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2 infância por Mind Map: 2 infância

1. Emoções

1.1. Emoções, como tristeza, alegria e medo, são reações subjetivas à experiência e que estão associadas a mudanças fisiológicas e comportamentais.

1.2. A capacidade de entender e regular, ou controlar, os próprios sentimentos é um dos avanços importantes da segunda infância (Dennis, 2006).

1.3. Crianças de apego inseguro tendem a demonstrar emoções mais negativas (medo, aflição e raiva), ao passo que crianças de apego seguro são mais ale- gres (Kochanska, 2001).

1.3.1. Durante o segundo ano o bebê desenvolve a autoconsciência, as emoções autoconscientes e maior capacidade para regular suas emoções

1.3.1.1. Aproximadamente aos 3 anos, alterações hormonais no sistema nervoso autônomo coincidem com a emergência das emoções avaliadoras.

1.3.1.2. Emoções Autoavaliadoras como orgulho, vergonha e culpa, que dependem tanto da autoonsciência quanto do conhecimento de padrões de comportamento socialmente aceitos.

1.3.2. O desenvolvimento emocional é ordenado,emoções complexas parecem desenvolver-se de emoções anteriores mais simples.

1.3.3. As crianças pequenas podem ser capazes de ler suas emoções melhor do que você pensa. Novas pesquisas sugerem que as crianças já aos 6 anos podem dizer a diferença entre um sorriso verdadeiro e um sorriso falso

1.4. O desenvolvimento do cérebro está intimamente ligado ao desenvolvimento emocional.

1.5. A capacidade de entender e regular, ou controlar, os próprios sentimentos é um dos avanços importantes da segunda infância

1.6. O temperamento

1.6.1. Tem uma dimensão emocional

1.6.1.1. Diferentemente de emoções como o medo, que aparece e desaparece, o temperamento é relativamente estável e duradouro

1.6.1.1.1. acredita-se que derivam da constituição biológica básica da pessoa, formam o núcleo da personalidade em desenvolvimento.

1.7. A autoregulação emocional ajuda as crianças a guiar seu comportamento e contribui para sua capacidade de conviver com os outros.

2. O Autoconceito

2.1. As cinco importantes perspectivas sobre o desenvolvimento do gênero são: biológica; evolucionista, psicanalítica, cognitiva e a da aprendizagem social.

2.1.1. Evidências sugerem que algumas diferenças de gênero podem ser de base biológica.

2.1.2. A teoria evolucionista considera os papéis de gênero das crianças uma preparação para o comportamento de acasalamento adulto.

2.1.3. Na teoria freudiana, a criança se identifica com o genitor do mesmo sexo depois de ter desistido do desejo de possuir o genitor do sexo oposto.

2.1.4. A teoria cognitivo-desenvolvimental sustenta que a identidade de gênero se desenvolve sobre a consciência que se tem do próprio gênero.

2.1.5. A teoria do esquema de gênero sustenta que a criança categoriza as informações relacionadas ao gênero, observando o que homens e mulheres fazem em sua cultura.

2.2. O autoconceito de acordo com um modelo neopiagetiano, a autodefinição passa de simples representações a mapeamentos representacionais.

2.2.1. Crianças pequenas não veem a diferença entre a identidade real e a identidade ideal.

2.3. A autoestima na segunda infância tende a ser global e irrealista, refletindo a aprovação dos adultos.

2.3.1. A criança nesta fase tende a ser mais empática, ser pró-sociail e menos propensas a ter problemas comportamentais.

2.3.1.1. Algumas diferenças cognitivas aparecem bem cedo, outras só na pré-adolescência ou até mesmo mais tarde.

2.4. Segundo Erikson, o conflito de desenvolvimento na segunda infância acontece do confronto entre a iniciativa (desejo) versus a culpa.

2.4.1. A resolução bem-sucedida desse conflito resulta em virtude do propósito.

2.5. As crianças aprendem os papéis de gênero bem cedo por meio da tipificação de gênero.

2.5.1. Os estereótipos de gênero atingem um ponto máximo durante os anos da pré-escola.

2.5.2. Uso de símbolos

2.5.2.1. As crianças podem imaginar que objetos ou pessoas têm outras propriedades além das que eles realmente têm.

2.6. As crianças tornam-se mais capazes de imaginar como os outros podem se sentir.