1.2. O ensino de língua portuguesa dedicava-se a "escrita correta", escrita que seguia as regras da gramática normativa e da ortografia.
1.3. Análises morfológica e sintática de palavras e frases isoladas.
1.4. Leitura de textos literários clássicos.
2. 1950
2.1. Escrita era solicitada de uma "composição livre".
2.2. O aluno era convidado a escrever textos que usassem a imaginação, afim de produzir algo que fosse de um "modo original".
3. Anos 1960 e 1970
3.1. Ampliação de acesso a escolarização.
3.2. Textos literários clássicos deixam de ser presuntos pelos professores.
3.3. A LDB de 1971 estabelece a disciplina de Comunicação e Expressão.
3.4. Diante dos fatos políticos e tecnológicos, a sociedade passa a valorizar menos o conhecimento propedêutico e mais a capacidade do individuo se comunicar.
3.5. A escola vive um conflito acerca do ensino da escrita, ao mesmo tempo que quer estimular o aluno a expressar suas ideias de um modo criativo (redações), era pressionada a cercear a liberdade do aprendiz na emissão de posições sobre o "status quo".
3.6. Nesse período consolidam-se os "gêneros escolares", dissertação, narração e descrição.
4. 1980
4.1. Deixar de fazer redações e começar a produzir textos.
4.2. Produção de textos informativos, situados, coesos e coerentes.
4.3. Aspectos formais dos textos, garantindo a estruturação e hierarquia textual.
4.4. Hierarquização: começo, meio e fim.
4.5. Na década de 80, explorar a escrita de modo contextualizado não se concretizou, os aspectos formais foram priorizados.
5. Gêneros textuais e escrita no espaço escolar
5.1. Anos 90, gêneros textuais assume papel no ambiente escolar.
5.2. Primeiramente, predominou o interesse pela nomeação e classificação dos gêneros textuais.
5.3. Gêneros são constitutivos das práticas discursivas e sociais.
5.4. Gêneros textuais se fundam nas ações vivenciadas.
6. A escola contemporânea e o trabalho com a escrita: o que ensinar?
6.1. A escrita deve ser entendida como um processo de interlocução entre leitor-texto-autor
6.2. O ensino deve contemplar diferentes letramentos como o literário, o jornalístico, o midiático, o científico, o do lazer.
6.3. Escrever na escola deve ser visto como um ensaio do que vai ser requerido aos aprendizes no espaço social.
6.4. Compreensão da escrita entre escritor-texto-leitor.