ORGÃOS DOS SENTIDOS

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ORGÃOS DOS SENTIDOS por Mind Map: ORGÃOS DOS SENTIDOS

1. paladar, juntamente ao olfato, é responsável por garantir a percepção do sabor e textura dos alimentos. A boca é o local onde esse sentido é percebido, o que acontece em virtude da presença de saliências conhecidas como papilas gustatórias, que são capazes de perceber sensações táteis, além dos sabores doce, azedo, salgado, amargo e umami.

1.1. A percepção dos gostos amargo, doce, salgado e ácido é feita pelas papilas gustativas, receptores sensoriais do paladar na língua. Até recentemente acreditava-se que cada gosto era sentido em uma região diferente da língua. Doce, na ponta, e amargo na parte mais próxima à garganta, por exemplo.

2. OLFATO

3. O olfato está relacionado com a capacidade de perceber odores. Essa percepção é possível graças à estimulação do epitélio olfatório, localizado no teto das cavidades nasais. Esse epitélio é rico em células nervosas, mais precisamente em quimiorreceptores.

3.1. O nosso olfato possui uma grande capacidade adaptativa, pois quando somos expostos a um forte odor temos uma sensação olfativa bem intensa, mas depois de um minuto, a sensação já se tornou praticamente imperceptível. As moléculas de cheiro entram com o ar pelo nariz e são percebidas pelas células olfativas.

4. PALADAR

5. TATO

5.1. O tato é responsável por perceber vibrações, captar a pressão, além de perceber a dor e as diferenças de temperatura. Diferentemente dos outros sentidos, ele não está localizado em um único local, pois está presente em praticamente todas as regiões do corpo, uma vez que os receptores localizam-se na pele. Entre os principais receptores encontrados na pele, podemos citar os corpúsculos de Meissner, de Pacini, de Krause e de Ruffini.

5.1.1. O tato, um desses sentidos, possibilita a percepção das texturas, da temperatura, da pressão, entre outras sensações. ... Na pele existem diversos receptores que possibilitam a captação dos vários estímulos externos, tais como a pressão, o calor, o frio e a dor.

6. VISÃO

6.1. A visão é captada pelos nossos olhos, onde há a presença de fotorreceptores capazes de responder a estímulos luminosos. Esses receptores estão localizados mais precisamente na retina e podem ser classificados em bastonetes e cones. Os bastonetes são sensíveis à luz, mas não são capazes de perceber as cores. Os cones, por sua vez, possibilitam a visão em cores e são menos sensíveis à luz.

6.2. A Óptica da visão estuda o comportamento dos raios de luz através do globo ocular humano até à formação da imagem no cérebro.

6.2.1. Quando olhamos na direção de algum objeto, a imagem atravessa a córnea e chega à íris, que regula a quantidade de luz recebida por meio de uma abertura chamada pupila. Quanto maior a pupila, mais luz entra no olho. Passada a pupila, a imagem chega ao cristalino e é focada sobre a retina.

7. AUDIÇÃO

7.1. A audição, capacidade de perceber sons, é possível graças à orelha humana, que possui mecanorreceptores capazes de captar as ondas sonoras. Esses receptores estão localizados na cóclea, uma estrutura em forma de tubo cônico localizada na orelha interna.

7.1.1. O nosso ouvido é o órgão responsável pelo sentido da audição. Ele divide-se em três partes: orelha externa, orelha média e orelha interna.

7.1.2. A entrada de sons no canal auditivo faz com que a membrana timpânica se mova, e esse é o início para explicar como funciona a nossa audição: A membrana timpânica vibra com o som. As vibrações sonoras se movem através dos ossículos para a cóclea. Vibrações sonoras fazem o líquido na cóclea se mover.

7.1.3. As ondas sonoras, após atingir a orelha, são encaminhadas para o interior do canal auditivo, local onde está localizada uma fina membrana que é chamada de tímpano. O tímpano é muito delicado e sensível, de modo que pequenas variações de pressão são capazes de colocá-lo em estado de vibração. Essas vibrações são transmitidas a um conjunto de três pequenos ossos denominados de martelo, bigorna e estribo. As vibrações passam primeiro pelo martelo, que ao entrar em vibração aciona a bigorna e este finalmente faz o estribo vibrar. Durante esse processo as vibrações são ampliadas de forma que o ouvido passa a ter capacidade de perceber sons de intensidades muito baixas.