1. Terminalidade
1.1. O adoecimento
1.1.1. Cada um da um significado conforme suas vivencias.
1.1.2. Gera crises
1.1.3. Diante dele ninguém se mantem impassível
1.1.4. É de difícil assimilação
1.1.5. Vem como uma ruptura
1.1.6. Trás consigo a ideia fixa de morte
1.2. A morte
1.2.1. A impotência diante a finitude da vida individual que preocupa.
1.2.1.1. A dor e o medo são os sentimentos predominantes e instintivos nesta relação com a morte
1.2.2. Mecanismos de defesa temporarios
1.2.2.1. Negacao, raiva, barganha, depressao e aceitacao
1.2.2.2. Contribuem para o ajustamento e equilíbrio da personalidade.
1.2.2.3. Nem todos os pacientes passam por todos os estagios.
1.3. Atuação do psicólogo
1.3.1. A escuta do paciente e sua familia
1.3.2. Amenizar a ansiedade ajudando a encontrar estratégias que habilitem a busca de um equilíbrio emocional para lidar com as perdas e dores, simbólicas e/ou concretas.
1.3.3. Deixar que o paciente morra inteiro, podendo reorganizar e recordar a história de sua vida, acrescentar um significado ao momento e ter a certeza de que sua vida foi importante.
2. Psicologia e contexto hospitalar
2.1. Atua para a melhor integração, e compreensão das diferentes práticas teóricas, minimiza os espaços entre as diversidades dos saberes, e lapida o cuidado à saúde e a prevenção de doenças.
2.2. Os psicólogos hospitalares atuam como intérpretes das demandas do paciente, da família e da equipe profissional. Ele atua como facilitador do diálogo entre essa tríade, e dispensa apoio psicológico a família, assim como esclarecimento de suas dúvidas.
2.3. Gera qualidade, e amplia a promoção da saúde e a melhor qualidade nos atendimentos hospitalares.
2.4. O trabalho
2.4.1. Auxílio à adaptação, intervindo na qualidade do processo de adaptação e recuperação do paciente internado.
2.4.1.1. Assistência direta: Atua diretamente com o paciente.
2.4.2. A função de Inter consulta: Auxiliando outros profissionais a lidarem com o paciente.
2.4.3. No hospital, o psicólogo hospitalar também estará realizando avaliação e atendimento psicológico aos familiares, apoiando-os e orientando-os em suas dúvidas, angústias, fantasias e temores. Junto à família, o psicólogo deverá atuar apoiando e orientando, possibilitando que se reorganize de forma a poder ajudar o paciente em seu processo de doença e hospitalização. Não se pode perder de vista a importância da força afetiva da família.
2.5. Desafios
2.5.1. É um desafio para o profissional da psicologia adentrar em um contexto onde se predomina o olhar biomédico, onde há limites institucionais regidos por regras, condutas e normas, além disso, o trabalho do psicólogo é muitas vezes deficiente no contexto hospitalar, pois a ausência de estrutura física impossibilita o espaço de cuidado do psicólogo
3. Suicídio
3.1. Morte autoprovocada com evidências, sejam elas implícitas ou explícitas de que a pessoa pretendia / tinha intenção de morrer.
3.2. Tentativa
3.2.1. Qualquer tipo de comportamento autolesivo nãofatal, com evidências, sejam elas implícitas ou explícitas de que a pessoa tinha intenção de morrer.
3.3. Comportamento suicida
3.3.1. Conjuntos de atitudes que incluem, pensamento, ideação, planejamento e o próprio suicídio.
3.4. Gesto suicida
3.4.1. Tentativa de suicídio – declarada ou não – através de um meio não letal ou completamente destituído de letalidade.
3.5. Mitos sobre suicidio
3.5.1. Se o profissional falar sobre o tema com o paciente esta dando ideia de suicídio a pessoa.
3.5.1.1. Só querem chamar atenção.
3.5.1.1.1. É impulsivo e sem aviso.
3.5.1.2. Querem mesmo morrer.
3.5.1.2.1. Quando sobrevivem a uma tentativa estão fora de perigo.
3.5.1.3. Após tentarem uma vez nunca mais irão tentar.
3.5.2. Crise suicida
3.5.2.1. A crise suicida tem relação direta com o isolamento, silêncio e falta de suporte psicossocial.
3.5.2.1.1. O acolhimento, o amparo, o respeito e o não julgamento são atitudes-chave para o manejo dessas situações.
4. Luto
4.1. Efeitos comuns da perda
4.1.1. Os sentimentos se confundem; As crises de choro são constantes; A rotina da pessoa é completamente alterada; A fragilidade alcança até quem se pensa muito forte; Se estabelece uma sensação de que a dor da perda e da separação não vai passar jamais.
4.1.2. Sinais de atencao
4.1.2.1. A pessoa deve ficar atenta tanto aos sintomas físicos como falta ou excesso de apetite, aperto no peito, infecções frequentes, insônia, baixa resistência, taquicardias, fadiga extrema e problemas digestivos, quanto aos mentais. Já que os primeiros podem acarretar doenças graves e os emocionais podem se transformar em angústia, depressão, crises de ansiedade, falta de concentração e síndrome de pânico.
4.2. Fases do luto
4.2.1. Negação Raiva Barganha Depressão Aceitação
4.3. Luto complicado
4.3.1. Pode desencadear depressão, ansiedade, isolamento social e insônia.,
4.3.2. Se diferencia do luto normal quando as reações emocionais graves passam a atrapalhar a vida do sujeito acometido e os acarreta prejuízos.
4.3.3. Manejos
4.3.3.1. Procurar ajuda médica e psicológica para que a pessoa possa encontrar um novo sentido à vida.