1. Particularidade Lógica
2. Mapa Mental - Mito x Ciência
3. Toda teoria é uma conjectura especulativa e pode ser refutada ou comprovada, as teorias mais adequadas são as que prevalecem.
4. Falsificacionismo ingênuo
5. Critérios para testar suas teorias
5.1. Teste da Forma
5.2. Teste Interno
5.3. Teste de Inovação
5.4. Teste Empírico
6. Limites do Falsificacionalismo Sofisticado
6.1. As vezes, o que é refutável é a observação ou hipótese e não a teoria como um todo.
6.2. O sucesso da ciência, defender certas teorias e hipóteses.
6.3. O falsificacionismo é inadequado em bases históricas.
6.4. Cientistas não rejeitam paradigmas quando confrontados com anomalias
6.5. A Ciência normal não é crítica.
6.6. Os momentos críticos da ciência são as crises e as revoluções.
7. Falsificacionalismo sofisticado - Popper
8. Crítica às modificações ad hoc.
8.1. Quando se reformula uma teoria que já foi refutada com o intuito de fazer validá-la novamente
8.1.1. A hipótese modificada é menos falsificável que a versão original.
9. A ciência progride pela tentativa de superar a teoria.
9.1. Conceito de ciência: Caráter hipotético e caráter racional.
9.2. Teorias simultâneas x Teorias distintas.
9.3. Testes cruciais: resolução da disputa entre duas teorias diferentes.
10. Proposições de observação pública x Proposições de observações privadas
10.1. As observações têm um fator de convenção: a ciência deve ser "reprodutível" e tem critérios pré-estabelecidos.
11. Há uma dependência da observação para com a teoria
11.1. Relação de reciprocidade: a observação é orientada pela teoria e a pressupõe.
11.2. As teorias tem a necessidade de pressupostas para uma observação. Ex: "O gás acabou. Logo, não poderei fazer o café"
11.3. "Todos os fatos são teorias" (Goethe): aprender a enxergar. A empiria existe, mas não é pura.
12. Ordem de progressão da ciência
12.1. 1º Pré-ciência
12.2. 2º Ciência Normal
12.3. 3º Crise Revolução
12.4. 4º Nova Ciência Normal
12.5. 5º Nova Crise
13. Ênfase ao Progresso Científico
13.1. Ênfase aos fatores Sociológicos
14. Paradigmatismo de Kuhn
14.1. 1º A atividade desorganizada e diversa (pré ciência)
14.2. 2º Estruturação da atividade organizada: paradigma
14.3. 3º Estudo do paradigma: Ciência Normal
14.4. 4º Dificuldades e posterior mudança durante o estudo do paradigma: Crise e Revolução
14.5. 5º Superada a dificuldade momentaneamente até que surja novas dificuldades: Nova Ciência normal e nova crise.
15. Limites do falsificacionismo ingênuo
15.1. As situações de testes realistas
15.2. Proposições de observação dependem da teoria e são falíveis
15.3. Existem algumas vezes, 2 teorias que dizem coisas diferentes sobre um mesmo tema.
16. Ciência x Pseudociência
16.1. Pois quanto menor a precisão e a clareza da teoria, maior a possibilidade de ser refutável.
16.2. A teoria para ser científica e informativa, deve ser refutável.
16.3. Teorias irrefutáveis não são eficientes porque são generalizantes.
16.4. “uma teoria é científica se é composta por proposições empiricamente observáveis, isto é, proposições cujo valor de verdade possa ser estabelecido por meio da observação empírica”.
17. Desenvolver critérios para uma boa teoria.
18. Indutivismo Ingênuo
18.1. Passagem de afirmações singulares para afirmações universais.
18.1.1. Para os indutivistas, o método é capaz de criar novas teorias, inovar e ousar.
18.1.2. Ciência como conhecimento provado, derivado de observações e rigorosa obtenção de dados.
18.2. A ciência começa com uma observação e é neutra (sem critérios pré-definidos)
18.2.1. O número de observações precisa ser grande.
18.2.2. Há a necessidade de uma variedade de observações.
18.2.3. Nenhuma observação deve conflitar com a lei universal observada.
18.3. Limites do Indutivismo ingênuo
18.3.1. Lógico
18.3.1.1. O argumento indutivo é circular, não precisa logicamente válido.
18.3.2. Empírico
18.3.2.1. Há alguns casos em que as observações necessitam de critérios pré-definidos (ex: pensar sobre a importância da observação)
18.3.2.2. Há alguns casos que não são necessários um grande número de observações