REVOLUÇÕES INGLESAS 1640-1688

REVOLUÇÕES INGLESAS

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REVOLUÇÕES INGLESAS 1640-1688 por Mind Map: REVOLUÇÕES INGLESAS 1640-1688

1. Parlamento britânico

1.1. Para compreender a Revolução Puritana e a Revolução Gloriosa, é necessário entender como estava organizado o Parlamento britânico no século XVII

1.2. Câmara dos Lordes

1.2.1. Membros do alto clero anglicano e da alta nobreza

1.2.2. Anglicanismo

1.3. Câmara dos Comuns

1.3.1. Pequenos proprietários rurais, burgueses e a gentry

1.3.2. Presbiterianismo e puritanismo

2. Revolução Puritana 1642-1649

2.1. ANTECEDENTES

2.1.1. 1603-1625

2.1.1.1. Jaime Stuart governou de maneira absolutista, desagradando a maioria dos ingleses e desencadeando crises entre a Coroa e o Parlamento.

2.1.2. 1628

2.1.2.1. O Parlamento obrigou Carlos I a assinar a Petição de Direitos, que proibia o rei de criar impostos sem a aprovação dos parlamentares.

2.1.3. 1629

2.1.3.1. Carlos I dissolveu o Parlamento.

2.1.4. 1634

2.1.4.1. Carlos I tomou medidas impopulares, iniciando-se uma crise política.

2.1.5. 1640

2.1.5.1. Carlos I convocou novamente o Parlamento, que fez oposição ao monarca e exigiu a restrição ao poder real.

2.1.6. 1640

2.1.6.1. Carlos I invadiu a Câmara dos Comuns e prendeu alguns de seus líderes.

2.1.7. 1642

2.1.7.1. Os parlamentares, apoiados por puritanos e presbiterianos, combateram Carlos I, que era apoiado por católicos e anglicanos. Teve início a guerra civil conhecida como Revolução Puritana.

2.2. GUERRA CIVIL

2.3. EXÉRCITO DO PARLAMENTO

2.3.1. Durante a guerra civil, o Parlamento formou o Exército de Novo Tipo: grupamento de soldados e oficiais voluntários promovidos pelo mérito pessoal.

2.3.2. OLIVER CROMWELL

2.3.2.1. 1646: liderado por Oliver Cromwell, o Exército de Novo Tipo venceu as forças do rei.

2.3.2.2. 1649: o rei Carlos I foi decapitado e Oliver Cromwell fundou a República Puritana (Commonwealth).

2.3.3. PRESBITERIANOS E PURITANOS

2.4. EXÉRCITO DO REI

2.4.1. CATÓLICOS E ANGLICANOS

2.4.2. CARLOS I

3. A INGLATERRA DOS SÉCULOS XVI E XVII

3.1. No século XVI, a rainha Elizabeth I tomou medidas que favoreceram a burguesia mercantil e a expansão marítima

3.2. No século XVII, após a Revolução Puritana e a Revolução Gloriosa, a burguesia britânica ascendeu ao Parlamento

3.3. A partir daí o governo britânico aprovou medidas que estimularam o crescimento industrial e comercial do país.

3.3.1. Políticos: consolidação do Estado burguês.

3.3.2. Sociais: disponibilidade de mão de obra

3.3.3. Econômicos: existência de capitais disponíveis

4. República de Cromwell 1649-1658

4.1. 1649-1650

4.1.1. Cromwell derrotou tropas rebeldes na Irlanda e na Escócia, colocando fim à guerra civil.

4.2. 1651

4.2.1. O governo britânico expediu os Atos de Navegação: todos os produtos que entrassem na Grã-Bretanha deveriam ser transportados em navios ingleses.

4.2.1.1. A construção naval e setores mercantis foram beneficiados.

4.3. 1653

4.3.1. Diante da oposição dos conservadores e dos grupos radicais, Cromwell dissolveu o Parlamento e assumiu o título de lorde protetor, tornando-se um ditador.

4.4. 1658

4.4.1. Cromwell morreu e seu filho, Richard, assumiu o poder. Sem a influência do pai, Richard Cromwell foi deposto por nobres realistas e presbiterianos, que proclamaram Carlos II rei da Grã-Bretanha e da Escócia.

4.4.1.1. RESTAURAÇÃO MONÁRQUICA

5. REVOLUÇÃO GLORIOSA 1688

5.1. 1658-1685

5.1.1. Carlos II promoveu o comércio, a indústria e a ciência, mas não conseguiu extinguir os atritos com o Parlamento.

5.2. 1685

5.2.1. Carlos II morreu e seu irmão, Jaime II, assumiu o trono.

5.3. 1688-1689

5.3.1. Insatisfeito com as políticas de Jaime II que beneficiavam os católicos, o Parlamento depôs o monarca e estabeleceu um acordo com seu genro, Guilherme de Orange, protestante e chefe do governo da Holanda, que assumiu o trono britânico como Guilherme III. O movimento, conhecido como Revolução Gloriosa, instaurou a monarquia parlamentar constitucional na Grã-Bretanha.

5.3.1.1. Principais medidas do Parlamento impostas ao novo soberano

5.3.1.1.1. Ato de Tolerância: concessão de liberdade religiosa aos cristãos.

5.3.1.1.2. Declaração de Direitos: diminuição do poder real, fortalecimento da autonomia do Parlamento e criação de um tribunal para julgar os indivíduos