1. Teoria de Rutherford-Bohr (1913)
1.1. em 1913, Bohr propôs alguns postulados que alteraram a visão do modelo atômico de Rutherford. Basicamente ele mostrou que os elétrons movem-se ao redor do núcleo atômico em órbitas circulares que possuem uma energia bem definida e característica, sendo, portanto, um nível de energia ou camada eletrônica. Para cada elétron são permitidas somente certas quantidades de energia, com valores múltiplos inteiros do fóton (quantum de energia).
1.1.1. Ele também mostrou que quando todos os elétrons dos átomos estão se movimentando em seus níveis respectivos de menor energia, o átomo está no seu estado fundamental, que é o mais estável. Mas se o elétron absorve fótons, ele salta de um nível mais próximo do núcleo para um de maior energia, mais externo. Esse é o estado ativado ou estado excitado. Mas ele é instável e o elétron logo emite a energia excedente, retornando para o nível de menor energia.
2. Teoria de Dalton (1808)
2.1. O químico inglês John Dalton baseou sua teoria na lei da conservação das massas e na lei das proporções constantes. A primeira parte de sua teoria afirma que toda a matéria é feita de átomos, que são indivisíveis. A segunda parte da teoria diz que todos os átomos de um determinado elemento são idênticos em massa e propriedades.
3. Teoria de Thompson (1898)
3.1. Quando Joseph John Thompson (1856-1940) estudava a existência de partículas subatômicas, conseguiu comprovar que existiam partículas com carga negativa (os elétrons) menores do que o átomo. O experimento de J.J. Thompson sugeria que os elétrons situavam-se numa parte do átomo que apresentava carga positiva. Desse modo, o átomo de Thompson teria o aspecto de ameixas em um pudim.
3.1.1. O cientista inglês Thompson acreditava que a carga do átomo era nula. Isso porque o átomo era composto por cargas positivas e negativas que se anulavam pelo fato de o número de ambas as cargas ser igual. As experiências de Thompson foram úteis na evolução da teoria atômica. O modelo proposto por ele substituiu o modelo atômico de Dalton
4. Teoria de Rutherford (1911)
4.1. O modelo criado por Ernest Rutherford, compara o sol ao núcleo do átomo e os elétrons aos planetas do sistema solar. Na experiência Rutherford, ele colocou no interior de um bloco de chumbo um fragmento radioativo de polônio.
4.1.1. A radiação que saia do polônio, seguia em direção a uma fina lâmina de ouro que estava cercada por um anteparo fluorescente - uma placa de metal coberta de sulfeto de zinco. O pedaço de polônio desprendia uma radiação de partículas alfa, que seguiam em direção à lâmina de ouro. A placa de sulfeto de zinco ao receber essa radiação gerou uma luminosidade nos locais onde as partículas alfa incidiram.
4.1.1.1. No experimento, três pontos se destacam e Rutherford fez as seguintes observações: • A maior parte das partículas seguiram a trajetória atravessando a lâmina de ouro; • Poucas partículas mudaram a trajetória quando atravessaram a lâmina; • Uma menor quantidade partículas foram refletidas e não atravessam a lâmina. A partir da análise desses três pontos, Rutherford concluiu que: 1) A maioria das partículas alfa atravessaram a lâmina de ouro, pois o átomo possuía grandes espaços vazios; 2) As poucas partículas que atravessaram a lâmina e sofreram desvio na trajetória, se aproximaram de alguma região de massa com mesma a carga elétrica que as partículas alfa; 3) Raras partículas foram rebatidas pela lâmina de ouro, isso porque, o átomo tinha uma região maciça de carga elétrica igual. Logo, as partículas refletidas se chocaram com essa região.
5. Teoria Atômica
5.1. teoria científica sobre a natureza da matéria, que afirma que a matéria é composta de unidades discretas chamadas de átomos.
5.1.1. originou-se como um conceito filosófico na Grécia Antiga no início do século XIX