré história - uso de plantas e ervas para promover o processo de cicatrização, as feridas deveriam permancer abertas. - Antiguidade - água, leite e mel para lavar as feridas, acreditavam que as feridas deveriam ficar fechadas. Hipócrates - indicava uso de pomadas e remoção dos tecido necrosados, também teve a chegada da era cristã com a "cura milagrosa". - Galeno - a secreção purulenta era necessário para a cura da ferida. - Celsus - classificou os diferentes tipos de lesão. - Sécuto XVII E XIX- descoberta da química, compostos a base de cloro e iodo. - Século XX - antibióticos. Entre 1930 e 1940 passa a esfera de curativos para a Enfermagem e surgem nosso estudos e métodos assépticos.

6.1. Resolução Cofen n° 0567/2018 – Regulamenta a atuação da equipe de enfermagem no cuidado aos pacientes com feridas.

6.1.1. Art. 2º O Enfermeiro tem autonomia para abertura de Clínica/Consultório de Prevenção e Cuidado de pessoas com feridas, respeitadas as competências técnicas e legais. Art. 3º Cabe ao Enfermeiro da área a participação na avaliação, elaboração de protocolos, seleção e indicação de novas tecnologias em prevenção e tratamento de pessoas com feridas.

7. Edema/ Condição de oxigenação e perfusão tissular:/ Corpo estranho/ Infecção/ Ressecamento/ Estado nutricional/ Doenças crônicas/ Tabagismo/ Drogas

7.1. Outros fatores importantes: obesidade, idade avançada, pouca mobilidade, pressão contínua sobre área de lesão, complicações vasculares e pulmonares, hipertensão venosa e insuficiência arterial.

8. Tipos de tecidos presentes nas feridas : Tecidos viáveis à cicatrização: epitelização e granulação; Tecidos inviáveis: fibrinoso, biofilme, esfacelo, necrose.

8.1. Fatores que afetam a cicatrização

9. Curativos

9.1. Curativo Ideal / Finalidades

9.2. Manter a umidade entre a ferida e o curativo; Remover o excesso de exsudato; Permitir a troca gasosa; Fornecer isolamento térmico; Ser impermeável às bactérias; Ser isento de partículas; Permitir a retirada do curativo sem trauma.

9.2.1. Remover corpos estranhos; Reaproximar bordas separadas; Proteger a ferida contra contaminação e infecções; Promover hemostasia; Preencher espaços mortos e evitar a formação de sero-hematomas; Favorecer a aplicação de medicação tópica; Fazer desbridamento mecânico e remover tecido necrótico; Reduzir o edema; Absorver e facilitar a drenagem de exsudatos; Manter a umidade da superfície da ferida; Fornecer isolamento térmico; Promover e proteger a cicatrização da ferida; Limitar a movimentação dos tecidos em torno da ferida; Dar conforto psicológico; Diminuir a intensidade da dor.

10. Feridas: Qualquer lesão que provoque a descontinuidade do tecido corpóreo, impedindo suas funções básicas, podendo ser intencional (cirúrgica) ou acidental (trauma). (PMSP/SMS, 2020)

10.1. Pele: É o maior órgão do corpo humano, composta por três camadas: epiderme, derme e hipoderme.