SAÚDE E ATIVIDADE FÍSICA

Mapa Mental Ana Carolina Macedo

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SAÚDE E ATIVIDADE FÍSICA por Mind Map: SAÚDE E ATIVIDADE FÍSICA

1. Sedentarismo é definido como a falta, ausência ou diminuição de atividades físicas ou esportivas. Considerada como a doença do século, está associada ao comportamento cotidiano decorrente dos confortos da vida moderna. Pessoas que tem um gasto calórico reduzido semanalmente pela ausência da prática esportiva são consideradas sedentárias ou com hábitos sedentários. Consequências para a saúde - Uma vida sedentária é caracterizada pela ausência de atividades físicas podendo provocar um processo de regressão funcional, perda de flexibilidade articular além de comprometer o funcionamento de vários órgãos posteriormente distinguindo-se um fenômeno associado à hipotrofia de fibras musculares, além de ser a principal causa do aumento da ocorrência de várias doenças, como a Hipertensão arterial, diabetes, obesidade, aumento do colesterol e infarto do miocárdio. A vida sedentária pode também ser causa direta ou indiretamente de morte súbita.

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3. O QUE É SAÚDE?

3.1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. A percepção do conceito de qualidade de vida também tem muitos pontos em comum com a definição de saúde. Desse modo, percebe-se a necessidade de analisar o corpo, a mente e até mesmo o contexto social no qual o indivíduo está inserido para conceituar melhor o estado de saúde.

4. BEM-ESTAR Qualidade de vida Conforto designa, em psicologia, a parte subjetiva da saúde mental, em oposição a sua parte objetiva. Esse aspecto subjetivo da saúde mental se apresenta como um conjunto hierárquico de disposições.

4.1. SAÚDE MENTAL A saúde mental é sinônimo de qualidade de vida emocional, ou seja, o equilíbrio entre emoções e sentimentos diante dos desafios, conflitos, mudanças e demais eventos da vida. Estar mentalmente saudável significa estar bem consigo e com os outros, conseguir aceitar as situações adversas e saber lidar com emoções boas e ruins, reconhecendo sempre seus limites — inclusive, buscando ajuda quando necessário.

4.2. SAÚDE FÍSICA A saúde física é a dimensão mais básica do bem-estar humano, representada por um corpo em pleno funcionamento, livre de doenças, bem nutrido e ativo. Para alcançar um estado fisicamente saudável, é preciso ter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas, dormir no mínimo oito horas, entre outras recomendações básicas da medicina.

4.3. SAÚDE SOCIAL A saúde social diz respeito à manutenção de relações saudáveis com a família, amigos, colegas de trabalho e comunidade em geral. Como seres sociais, temos necessidades de apoio, reconhecimento e estima dos outros, e as redes de apoio são fundamentais para manter as outras dimensões de saúde equilibradas.

4.4. SAÚDE FINANCEIRA saúde financeira é outra dimensão essencial do bem-estar humano, que influencia todas as outras áreas da vida no nosso modelo econômico. Isso porque boa parte das necessidades humanas dependem de dinheiro para serem atendidas, desde os recursos para cuidar do corpo e da mente até as condições para melhorar a sociabilidade, por exemplo. A falta dele, por outro lado, não apenas limita o acesso do ser humano a uma vida mais saudável, como causa problemas de saúde.

4.5. SAÚDE INTELECTUAL A saúde intelectual é desenvolvida por meio de atividades culturais, aprendizagem, exercício da criatividade e outras ações que enriquecem nosso repertório pessoal e expandem nosso conhecimento. Afinal, oxigenar o cérebro com novas ideias é fundamental para a saúde mental e autoestima.

4.6. SAÚDE ESPIRITUAL Por fim, a saúde espiritual é a dimensão de bem-estar relacionada à fé e às crenças do ser humano. Para alcançar o bem-estar espiritual, é preciso ter liberdade para exercer a fé, valores e propósito pessoal, seja por meio da religião ou filosofia.

5. ATIVIDADE FÍSICA

5.1. Atividade física é qualquer movimento voluntário produzido pela musculatura que resulte num gasto de energia acima do nível de repouso. Exemplos:, passear com o cachorro, dançar, entre outros.

6. SEDENTARISMO

7. OBESIDADE

7.1. A obesidade é uma doença crônica, que se caracteriza principalmente pelo acúmulo excessivo de gordura corporal. O número de pessoas obesas tem crescido rapidamente, tornando a doença um problema de saúde pública.Distúrbio que envolve excesso de gordura corporal, aumentando o risco de problemas de saúde. Geralmente, a obesidade resulta da ingestão de mais calorias do que as calorias queimadas por exercícios físicos e atividades diárias normais. Uma pessoa está obesa quando o índice de massa corporal (IMC) dela é de 30 ou mais. O sintoma principal é o excesso de gordura corporal, o que aumenta o risco de problemas de saúde graves. A base do tratamento são mudanças no estilo de vida, como dieta e exercícios.

