HISTORIA DA EDUCAÇÃO

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1. Pré-história

1.1. ser humano percebeu que poderia transmitir conhecimento a outro ser humano. Quando exatamente isso aconteceu é algo que não se pode determinar com exatidão, mas foi em algum período entre os primórdios da humanidade. A história da educação teria assim começado de uma maneira intuitiva e natural, com as crianças aprendendo com os mais velhos por meio da observação, da mesma forma como fazem os animais.

1.2. A Educação

1.2.1. A educação durante a Pré-História tem como objetivo a sobrevivência do grupo. Embora sem ter consciência de que estavam educando e misturando arte com magia, os mais velhos transmitiam aos jovens os conhecimentos e habilidades necessários à sobrevivência do grupo.

2. Grécia e Roma antigas

2.1. O surgimento da propriedade privada mudou as relações entre os homens, e começaram a aparecer as classes sociais e a escravidão. Na Grécia e na Roma antigas os homens livres dispunham de muito tempo ocioso, e com o objetivo de ocupá-lo, cria-se uma instituição que conhecemos até hoje: a escola.

2.1.1. Educação grega e a romana, podemos afirmar que a principal diferença entre elas é: Não há diferença na educação da Paidéia adotada pela Grécia e Humanistas adotadas por Roma. Enquanto a grega valoriza a visão filosófica sistematizada, os romanos adotam uma postura mais pragmática, voltada para o cotidiano.

2.2. Educação na Roma Antiga

2.2.1. progrediu de um sistema de educação informal e familiar, no início da república, para um sistema baseado em aulas pagas durante o dominato e o império. O sistema de ensino era baseado no sistema grego - e muitos dos professores particulares no sistema romano eram escravos ou libertos gregos

2.3. Educação na Grécia

2.3.1. A educação grega era centrada na formação integral do indivíduo. Quando não existia a escrita, a educação era ministrada pela própria família, conforme a tradição religiosa A escola ainda permanecia elitizada, atendendo aos jovens de famílias tradicionais da antiga nobreza ou dos comerciantes enriquecidos.

3. Idade media

3.1. Os principais pensadores da Idade Média

3.1.1. Santo Agostinho (354 – 430) e São Tomás de Aquino (1225 – 1274).

3.1.1.1. Um período fortemente marcado pela proeminência da Igreja e da fé católica, ambos os filósofos versaram sobre a relação de Deus com os seres humanos. As reflexões sobre a vida terrena, a esperança na vida pós-morte, os atributos da transcendência e, principalmente, a defesa da razão como parte integrante e submissa à fé permeiam as obras dos dois autores. Embora tenha vivido nas últimas décadas da Antiguidade, Santo Agostinho foi responsável por sistematizar e defender a fé cristã, estabelecendo diálogo com outros filósofos da Idade Média. A obra de São Tomás de Aquino, por sua vez, buscou conciliar fé e razão, na tradição conhecida como Escolástica. Sua teologia, o tomismo, procurava provar a existência de Deus para o novo contexto urbano evidenciado após o renascimento comercial medieval.

3.2. As tendências educacionais costumam caminhar junto com o momento histórico pelo qual a sociedade está passando, e na Idade Média não era diferente. Se a vida política ditava a concepção de sociedade na Grécia e na Roma antigas, na Idade Média esse papel fica com a religião. A escola deixa de ser focada no ensino de habilidades políticas e passa a ter forte influência da Igreja Católica. Entre os conteúdos que eram ministrados estavam latim e ensino religioso.O processo de educação na Idade Média era de total responsabilidade da Igreja. As escolas funcionavam anexas às catedrais ou às escolas monásticas, muitas funcionavam nos mosteiros A escola no período medieval era dirigida por um cônego, ao qual se dava o nome de scholarius ou scholasticus.

3.3. O Renascimento

3.3.1. propõe uma nova educação que se opunha ao velho e pedante esquema da escolástica e promova o ideal da nova vida. O aprendizado da língua e da literatura dos gregos e romanos torna-se o problema pedagógica mais importante

4. Modernismo

4.1. Iluminismo

4.1.1. O Iluminismo tinha como lema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, e serviu de forte inspiração para a Revolução Francesa.

4.1.1.1. A Educação

4.1.1.1.1. Iluminismo, não fazia mais sentido atrelar a educação à religião, como nas escolas confessionais, nem aos interesses de uma classe social, como queria a aristocracia. A escola deveria ser laica e livre, ou seja, não religiosa e independente de privilégios de classe.

4.2. Revolução Francesa

4.2.1. Revolução Francesa (1789-1799). Esta, por sua vez, culminou na aprovação da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, feita pela França. Nas décadas seguintes essa declaração influenciaria publicações similares em outros países da Europa e da América Latina. Com direitos civis, as pessoas de diversas camadas da sociedade ganham status de cidadãs e passam a ter acesso à escola. O conhecimento começa então a se democratizar

4.2.1.1. A Educação

4.2.1.1.1. A Revolução Francesa tentou plasmar o educando a partir da consciência de classe que era o centro do conteúdo programático. A burguesia tinha clareza do que queria da educação: trabalhadores com formação de cidadãos partícipes de uma nova sociedade liberal e democrática

4.3. Revolução Industrial

4.3.1. A Revolução Industrial (1820 – 1840). Ela é marcada pela mudança da produção artesanal para a de máquina. Como as fábricas precisavam de mão de obra qualificada, ampliar a oferta de escolas para as classes mais baixas ia de encontro a essa necessidade.

4.3.1.1. A Educação

4.3.1.1.1. Com a segunda Revolução Industrial, a necessidade de escolarização para a força de trabalho aumentou e tornou-se importante saber mais do que ler, escrever e contar. O advento da grande indústria engendrou necessidades educacionais e exigências da expansão do ensino.

