Vírus da mancha branca (WSSV)

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Vírus da mancha branca (WSSV) por Mind Map: Vírus da mancha branca (WSSV)

1. PCR

1.1. Dois pares de iniciadores

1.1.1. WS146F1/WS146R1 (externos)

1.1.2. WS146F2/WS146R2 (internos)

1.2. Duas etapas

1.2.1. Tamanho do fragmento

1.2.1.1. 1447pb

1.2.1.2. 941pb

1.3. Controle positivo

1.3.1. Amostra de DNA

1.3.1.1. Extraída de pleópodo

1.3.1.1.1. L. vannamei

1.4. Controle negativo

1.4.1. Amostra sem DNA molde

1.5. Eletroforese

1.5.1. Gel de agarose 2%

1.5.1.1. Fotodocumentado em câmera digital

1.5.1.2. Presença de uma única banda

1.5.1.2.1. Observada em 59 das 118 amostras analisadas

2. Dados relativos

3. Camarões

4. Peneídeos e não peneídeos, caranguejos, lagostas

5. Copépodos e insetos

6. Período anterior

6.1. 15 fazendas

6.1.1. Cultivo no entorno das lagoas

6.1.2. 14 apresentaram mortalidades

6.1.2.1. 14.905 milhões

6.1.2.1.1. Área de 172ha

7. Condições epidêmicas

7.1. Condições intensivas de cultivo

7.1.1. Liberação de efluentes contaminados com o vírus no ambiente natural

8. Coletas

8.1. Maio/junho

8.1.1. Tarrafas

8.1.1.1. Camarões

8.1.1.1.1. Litopenaeus vannamei

8.1.1.1.2. Farfantepenaeus brasiliensis

8.1.1.1.3. Litopenaeus schmitti

8.1.2. Armadilhas tipo covos

8.1.2.1. Siri

8.1.2.1.1. Calinectes danae

8.1.2.1.2. Calinectes sapidus

8.1.2.2. Caranguejo

8.1.2.2.1. Chasmagnathus granulata

9. 5 pontos de amostragem

9.1. Lagoa de Imaruí

9.2. Lagoa de Ribeirão

9.3. Lagoa de Santo Antônio

9.4. Lagoa de Santa Marta

9.5. Lagoa do Camacho

10. Brasil

10.1. Queda de 90% na produção

10.2. 2005

10.2.1. Litopenaeus vannamei

11. Informações sobre hospedeiro?

11.1. Ambiente natural

11.2. Riscos que eles

11.2.1. possam trazer

11.3. Prevenção de infecções

11.3.1. Criadores de camarão

12. Controle para evitar o ingresso de espécies de crustáceos silvestres nos cultivos

12.1. V potenciais do WSSV

13. Cultivos

13.1. Descarga de água

13.1.1. Contaminação da população natural

13.1.1.1. Outros organismos suscetíveis

13.1.2. Alta prevalência do vírus em organismos de vida livre

13.1.2.1. Teste de coabitação

13.1.2.2. Inoculação e ingestão de tecidos contaminados

13.1.3. Menor suscetibilidade

13.1.3.1. Hospedeiros assintomáticos

13.1.3.1.1. Importante vetores

14. Região do Complexo Lagunar Sul

14.1. Santa Cataria

14.2. 92 das 106 fazendas de cultivo

14.3. Amostras

14.3.1. Fixadas em etanol - 95%

14.3.1.1. Pleópodos dos camarões

14.3.1.2. Brânquias e patas de siris e caranguejos

14.3.2. Análise histológica

14.3.2.1. Subcuticular do estômago e do cefalotórax

14.3.2.1.1. Procedimento descrito por Lightner

14.3.2.1.2. Inclusões correspondentes ao WSSV

14.3.2.2. Brânquias

14.3.2.2.1. Resultados utilizados

14.3.3. Extração de DNA genômico

14.3.3.1. Pool de tecidos

14.3.3.1.1. Cinco animais

14.3.3.2. Perfil eletroforético em gel

14.3.3.2.1. Agarose 10%

14.3.4. Camarões vivos

14.3.4.1. Tamanhos variados

14.3.4.1.1. Injetada solução de Davidson

15. Principais espécies de crustáceos decápodes silvestres contaminados

15.1. Complexo Lagunar Sul

15.1.1. Efluente de fazendas de camarões afetadas pela enfermidade.