A TEORIA BEHAVIORISTA DE SKINNER

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A TEORIA BEHAVIORISTA DE SKINNER por Mind Map: A TEORIA BEHAVIORISTA DE SKINNER

1. Base Epistemológica

1.1. Até o século XVII, Foi, porém, com Descartes e os fisiólogos que o meio ambiente adquiriu um papel ativo no que concerne aos estudos sobre os animais e o Homem, através da noção de reflexo. Descartes, diz Skinner (2007), deu um passo importante, ao sugerir que o comportamento poderia ser iniciado por uma ação externa.

1.2. os fisiólogos do século XIX, ao estudarem e induzirem determinados tipos de comportamentos a partir da ação do meio ambiente. Esse agente externo (ação do meio) veio a ser denominado estímulo, e o comportamento por ele provocado foi denominado resposta.

1.2.1. Estímulo e resposta, juntos, passaram a constituir o que foi chamado de reflexo, a partir do entendimento de que todos os estímulos passavam, necessariamente, pelo sistema nervoso central e eram refletidos nos músculos, induzindo determinados tipos de comportamento.

2. Era a Psicologia Behaviorista, fundamentada no princípio estímulo-resposta, que estava se desenvolvendo.

2.1. As causas das ações humanas a agentes inobserváveis, como alma, psique e mente, por achar que estes não eram suficientes para identificar as circunstâncias que produzem e mantêm a maioria dos comportamentos humanos.

2.2. As práticas culturais são fundamentais nesse processo. A maneira de uma pessoa falar, por exemplo, depende das práticas da comunidade verbal a qual pertence.

2.3. Em suas pesquisas, constatou relações nas quais havia correspondências entre os comportamentos de um organismo e as circunstâncias em que eles ocorriam, possibilitando sua precisão, seu controle e, portanto, sua explicação.

2.4. As inter-relações são muito mais complexas do que as que ocorrem entre um estímulo e uma resposta e são muito mais produtivas tanto nas análises teóricas como nas experimentais. O comportamento gerado por um conjunto dado de contingências pode ser considerado estados ou processos internos hipotéticos. (SKINNER, 1984, p. 182).

2.4.1. O ambiente afeta o indivíduo, incitando-o a uma resposta (estímulo antecedente) e afetando-o pela consequência dessa resposta (estímulo reforçador). O teórico busca, ainda, nas ideias de Thorndike sobre frequência, a possibilidade de ampliar a relação estímulo-resposta.

2.4.1.1. Modelagem de Comportamentos e Controle de Estímulos

2.4.1.1.1. A aprendizagem é, pois, resultado de um processo de modelagem, que tem como base o condicionamento operante. Este, por sua vez, necessita do controle de estímulos, uma vez que o número de respostas condicionadas pelo organismo sem a presença de algum estímulo externo é mínimo.

2.4.1.1.2. os esforços para melhorar a educação têm, de modo geral, negligenciado os métodos. Na verdade, há uma fraqueza na técnica de ensino que se disfarça na reformulação dos objetivos da educação, fazendo com que as habilidades como escrever ou calcular sejam minimizadas em favor de proposições vagas como educar para a democracia, para a vida, para a cidadania, sem sugerir melhorias nas técnicas e, consequentemente sala de aula

3. Skinner (1974) chama a atenção para o fato de o controle do comportamento por meio de estímulos estar sujeito a limitações genéticas e advoga a importância da história ambiental nesse controle.

3.1. A dotação genética da espécie mais as contingências às quais o indivíduo foi exposto determinam seu comportamento, muito embora a história ambiental mantenha o controle.

3.2. Dessa forma, não descreve o meio ambiente em termos físicos, visto que o significado das coisas não está no ambiente atual, mas numa história de exposição às contingências nas quais ambientes semelhantes representaram papéis semelhantes.

4. Em relação ao termo justificando que nenhuma dessas concepções clássicas.

4.1. Aprender-fazendo, Aprender com a experiência e Aprender por ensaio e erro.

4.1.1. Nestas circunstâncias é porque outras condições foram inadvertidamente arranjadas. Quando uma criança, por exemplo, chuta uma bola, há muito mais do que fazer os movimentos.

4.1.2. por exemplo, que ele vai aprender. Não é o simples contato com o meio, a experiência sensorial, que propicia a aprendizagem.

4.1.3. Se fundamenta nas consequências do comportamento, aludindo seus efeitos, recompensa e punição, sendo inadequado para descrever o papel desempenhado pelas consequências do comportamento nas contingências de reforço.

4.1.4. Acentua apenas a resposta emitida (o mero comportamento), ignorando outras relações e variáveis presentes.

4.1.5. Por sua vez, considera somente a ocasião na qual a resposta ocorre (o estímulo do ambiente). Se, contudo, a experiência for com- binada com o fazer, chegaremos a duas variáveis: experiência (representando estímulos) e fazer (representando respostas).

5. Teóricos do Behaviorismo

5.1. “O pensamento humano é o comportamento humano. [...] Tem as dimensões de um comportamento, não de um pro- cesso interior que se expressa no comportamento.”

5.2. Contingências de reforço

5.2.1. no seu entendimento, as relações, ou melhor dizendo, as possibilidades estabelecidas entre a ocasião na qual ocorreu uma resposta, a própria resposta e as suas consequências reforçadoras

5.3. Comportamento Operante

5.3.1. O reflexo é uma ação não-voluntária porque inclui respostas que são produzidas por estímulos do ambiente e que o organismo responde automaticamente a eles.

