1. Pneumonia, aspiração, contusão pulmonar, embolia gordurosa, embolia amniótica, toxicidade pelo oxigênio, síndrome do pulmão/ rim, quase afogamento, inalação tóxica, lesão de reperfusão, causas extrapulmonares, sepse, choque circulatório, politraumas, múltiplas transfusões, pancreatite aguda e circulação
2. A terapia principal é o tratamento da causa básica e o suporte ventilatório.
3. Tratamento:
3.1. Reverter o déficit de oxigenação tecidual;
3.2. Minimizar os danos relacionados à terapia;
3.3. Prevenir complicações e sequelas;
3.4. Reduzir a mortalidade.
4. Causas Pulmonares:
5. Tratamento Fisioterapeutico LPA:
5.1. A fisioterapia pode atuar ajudando na monitoração da VM, no posicionamento do paciente e na fisioterapia respiratória. A fisioterapia respiratória em pacientes críticos com a LPA é realizada através de uma combinação de diversas técnicas fisioterapêuticas que tem o objetivo de melhorar a função pulmonar. Isto ocorre através da expansão de áreas pulmonares colapsadas, desobstrução brônquica e equilíbrio da relação ventilação/perfusão (V/Q).
6. Etiologia:
6.1. A LPA/SDRA é uma síndrome clínica desencadeada por uma outra doença. Sua etiopatogenia não é completamente conhecida. Embora vários mecanismos celulares e moleculares sejam reconhecidos, proporcionam apenas um entendimento parcial desse complexo processo.
6.2. Entretanto, a via final comum é inflamação difusa e lesão da membrana alveolocapilar, na qual os neutrófilos apresentam papel principal. Há consequente aumento da permeabilidade e extravasamento de fluido rico em proteínas para o espaço alveolar, produzindo um quadro de edema pulmonar não cardiogênico
7. Epidemiologia
7.1. A LPA/SDRA ocorre frequentemente, evidenciando incidência estimada em 79 casos por 100 mil habitantes ao ano.4 Existe variação sazonal, sendo mais comum no inverno. Embora relatada inicialmente em adultos (então denominada síndrome do desconforto respiratório do adulto), pode manifestar-se em indivíduos de qualquer idade, mas há aumento progressivo da incidência com o avanço da idade.
8. Causas extracorpóreas
8.1. Uso de drogas, Civd, Queimaduras, Traumatismo craniano, Eclâmpsia O diagnóstico é feito por meios de critérios clínicos, radiológicos e hemodinâmicos, exames laboratoriais, exames de raio-x, tomografia, pletismografia de impedância Associados a fatores de riscos