1. Parlamento britânico
1.1. Para compreender a Revolução Puritana e a Revolução Gloriosa, é necessário entender como estava organizado o Parlamento britânico no século XVII
1.2. Câmara dos Lordes
1.2.1. Membros do alto clero anglicano e da alta nobreza
1.2.2. Anglicanismo
1.3. Câmara dos Comuns
1.3.1. Pequenos proprietários rurais, burgueses e a gentry
1.3.2. Presbiterianismo e puritanismo
2. Revolução Puritana 1642-1649
2.1. ANTECEDENTES
2.1.1. 1603-1625
2.1.1.1. Jaime Stuart governou de maneira absolutista, desagradando a maioria dos ingleses e desencadeando crises entre a Coroa e o Parlamento.
2.1.2. 1628
2.1.2.1. O Parlamento obrigou Carlos I a assinar a Petição de Direitos, que proibia o rei de criar impostos sem a aprovação dos parlamentares.
2.1.3. 1629
2.1.3.1. Carlos I dissolveu o Parlamento.
2.1.4. 1634
2.1.4.1. Carlos I tomou medidas impopulares, iniciando-se uma crise política.
2.1.5. 1640
2.1.5.1. Carlos I convocou novamente o Parlamento, que fez oposição ao monarca e exigiu a restrição ao poder real.
2.1.6. 1640
2.1.6.1. Carlos I invadiu a Câmara dos Comuns e prendeu alguns de seus líderes.
2.1.7. 1642
2.1.7.1. Os parlamentares, apoiados por puritanos e presbiterianos, combateram Carlos I, que era apoiado por católicos e anglicanos. Teve início a guerra civil conhecida como Revolução Puritana.
2.2. GUERRA CIVIL
2.3. EXÉRCITO DO PARLAMENTO
2.3.1. Durante a guerra civil, o Parlamento formou o Exército de Novo Tipo: grupamento de soldados e oficiais voluntários promovidos pelo mérito pessoal.
2.3.2. OLIVER CROMWELL
2.3.2.1. 1646: liderado por Oliver Cromwell, o Exército de Novo Tipo venceu as forças do rei.
2.3.2.2. 1649: o rei Carlos I foi decapitado e Oliver Cromwell fundou a República Puritana (Commonwealth).
2.3.3. PRESBITERIANOS E PURITANOS
2.4. EXÉRCITO DO REI
2.4.1. CATÓLICOS E ANGLICANOS
2.4.2. CARLOS I
3. A INGLATERRA DOS SÉCULOS XVI E XVII
3.1. No século XVI, a rainha Elizabeth I tomou medidas que favoreceram a burguesia mercantil e a expansão marítima
3.2. No século XVII, após a Revolução Puritana e a Revolução Gloriosa, a burguesia britânica ascendeu ao Parlamento
3.3. A partir daí o governo britânico aprovou medidas que estimularam o crescimento industrial e comercial do país.
3.3.1. Políticos: consolidação do Estado burguês.
3.3.2. Sociais: disponibilidade de mão de obra
3.3.3. Econômicos: existência de capitais disponíveis
4. República de Cromwell 1649-1658
4.1. 1649-1650
4.1.1. Cromwell derrotou tropas rebeldes na Irlanda e na Escócia, colocando fim à guerra civil.
4.2. 1651
4.2.1. O governo britânico expediu os Atos de Navegação: todos os produtos que entrassem na Grã-Bretanha deveriam ser transportados em navios ingleses.
4.2.1.1. A construção naval e setores mercantis foram beneficiados.
4.3. 1653
4.3.1. Diante da oposição dos conservadores e dos grupos radicais, Cromwell dissolveu o Parlamento e assumiu o título de lorde protetor, tornando-se um ditador.
4.4. 1658
4.4.1. Cromwell morreu e seu filho, Richard, assumiu o poder. Sem a influência do pai, Richard Cromwell foi deposto por nobres realistas e presbiterianos, que proclamaram Carlos II rei da Grã-Bretanha e da Escócia.
4.4.1.1. RESTAURAÇÃO MONÁRQUICA
5. REVOLUÇÃO GLORIOSA 1688
5.1. 1658-1685
5.1.1. Carlos II promoveu o comércio, a indústria e a ciência, mas não conseguiu extinguir os atritos com o Parlamento.
5.2. 1685
5.2.1. Carlos II morreu e seu irmão, Jaime II, assumiu o trono.
5.3. 1688-1689
5.3.1. Insatisfeito com as políticas de Jaime II que beneficiavam os católicos, o Parlamento depôs o monarca e estabeleceu um acordo com seu genro, Guilherme de Orange, protestante e chefe do governo da Holanda, que assumiu o trono britânico como Guilherme III. O movimento, conhecido como Revolução Gloriosa, instaurou a monarquia parlamentar constitucional na Grã-Bretanha.
5.3.1.1. Principais medidas do Parlamento impostas ao novo soberano
5.3.1.1.1. Ato de Tolerância: concessão de liberdade religiosa aos cristãos.
5.3.1.1.2. Declaração de Direitos: diminuição do poder real, fortalecimento da autonomia do Parlamento e criação de um tribunal para julgar os indivíduos