5.3.2. O reflexo condicionado é, portanto, o comportamento não-voluntário resultante da substituição de um estímulo neutro por outro capaz de produzir respostas semelhantes ao estímulo original., O reflexo condicionado é, portanto, o comportamento não-voluntário resultante da substituição de um estímulo neutro por outro capaz de produzir respostas semelhantes ao estímulo original.

5.3.3. Os estudos de Pavlov, segundo Skinner, ampliaram essa análise ao descobrirem que a ação reflexa (também conhecida como comportamento respondente, visto tratar-se de mera reação involuntária do individuo ao estímulo ambiental) é passível de condicionamento.

6. a) as observações casuais (importantes nos primeiros estágios de investigação); b) as observações de campo controladas dados cuidadosamente colhidos por meio de instrumentos e procedimentos adequados); c) a observação clínica (dados que podem ser medidos e comparados ao comportamento de outros); d) as observações amplas (realizadas sob condições rigidamente controladas, como as pesquisas industriais e militares); e) os estudos em laboratórios de comportamento, incluindo o uso de instrumentos que viabilizam o contato com determinado comportamento e as variáveis das quais este comportamento é função; f) os resultados de estudos experimentais com animais, uma vez que os princípios básicos que regem os comportamentos do animal e do homem não são diferentes.

7. “Processos de pensamento”

7.1. Em síntese, é necessário prever, observar, isolar e controlar as condições ou eventos que tenham algum efeito demonstrável sobre o comportamento, de modo que seja possível controlá-lo por meio da manipulação.

7.2. um modelo do seu objeto que permita o surgimento de novas regras auxiliadoras de geração de novas práticas.

8. Introdução Neste texto, apresentamos e discutimos a teoria behaviorista de Skinner sobre o comportamento humano e as implicações dessa teoria para o processo de aprendizagem e de ensino escolar.

8.1. século XX, principalmente no que concerne ao processo de aprendizagem e aos métodos de ensino, fundamentando práticas e reformas educacionais e que, embora tenham sido alvo de muitas críticas, continuam servindo de referência teórica nesse século, esperamos que esse texto possa subsidiar as reflexões que se realizam na área da Educação na atualidade, contribuindo com a formação de profissionais que desejam desenvolver práticas pedagógicas fundamentadas, refletidas e conscientes.

8.1.1. A primeira trata da vida e da obra de Skinner; a segunda analisa as bases epistemológicas do seu pensamento; e a terceira analisa os aportes teóricos e contribuições\implicações para a prática pedagógica docente.

8.2. Em 1953, escreveu Ciência e Comportamento Humano, que se tornou o manual básico da sua Psicologia Comportamental.

9. firmou-se como um teórico importante da aprendizagem e como o mais famoso representante do Behaviorismo, corrente da Psicologia fundada pelo americano Watson que dominou o pensamento e a prática da psicologia nas escolas e consultórios até os anos 1950 e que propunha o comportamento como objeto de estudo em substituição à consciência.

9.1. foi um dos pensadores mais citados no século XX, seja por seus seguidores e adeptos, seja por seus opositores e críticos

9.2. como fundamento básico a valorização do reforço das ações humanas e a oposição a todas as formas de punição ou repressão da vida social, em especial as efetivadas no sistema educativo.

10. A mudança de sentimento e a de comportamento têm uma causa comum.” (SKINNER, 1974, p. 56).

10.1. Os dados passíveis de análise para a ciência do comportamento podem surgir de fontes diversas, tais como:

11. Reforçamento

11.1. como um mecanismo de fortalecimento de respostas a partir das suas consequências, levando a aumentar a sua frequência, condicionando-as. Em função do comportamento ser reforçado pelas suas consequências, as próprias consequências são chamadas de reforço.

11.1.1. Neste caso, o controle obtido a partir desse pareamento é relativamente independente das condições atuais e momentâneas.

11.1.1.1. Por exemplo, o dinheiro em si não é útil num primeiro momento, mas, posteriormente, quando o indivíduo consegue através dele obter o que lhe é útil e necessário. A estimulação imediata proveniente de tal comportamento tornou-se, portanto, um reforçador generalizado.

11.1.2. 1. Reforço positivo consiste na apresentação de estímulos recompensadores (acrescenta-se alguma coisa à situação). O 2. Reforço negativo, por sua vez, consiste na retirada de um estímulo aversivo da situação. A ação de tomar o remédio tenderá a se repetir sempre que tiver dor de cabeça.

11.1.2.1. Enquanto o primeiro, como vimos, é um estímulo que aumenta a frequência de determinado comportamento através da retirada de uma situação aversiva; o segundo diminui a frequência de um comportamento, podendo levá-lo até a sua extinção.

11.1.2.2. A extinção é o processo de diminuição na frequência de determinadas respostas que ocorre tanto pelas consequências aversivas como pela ausência de reforço positivo.

12. Considerações Finais

12.1. O aprender e com o desenvolvimento de uma vida saudável; em terceiro a ineficiência de um ensino de alta complexidade, gerador de angústias, sacrifícios e penalidades, também incompatíveis como o aprender

12.2. Nesse sentido, nos mostra a necessidade de analisar não apenas as respostas do sujeito, mas as consequências destas respostas e o contexto que as gerou.

12.3. um ensino que respeite a individualidade e o ritmo de aprendizagem de cada aluno, que seja fundado na satisfação e no prazer e que faça uso de artefatos tecnológicos.

13. GRUPO: Liny Mariane Silva Rodrigues Rhávella Cristina Souza Silva