1. Doenças do trato gastrointestinal
1.1. Terapia nutricional
1.1.1. Recuperar e proteger a mucosa gástrica, facilitar o processo digestório, promover alívio da dor, recuperar e/ou manter o estado nutricional adequado do indivíduo.
1.1.1.1. Consumo de fibras
1.1.1.2. Evitar alimentos ácidos
1.1.1.3. Evitar bebidas gaseificadas e cafeína
1.1.1.4. Uso de probióticos
1.1.1.5. Alimentos antioxidantes
2. Hepatopatias
2.1. Terapia Nutricional
2.1.1. Restrições de alimentos: evitar bebidas alcoólicas, café, os alimentos fritos, os alimentos gordurosos (embutidos, vísceras animais) lácteos integrais (preferir os desnatados).
2.1.2. Diminuir o consumo de proteínas animal e aumentar o consumo de proteínas de origem vegetal.
2.1.3. Aumentar o consumo de alimentos frescos, como frutas e verduras.
2.1.4. Potencializar o consumo de alimentos que favorecem a função do fígado.
2.1.5. Amentar o consumo de verduras de cor alaranjado-amareladas e de folhas verdes por seu conteúdo em beta-caroteno, avelã e nozes e azeite de oliva e linho por sua contribuição em vitamina E.
3. Doenças da cavidade oral
3.1. As deficiências de vitamina C, acido fólico e zinco aumentam a permeabilidade da barreira gengival no suco gengival, aumentando a suscetibilidade á doença periodental. Vitaminas A,E, betacarotena tem a capacidade de manutenção.
4. Diabetes
4.1. Controle da Glicemia
4.2. Evitar alimentos ultra processados ricos em gorduras saturadas e açúcares
4.3. Preferir alimentos in natura e com baixo índice glicêmico
5. Doenças Renais
5.1. IRA
5.1.1. Recomendação Nutricional
5.1.1.1. Objetivo de atingir as necessidades de energia, proteínas e micronutrientes a fim de prevenir a desnutrição energético-proteica, preservar a massa muscular, melhorar a cicatrização, melhorar a função imunológica e reduzir a taxa de mortalidade
5.2. DRC
5.2.1. Prevenção
5.2.1.1. Alimentação adequada e saudável
5.2.1.2. Controle de Peso
5.2.1.3. Atividade física
5.2.1.4. Diminuir consumo de álcool
5.2.1.5. Controle da hipertensão arterial e da glicemia
5.2.2. Fase não diálica
5.2.2.1. Retardar o ritmo da progressão da doença
5.2.2.2. Atenuar as manifestações da síndrome urêmica
5.2.3. Hemodiálise
5.2.3.1. A terapia nutricional em hemodiálise tem como principais objetivos a recuperação e manutenção do estado nutricional
5.2.3.2. principais objetivos a recuperação e manutenção do estado
5.2.3.3. Minimização do catabolismo proteico
5.2.3.4. Manutenção do equilíbrio ácido-básico, hidroeletrolítico, de minerais e vitaminas e melhorar o prognóstico do paciente
5.2.4. Recomendações nutricionais
5.2.4.1. SÓDIO - A HAS é um grande problema nesses pacientes – sendo indicado reduzir Na para 1000 a 2300mg
5.2.4.2. POTÁSSIO - deve ser restringido quando a diurese baixa para 1.000mL/dia. Atentar aos pct que recebem remédios que elevam o K – deve ter restrição nesses casos
5.2.4.3. LIQUIDOS – só restringe quando tem perda significativa da função renal
5.2.4.4. CÁLCIO E VITAMINA D - A absorção do cálcio está diminuída na DRC devido a redução da quantidade de Vit. D (ativada pelos rins)
5.2.4.5. FÓSFORO – níveis se elevam com a progressão da DRC. – controle deve ser feito para proceder a redução do mineral. Atenção pois as dietas pobres em fósforo, são deficientes de CÁLCIO (necessário suplementar)
5.2.4.6. DIETAS HIPOPROTÉICAS – são pobres em FÓSFORO (indicado)
6. Doenças gástricas
7. Anemia
7.1. Ferropriva
7.1.1. Orientar sobre o consumo de alimentos ricos em ferro
7.1.2. Se necessário, suplementação de ferro na forma ferrosa
7.1.2.1. Recomenda-se a ingestão do ferro ferroso com o estômago vazio, uma hora antes da refeição ou antes de dormir, para não ter interação negativas com alguns alimentos
7.1.2.2. Segundo Krause (2013) a dose diária de ferro elementar deve equivaler de 50 a 200mg para adultos e a 6mh/Kg de peso corporal para crianças
7.1.2.3. Manter a suplementação até a recuperação das reservas de ferro, recomenda-se o uso durante até 3 meses (3x ao dia)
7.2. Megaloblástica
7.2.1. Perniciosa
7.2.1.1. É uma doença autoimune, onde o portador não produz o Fator Intrínseco (FI), uma glicoproteína secretada pelas células parietais da mucosa gástrica, necessária para a absorção da vitamina B12.
