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TRANSCRIÇÃO CELULAR por Mind Map: TRANSCRIÇÃO CELULAR

1. O QUE É

1.1. é o processo pelo qual são sintetizados todos os RNAs celulares. Esse processo conecta a informação presente na sequência de bases no genoma (genótipo) com as características funcionais da célula (fenótipo).

2. FASES

2.1. INICIO

2.1.1. em que sequências específicas do DNA (promotores) sinalizam o local de formação do complexo de transcrição para iniciar a cópia das sequências do DNA em RNA

2.1.1.1. O início da transcrição em eucariotos envolve mais etapas e um número maior de fatores, quando comparado com os procariotos. Como visto, em bactérias, uma única proteína (o fator u) é necessária para a iniciação correta da transcrição pela bacRNAP.

2.1.1.2. Em eucariotos, o início da transcrição ocorre pela ligação dos fatores de transcrição (TFs) às sequências de DNA na região do promotor. O conjunto de TFs e a euRNAP nuclear (I, II ou III) formam o PIC, que é o complexo mínimo capaz de iniciar a transcrição in vitro.

2.2. Alongamento da cadeia

2.2.1. na qual a molécula do RNA é sintetizada

2.2.2. os TFs, que participam da formação do PIC nos eucariotos, se dissociam do complexo na transição entre as fases de início e de alongamento. Entretanto, outros fatores são recrutados e participam do complexo de alongamento. A transcrição é regulada por alterações na cromatina e o RNA deve ser, no caso dos mRNAs, concomitantemente processado (adição de 5'-CAP, remoção dos íntrons e poliadenilação) e, por isso, muitos fatores e complexos participam desse processo.

2.3. terminação da transcrição

2.3.1. o processo em que a síntese do RNA é terminada em resposta a sinais específicos de terminação da transcrição (ter minadores)

2.3.2. Geralmente, antes da terminação da transcrição, o RNA nascente é clivado em sua porção 3

2.3.3. sequências que demarcam a terminação da transcrição não estão presentes no RNA sintetizado. Na maioria dos casos, regiões de simetria invertida, como as que ocorrem em procariotos, não são encontradas. Da mesma forma, proteínas relacionadas a Rho não foram encontradas em eucariotos.

3. PROTEÍNAS ENVOLVIDAS

3.1. RNA-polimerases

3.1.1. as RNAPs têm múltiplas atividades: (1) reconhecem e se ligam à sequências específicas de DNA; (2) separam a hélice dupla do DNA, expondo a sequência de nucleotídeos a ser copiada; (3) mantêm as fitas de DNA separadas na região de síntese do RNA; (4) mantêm estável o ht'brido DNA-RNA na região de síntese; (5) renaturam o DNA na região posterior à da síntese; e ( 6) sozinhas ou com o auxílio de proteínas específicas, terminam a síntese do RNA.

3.1.2. Todas as RNAPs celulares são complexos proteicos com subunidades múltiplas e partilham um complexo básico comum entre todos os domínios da vida.

3.2. Topoisomerases

3.2.1. As diferentes topoisomerases, tanto em procariotos como em eucariotos, participam da transcrição estabilizando as estruturas e refazendo o Superenrolamento original após a transcrição.

3.2.2. A reconstituição do superenrolamento original é fundamental, pois após a transcrição o DNA deve retomar à sua condição estrutural original.

3.3. PROMOTORES

3.3.1. Em eucariotos as euRNAPs não se ligam diretamente à sequência do promotor, que primeiro é reconhecida pelos fatores de transcrição (TFs) que dirigem a ligação das euRNAPs para o início da transcrição. Em geral, os promotores de eucariotos têm uma sequência principal capaz de produzir a transcrição em nível basal, que é denominada promotor principal (core promoter). Os promotores principais "dirigem• o início da transcrição

4. Fidelidade e correção de erros

4.1. Para atingir esse nível de precisão, a maior estabilidade quando o ribonucleotídeo correto é pareado com o molde de DNA não é suficiente, necessitando também um mecanismo, descrito recentemente, para correção de erros.

4.2. O primeiro mecanismo é conhecido como monitoramento (backtraching). A extremidade 3' terminal do RNA toma-se um substrato para a reação de clivagem, que é estimulada por fatores de clivagem. Essa reação depende da estabilidade do pareamento do RNA com o DNA-molde. Quanto mais instável o pareamento, maior é a atividade de clivagem, portanto a incorporação de um ribonucleotídeo errado estimula a correção pelo sistema de monitoramento.