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INSETICIDAS por Mind Map: INSETICIDAS

1. ORGANOSSINTÉTICOS

1.1. CLORADOS

1.1.1. Possuem C, Cl e H em sua estrutura quimíca

1.1.2. Insolúveis em água

1.1.3. Lipofílicos

1.1.4. tóxicos para mamíferos

1.1.5. baixa reatividade e pouco voláteis

1.1.6. amplo espectro de ação

1.1.7. não sistêmicos

1.1.8. inseticidas neurotóxicos

1.1.9. Exemplos:

1.1.9.1. DDT

1.1.9.1.1. INTRODUZIDO EM 1942

1.1.9.1.2. USO MÉDICO E AGRICOLA

1.1.9.1.3. BANIDO MUNDIALMENTE

1.1.9.1.4. IMPORTANTE NO CONTROLE DE VETORE

1.1.9.2. BHC

1.1.9.2.1. Pó seco para uso doméstico

1.1.9.2.2. uso proibido desde 1985

1.1.9.3. CICLODIENOS

1.1.9.3.1. GRUPO AMPLO

1.1.9.3.2. ALTA TOXICIDADE A MAMÍFEROS

1.1.9.3.3. EXEMPLOS

1.2. FOSFORADOS

1.2.1. 30 A 40 % DO MERCADO DE INSETICIDAS

1.2.2. MAIS TÓXICOS QUE OS CLORADOS

1.2.3. ATIVIDADES SISTÊMICAS

1.2.3.1. PLANTA ( FORATO)

1.2.3.2. ANIMAIS (TRICLORFOM)

1.2.4. QUIMICAMENTE INSTÁVEIS

1.2.5. SINTETIZADOS PELA BAYER

1.2.6. EXEMPLOS:

1.2.6.1. FENITROTIOM

1.2.6.2. PIRIMIFÓS-METÍLICO

1.2.6.3. DIAZINOM

1.2.6.4. DISSULFOTOM

1.3. CARBAMATOS

1.3.1. AÇÃO SEMELHANTE A DOS FOSFORADOS

1.3.2. TOXICIDADES VARIÁVEIS

1.3.3. MUITO TÓXICOS A ABELHAS

1.3.4. MENOR LIPOFILICIDADE QUE OS CLORADOS

1.3.5. RÁPIDA DEGRADAÇÃO

1.3.6. ALGUNS COMPOSTOS SÃO SISTÊMICOS EM PLANAS E NEMATICIDAS

1.3.7. EXEMPLOS:

1.3.7.1. ALDICARBE

1.3.7.2. CARBOFURAM

1.3.7.3. CARBODULFAM

1.4. PIRETRÓIDES

1.4.1. DERIVADOS DAS PIRETRINAS NATURAIS

1.4.2. AÇÃO POR CONTATO

1.4.3. NÃO PERSISTENTES

1.4.4. POUCO VOLÁTEIS

1.4.5. LIPOFÍLICOS

1.4.6. PODEM

1.4.6.1. REPELIR PRAGAS

1.4.6.2. CAUSAR ALERGIA AO HOMEM

1.4.6.3. CAUSAR DESEQUILÍBRIO EM ÁCAROS

1.4.7. FOTOESTÁVEIS

1.4.8. TOXICIDADE

1.4.8.1. ALTA

1.4.8.1.1. INSETOS

1.4.8.1.2. PEIXES

1.4.8.2. BAIXA

1.4.8.2.1. MAMÍFEROS

1.4.9. REPRESENTAM 20-25% DO MERCADO DE INSETICIDAS.

1.4.10. EXEMPLOS:

1.4.10.1. PERMETRINA

1.4.10.2. CIPERMETRINA

1.4.10.3. DELTAMETRINA

1.5. OUTROS ORGANOSSITÉTICOS

1.5.1. NEONICOTINÓIDES

1.5.1.1. AGEM NA SINOPSE

1.5.1.2. AGOSNISTAS DA ACETILCOLINA

1.5.1.3. SISTÊMICOS SELETIVOS

1.5.1.4. EFICIENTES CONTRA SUGADORES

1.5.1.5. EXEMPLOS:

1.5.1.5.1. IMIDACLOROPRIDE

1.5.1.5.2. ACETAMIPRIDE

1.5.1.5.3. THIAMETOXAN

1.5.2. ORGANOSSULFURADOS

1.5.2.1. EXEMPLO:

1.5.2.1.1. PROPARGITE (ACARICIDA ESPECÍFICO)

1.5.3. DERIVADOS DA NEREISTOXINA

1.5.3.1. TOXINA DE UM VERME MARINHO

1.5.3.1.1. EXEMPLO:

1.5.4. FENILPIRAZÓIS

1.5.4.1. EXEMPLO:

1.5.4.1.1. FIPRONIL (REGENT)

1.5.5. REGULADORES DE CRESCIMENTO

1.5.5.1. INIBIDORES DA SÍNTESE DE QUERATINA

1.5.5.1.1. DIFLUBEBZUROM (DIMILIN)

1.5.5.1.2. TRIFLUMUROM (ALSYSTIN)

1.5.5.1.3. OUTROS

1.5.5.2. JUVENÓIDES

1.5.5.2.1. AGONISTAS DO HJ

1.5.5.3. ANTIJUVENÓIDES

1.5.5.3.1. ANTAGOBNISTAS DO HJ

1.5.5.4. AGONISTAS DE ECDISTERÓIDES

2. ORIGEM NATURAL

2.1. ORIGEM VEGETAL

2.1.1. NOCOTINA

2.1.1.1. FUMO

2.1.2. AZADIRACTINA

2.1.2.1. NEEM (AZADIRACHTA INDICA)

2.1.3. PIRETRUM E PIRETRINAS

2.1.3.1. CHYSANTHEMUM

2.2. ORIGEM MICROBIANA

2.2.1. AVERMECTINA

2.2.1.1. PRODUTO DA FERMENTAÇÕA DE STREPTOMYCES AVERMITILIS

2.2.1.2. USADOS CONTRA

2.2.1.2.1. TRAÇA DO TOMATEIRO

2.2.1.2.2. ÁCAROS FITÓFAGOS

2.2.1.3. EXEMPLO :

2.2.1.3.1. ABAMECTINA (VERTIMEC)

2.2.2. SIPINOSINAS

2.2.2.1. SACCHAROPOLYSPORA SPINOSA

2.2.2.2. ESPINOSE (TRACER)

2.2.3. BACILLUS THURINGIENSIS (Bt)

2.2.3.1. PROTEÍNA CRISTAIS ALTAMENTE INSETICIDAS

2.2.3.2. ALTA ESPECIFICIDADE

2.2.3.2.1. DIFERENTES LINHAGENS DE Bt PRODUZEM DIFERENTES TOXINAS

2.2.3.2.2. CADA TOXINA ESPECÍFICA A UM GRUPO DE INSETOS

2.2.3.3. FONTE DE GENES PARA TRANFORMAÇÃO GENÉTICA DE PLANTAS

2.2.3.4. FORMULAÇÃO USADA A MAIS DE 50 ANOS

2.2.3.5. NÃO-TÓXICOS A HUMANOS E ORGANISMOS NÃO-ALVO

2.2.3.6. ESTREITO ESPECTRO DE AÇÃO

2.2.3.7. BAIXA PERSISTÊNCIA NO CAMPO

2.2.3.8. LIMITAÇÕES CONTORNADAS PELO USO EM CUTURAS