7.2.1.2. Dieta hiperprotéica (1,5g/kg/dia)
7.2.1.3. Aumento da ingestão de vegetais verdes;
7.2.1.4. Consumo de Fígado, carnes vermelhas;
7.2.1.5. Consumo de ovos, leite e derivados.
7.2.2. Deficiência de Ácido fólico
7.2.2.1. Segundo Krause 2013, dosagem de 1mg de folato por dia, via oral,durante 2 a 3 semanas, para repor as revervas de folato (50 a100μg/dia);
7.2.2.2. (Chemin) dieta hiperproteica, hipervitaminica, hiperférrica, hipercúprica, ajustado as necessidades;
7.2.2.3. Instruir o consumo de ao menos 1 fruta crua, ou vegetal cozido ou 1 copo de suco de fruta diariamente;
7.2.2.4. Consumir frutas e vegetais frescos, não cozidos, pois o folato não resiste ao calor;
8. Transtornos alimentares
8.1. O tratamento nutricional dos TA é dividido em duas etapas, educacional e experimental.
9. Desnutrição prótéico-enegética
9.1. Tratamento nutricional
9.1.1. Geralmente alimentação oral.
9.1.2. Possivelmente deve-se evitar lactose
9.1.3. Pode-se tratar a desnutrição proteico-energética leve ou moderada, incluindo um breve período de inanição, por meio de uma alimentação balanceada, de preferência por via oral.
9.1.4. Suplementos alimentares líquidos
9.1.5. Crianças
9.1.5.1. Magnésio 0,4 mEq/kg/dia IM durante 7 dias.
9.1.5.2. Vitaminas do complexo B, duas vezes a IDR, por via parenteral nos primeiros 3 dias, geralmente com vitamina A, fósforo, zinco, manganês, cobre, iodo, flúor, molibdênio e selênio.
9.1.5.3. Como a absorção de ferro por via oral é baixa em crianças com DPE, pode ser necessária suplementação oral ou intramuscular.
10. Dieta Vegetariana
10.1. Benefícios
10.1.1. Menor prevalência de DCNT;
10.1.1.1. Maior ingestão de carboidratos complexos, fibras, vitaminas e minerais antioxidantes.
10.1.2. Menor ingestão de gorduras saturadas e colesterol dietético.
10.1.3. Melhor qualidade de vida e longevidade.
10.2. Riscos
10.2.1. Carência nutricional de: Vitamina B12, Cálcio, Ferro, Zinco e Ômega 3.
10.2.2. Pode causar anemia megaloblástica
10.2.3. Deficiência de vitamina D
11. Cardiopatias
11.1. Manter alimentação saudável, optar por alimento in natura
11.2. Evitar o consumo de sal
11.3. Evitar o consumo de alimentos gordurosos/ultra prossessados
11.4. Associar atividade física como hábito
12. Doenças esofágicas
12.1. Acalásia
12.1.1. Parar de fumar
12.1.2. Evitar alimentos ou bebidas que provocam azia
12.1.3. Beber um pouco de líquido, durante as refeições e mastigue bem os alimentos
12.1.4. Comer a cada três horas, pequenas refeições
12.1.5. Evitar comer duas horas antes de ir para a cama
12.2. DRGE
12.2.1. Evitar se deitar após refeições
12.2.2. Comer devagar
12.2.3. Beber agua no intervalo das refeições
12.2.4. Evitar o fumo e bebidas alcoólicas
12.2.5. Evitar alimentos ácidos
13. Obesidade
13.1. Como tratar/previnir
13.1.1. Reedução alimentar
13.1.2. Associar atividade física
13.1.3. Alimentos antioxidantes
14. Doenças TGI
14.1. Disbiose
14.1.1. Recomendações
14.1.1.1. Uso de probióticos e prebióticos
14.1.1.2. Reeducação, evitando o consumo exagerado de carnes vermelhas, leite e derivados, ovos e alimentos processados.
14.2. Constipação Instestinal
14.2.1. Aumentar consumo de fibras
14.2.2. Beber muita água
14.2.3. Equilibrar a alimentação consumindo mais frutas, vegetais folhosos e legumes.
14.2.4. Aumentar o consumo de alimentos laxativos
14.3. Diarréias
14.3.1. Promover a reposição de líquidos e eletrólitos
14.3.2. Ofertar dieta branda (evitar alimentos gordurosos) e ofertar alimentos obstipante;
14.3.3. Aumentar o consumo de fibra solúvel (pectina, goma, mucilagens);
14.3.4. Evitar Sacarose e Lactose (devido a baixa presença de lactase);
14.3.5. Preferir CHO complexo (amidos) que a absorção é mais lenta;