8. ALIMENTAÇÃO

8.1. A alimentação é um processo no qual os seres vivos assimilam o alimento necessário para a realização de suas atividades vitais. Sem nos alimentarmos, não conseguimos desempenhar funções básicas do nosso organismo, como crescer e nos reproduzir. Uma alimentação saudável está relacionada com uma melhor qualidade de vida, enquanto uma alimentação inadequada está diretamente relacionada com o surgimento de problemas graves de saúde.

9. MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS

9.1. A antropometria é o ramo das ciências biológicas que tem como objetivo o estudo dos caracteres mensuráveis da morfologia humana. O tamanho físico de uma população pode ser determinado através da medição de comprimentos, profundidades e circunferências corporais, e os resultados obtidos podem ser utilizados na confecção de vestuário, equipamentos e maquinário, dentre outros produtos para uso humano. Especificamente no setor da saúde, muitos procedimentos e condutas terapêuticas necessitarão dessas informações para uma prescrição correta. As principais medidas antropométricas utilizadas nos serviços de saúde são: peso, altura, circunferência abdominal e cefálica. Mais do que realizar uma ação rotineira, essas medidas fazem parte da vigilância em saúde.

10. IMC

10.1. MC é a sigla para Índice de Massa Corporal,que é um cálculo que serve para avaliar se a pessoa está dentro do seu peso ideal em relação à altura. Assim, de acordo com o valor do resultado de IMC, a pessoa pode saber se está dentro do peso ideal, acima ou abaixo do peso desejado. Estar dentro do peso certo é importante porque estar acima ou abaixo desse peso pode influenciar bastante a saúde, aumentando o risco de doenças como desnutrição quando se está abaixo do peso, e AVC ou infarto, quando se está acima do peso. Assim, é comum os médicos, enfermeiros e nutricionistas avaliem o IMC da pessoa nas consultas de rotina para verificar a possibilidade de doenças que a pessoa pode estar pre-disposta.

10.1.1. O cálculo do IMC deve ser feito usando a seguinte fórmula matemática: Peso ÷ (altura x altura).

11. FREQUÊNCIA CARDÍACA

11.1. “A frequência cardíaca de uma pessoa varia ao longo de um mesmo dia, em virtude de diversos fatores, como alimentação, sono, medicamentos, atividades física ou mental, expectativa e até por crises de ansiedade. A quantidade normal de batimentos é de 50 a 90 batimentos por minuto (bpm)”, explica o cardiologista.

11.1.1. Calcular a Frequência Cardíaca Máxima (FCM) é fundamental para conhecer as limitações do próprio corpo antes de começar a fazer qualquer exercício físico. O estabelecimento do seu valor varia de acordo com a idade e o tipo de atividade que a pessoa executa diariamente. Ela pode ser verificada por meio do seguinte cálculo matemático: 226 menos a idade (para mulheres) e 220 menos a idade (para homens). Dessa forma, para uma mulher com 45 anos, calculamos: 226 – 45 = 181 bpm (batimentos por minuto). Mas é importante observar que a FCM não é a frequência cardíaca de segurança, sendo o ideal, trabalhar com 80% desse valor. Nesse sentido, uma mulher com 45 anos deve manter os batimentos cardíacos em 145 bpm.

11.1.2. até 2 anos — 120 a 140 bpm; 8 até 17 anos — 80 a 100 bpm; adulto sedentário — 70 a 80 bpm; adultos que praticam atividades físicas e idosos — 50 a 60 bpm.

12. DOENÇAS

12.1. Não existe uma definição clara sobre o que seja doença. O Mini Aurélio, por exemplo, define esse conceito como sendo a falta ou perturbação da saúde. Quanto a este último termo, a Organização Mundial de Saúde o conceitua como um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não só a ausência de doença. Além disso, nem sempre o surgimento de uma doença coincide, exatamente, com a manifestação de seus sintomas. Aliás, em alguns casos, o conhecimento de sua existência se dá acidentalmente e, em certas situações, até mesmo após a sua morte. Assim, fica claro que tanto saúde quanto doença são condições multifatoriais e também subjetivas.

12.1.1. No Código Internacional de Doenças (CID), as doenças são classificadas em: • Infecciosas e parasitárias; • Neoplasias (tumores); • Doenças do sangue e dos órgãos hematopoéticos; • Transtornos imunitários; • Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas; • Transtornos mentais e comportamentais; • Doenças do sistema nervoso; • Doenças do olho e anexos; • Doenças do ouvido e da apófise mastoide; • Doenças do aparelho circulatório; • Doenças do aparelho respiratório; • Doenças do aparelho digestivo; • Doenças da pele e do tecido subcutâneo; • Doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo; • Doenças do aparelho geniturinário; • Gravidez, parto e puerpério; • Algumas afecções originadas no período perinatal; • Malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas; • Sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte; • Lesões, envenenamento e algumas outras consequências de causas externas; • Causas externas de morbidade e de mortalidade.