Universidade no Brasil: dos modelos clássicos aos modelos de ocasião? (1)
por KAROLINE LOREN FRANCA SOUZA
1. ensinos desenvolvidos após Revoluções como, Industrial e Francesa
2. o descompasso e atraso do Brasil no campo universitário
2.1. a quebra das lutas do “velho” contra o “novo” modelo das universidades brasileiras a serem criadas
2.1.1. “séria ameaça ao regime tradicional de ensino exclusivamente de formação profissional, de estrutura, mentalidade e técnicas de ensino já inteiramente superadas”, Fernando Azevedo
2.2. respondiam pragmaticamente ao imediatismo das exigências do poder burocrático e das necessidades das elites detentoras dos poderes econômicos, político e cultural
2.3. a desigual experiência universitária em países que foram colonizados por ingleses, espanhóis e portugueses, sofrendo com influências
2.4. processo de adoção, ainda que tentativo é parcial, de alguns traços fundamentais de um modelo de universidade assemelhado ao modelo alemão ou humboldtiano na universidade brasileira
3. “os cientistas resolveram criar uma associação para defender e lutar pelo progresso da ciência em nosso país”
3.1. especialmente durante a Ditadura Militar a busca da dimensão social da ciência e a defesa da liberdade de pesquisa na universidade
3.2. a criação da Unb permitiu o privilégio de iniciar experiências como, a junção de letras, artes, arquitetura, as ciências humanas, as ciências naturais e exatas
3.2.1. dois anos após, a Ditadura Militar encarregou-se de destruir o que havia de mais brilhante e inovador
4. divergências em relação ao ideal universitário de cada país.
4.1. ideal universitário de Humboldt: liberdade de pesquisar, de aprender e de ensinar
4.1.1. as faculdades( Letras e Ciências) que, nas universidades alemãs, formam o espaço natural das tendências inovadoras, são as que, na França, vegetam ou não preenchem essa função