Diretrizes para a Construção de Testes Psicológicos

Mapa mental da disciplina Avaliação Psicológica.

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Diretrizes para a Construção de Testes Psicológicos por Mind Map: Diretrizes para a Construção de Testes Psicológicos

1. A validade refere-se ao grau em que as evidências empíricas e a teoria suportam as interpretações dos escores do teste para um propósito específico de uso.

2. Newton (2016) assinala que o modelo atual de cinco tipos de fontes de evidências é incapaz de acomodar todos os tipos de evidências de validade. O autor propõe a distinção entre dois tipos de evidências de validade, a saber: a macrovali-dação e a microvalidação.

3. trata basicamente da teoria e técnica de medida dos processos mentais, especialmente aplicada nas áreas da Psicologia e Educação (Pasquali, 2013).

4. O artigo destaca a justiça e proteção dos direitos humanos no processo de Avaliação Psicológica.

4.1. Artigo nº31

5. Avaliação psicológica

5.1. É definida como um processo estruturado de investigação de fenômenos psicológicos, composto por métodos, técnicas e instrumentos, com o objetivo de fornecer informações para a tomada de decisão, no âmbito individual, grupal ou institucional.

6. Benefício/Influência

6.1. Estudantes, pais, familiares, professores, administradores educacionais, candidatos a vagas de emprego.

6.2. Instituições, universidades, empresas, e agências governamentais.

7. PSICOMETRIA

8. SATEPSI

8.1. É um sistema informatizado que tem por objetivo avaliar a qualidade técnico-científica de instrumentos submetidos à apreciação da Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica do CFP.

9. TESTES

9.1. OBJETIVOS

9.1.1. identificar, descrever, qualificar e mensurar características psicológicas, por meio de procedimentos sistemáticos de observação e descrição do comportamento humano, nas suas versas formas de expressão.

10. Categorias de teste

10.1. I - Cognitivos e Neuropsicológico

10.2. II- Família e Casal

10.3. III- Problemas comportamentais

10.4. IV- Comportamento social e adaptativo

10.5. V- Personalidade

10.6. VI- Vocacional

11. Requisitos mínimos obrigatórios para construtores de testes

11.1. I - apresentação de fundamen-tação teórica, com especial ênfase na definição do(s) construto(s), descrevendo seus aspectos constitutivo e operacional;

11.2. II - definição dos objetivos do teste e contexto de aplicação, detalhando a população-alvo;

11.3. III - pertinência teórica e qualidade técnica dos estí-mulos utilizados nos testes;

11.4. IV - apresentação de evi-dências empíricas sobre as características técnicas dos itens do teste, exceto para os métodos projetivos/expressivos;

11.5. V - apresentação de evidências empíricas de validade e estimativas de precisão das interpreta-ções para os resultados do teste, caracterizando os procedimentos e os critérios adotados na investiga-ção;

11.6. VI - apresentação do sistema de correção e inter-pretação dos escores, explicitando a lógica que fun-damenta o procedimento, em função do sistema de interpretação adotado;

11.7. VII - apresentação explícita da aplicação e correção para que haja a garantia da uni-formidade dos procedimentos.

12. Parâmetro para a construção dos testes

12.1. Evidência de precisão e fidedignidade.

12.1.1. condições de testagem do examinando, o formato do instrumento e as diferenças entre os avaliadores.

12.1.1.1. no que se refere ao examinando, flutuações gerais nas condições físicas e psicológicas, não relacionadas ao construto psicológico mensurado podem diminuir a precisão dos escores

12.1.1.2. no que se refere às fontes externas ao avaliando, as flutuações podem ser decorrentes das condições de testagem (como diferenças de luminosidade, conforto e temperatura) e das diferenças entre avaliadores. Neste último, os aspectos subjetivos dos avaliadores, se variados aleatoriamente, podem inserir imprecisão na estimação dos escores.

12.2. sistema de correção e interpretação dos escores.

12.2.1. Transformar scores brutos em informações mais interpretáveis.

12.3. Evidências de validade

12.3.1. (1) evidências baseadas no conteúdo do teste;

12.3.1.1. análise do relacionamento entre o conteúdo abordado pelos itens do teste e o construto que se pretende medir.

12.3.2. (2) evidências baseadas no processo de resposta;

12.3.2.1. quais os processos cognitivos necessários e envolvidos para que o examinando responda um determinado item.

12.3.3. (3) evidências baseadas na estrutura interna;

12.3.3.1. análise da estrutura interna de um teste pode indicar o grau de adequação da relação entre itens do teste e o seu fator

12.3.4. (4) evidências baseadas na relação com outras variáveis;

12.3.4.1. evidências baseadas nas relações com outras variáveis, que buscam os padrões de correlação entre os escores do teste e outras variáveis que meçam supostamente o mesmo construto ou construtos relacionados

12.3.5. (5) evidências baseadas nas consequências da testagem.

12.3.5.1. relaciona o teste às consequências de suas utilizações que podem ser tanto desejadas quanto indesejadas.

13. ''São beneficiados quando a avaliação os orientam ao alcance dos objetivos.''

14. A psicometria pode ser um norteador para o avaliador saber qual teste usar em determinada demanda.