4.4. Era da Informação

4.4.1. Avanços tecnológicos que começaram a transformar a sociedade a partir da década de 1980. Como em todos os momentos da história, os reflexos do que a sociedade vivia chegaram nas escolas, e a tecnologia começou a transformar a educação. Instituições de ensino passaram gradualmente a adotar laboratórios de informática, a internet tornou o acesso ao conhecimento mais rápido do que as bibliotecas permitiam e a modalidade de EaD avançou e se expandiu.

4.4.1.1. A Educação

4.4.1.1.1. São recursos como videoaulas, animações e simuladores, por exemplo, que trabalham conteúdos e competências de formas mais criativas e podem ser usados pelos alunos também para reforçar o conteúdo fora da escola O instrumento de trabalho da escola é a informação com o intuito de garantir o patrimônio cultural já existente. Apropriar-se de novos conhecimentos e garantir que todos tenham acesso a ele é a melhor maneira de democratizar essa cultura que é intrinsecamente coletiva e geradora de novos paradigmas sociais.

4.5. Pós-modernidade

4.5.1. Os processos dentro das escolas também mudam, e diversas tarefas começam a ser gerenciadas pela tecnologia. Recursos digitais passam a ser usados desde o momento em que o aluno entra na escola e atravessa a catraca eletrônica, até o instante em que a instituição se comunica com os pais dele por aplicativo instalado no celular. Toda a gestão é feita digitalmente, os processos são integrados uns aos outros e até as mensalidades são pagas pelos responsáveis em poucos cliques.

4.5.1.1. A Educação

4.5.1.1.1. exige uma reabilitação do professor como pedra fundamental do ensino-aprendizagem em um tempo de mudanças profundas já que a pedagogia moderna não surte mais eficácia nas salas de aulas, tem se hoje a necessidade da reconceitualização do professor como pesquisador e que a partir desta perspectiva se

4.6. Os principais pensadores do modernismo

4.6.1. As contribuições de John Dewey, Maria Montessori, Célestin Freinet, Jean Piaget, Lev Vygotsky, Carl Rogers e Paulo Freire continuam inspirando quem pensa e produz conhecimento sobre o campo da inovação em educação.

4.6.1.1. Jean Piaget (1896-1980)

4.6.1.1.1. O nome mais influente no campo da educação durante a segunda metade do século 20, a ponto de quase se tornar sinônimo de pedagogia. Nesta reportagem você vai saber que ele nunca atuou como pedagogo, antes de tudo, Piaget foi biólogo e se dedicou a submeter à observação científica rigorosa o processo de aquisição de conhecimento pelo ser humano, particularmente a criança. Entres suas teorias a assimilação e acomodação, os estágios básicos do desenvolvimento cognitivo, entre outros conceitos

4.6.1.1.2. Teoria

4.6.1.2. Lev Vygostky (1896-1934)

4.6.1.2.1. O psicólogo bielorrusso Lev Vygotsky foi um pensador complexo e tocou em muitos pontos nevrálgicos da pedagogia contemporânea. A parte mais conhecida da extensa obra produzida por Vygotsky em seu curto tempo de vida converge para o tema da criação da cultura. Aos educadores interessa em particular os estudos sobre desenvolvimento intelectual. Vygotsky atribuía um papel preponderante às relações sociais nesse processo, tanto que a corrente pedagógica que se originou de seu pensamento é chamada de socioconstrutivismo ou sociointeracionismo.

4.6.1.2.2. Teoria

5. A Educação perante os conflitos

5.1. Primeira Guerra

5.1.1. Até a Primeira Guerra Mundial, a organização de um sistema escolar nas zonas coloniais não preocupava o governo federal. Para fiscalizar essas escolas o governo federal instituiu o cargo de “inspetor federal” de escolas subvencionadas pela União, que eram de responsabilidade estadual.

5.2. Segunda Guerra

5.2.1. De acordo com teorias raciais nazistas, os eslavos não precisavam de ensino superior e toda a nação deveria ser transformada em iletrados servos para a raça alemã. Em todo o território polonês os alemães aboliram toda a educação universitária para não-alemães. Todas as instituições de ensino superior foram fechadas.

5.3. Conflitos no oriente médio

5.3.1. O impacto destruidor dos conflitos é sentido pelas crianças de toda a região”, resumiu Peter Salama, diretor do UNICEF para o Oriente Médio e Norte da África, lamentando “uma situação desastrosa” para toda uma geração. “Não se trata apenas dos danos materiais nas escolas, mas também o desespero sentido por uma geração de estudantes que vê as suas esperanças e o seu futuro estilhaçados”, disse, na apresentação de um relatório do fundo. Estas crianças vivem nos países mais afetados da região, como a Síria, o Iraque, Iêmen, a Líbia, territórios palestinianos e o Sudão, ou estão refugiadas no Líbano, Jordânia e Turquia. Ao todo, são mais de 13 milhões, ou seja, quatro em cada dez crianças nos países mais afetados por conflitos não vão à escola. O fundo lembra que “há alguns anos [a região] parecia preparada para alcançar o objetivo da educação para todos”.

6. A Chegada da Educação no Brasil

6.1. A história da educação no Brasil começa em 1549 com a chegada dos primeiros padres jesuítas, inaugurando uma fase que haveria de deixar marcas profundas na cultura e civilização do País. ... João VI, meritória em muitos aspectos, voltou-se para as necessidades imediatas da Corte Portuguesa no Brasil.

6.1.1. Atual situação do Brasil

6.1.1.1. O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). ... Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE) e atualmente esta de forma remota por causa da pandemia no qual as aulas presenciais estão suspensas

6.1.1.1.1. Principais pensadores da educação no Brasil