A LINGUÍSTICA NO SÉCULO XX

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A LINGUÍSTICA NO SÉCULO XX por Mind Map: A LINGUÍSTICA NO SÉCULO XX

1. Foco ‘universalista’

2. Foco ‘particularista’

3. Estruturalismo

3.1. Europa

3.1.1. Escola de Praga

3.1.1.1. Combinação de estruturalismo com funcionalismo ( a estrutura das línguas é determinada por suas funções características )

3.1.1.2. Trabalho de fonologia

3.1.2. Ferdinand de Saussure (1916)

3.1.2.1. Langue (língua)/Sistema linguístico

3.1.2.1.1. Linguística sincrónica

3.1.2.2. Parole/Comportamento linguístico

3.1.2.2.1. Linguística diacrónica

3.1.3. Escola de Copenhague

3.2. Estados Unidos

3.2.1. Franz Boas (final do século XIX)

3.2.2. Sapir (inclinação antropológica)

3.2.3. Bloomfield

3.2.3.1. Language (1933)

3.2.3.1.1. Adoção behaviorista da semântica (o significado é simplesmente a relação entre um estímulo e uma reação verbal)

3.2.4. Estruturalismo americano pós-bloomfieldiano

3.2.4.1. Desprezo pela semântica

4. A gramática gerativo-transformacional

4.1. Syntactic Structure (Chomsky, 1957)

4.1.1. Gramática gerativa: oferecer um meio de análise dos enunciados que levasse em conta o nível subjacente da estrutura

4.1.2. A linguística deveria se ocupar com o estudo da competência e não se restringir ao desempenho

4.1.3. Aparato para mostrar a noção de competência (regras e símbolos) /regra transformacional

4.1.4. Gramática transformacional

5. Reação às ideias de Chomsky

5.1. Escola tagmemica: usada para analisar as línguas até então não registradas, na américa Central, do Sul e África ocidental

5.2. Gramática estratificacional (Estados Unidos). Tem traços que a ligam ao estruturalismo europeu e a Escola de Praga

6. Bakhtin e as três concepções de língua

6.1. Subjetivismo idealista

6.1.1. Percepção da língua como uma “atividade mental”. O psiquismo individual constitui a fonte da língua

6.1.1.1. Defensores: Wilhem Humboldt e Chomsky

6.2. Objetivismo abstrato

6.2.1. Concepção da língua como um sistema de regras passíveis de descrição

6.3. Língua como atividade social (o importante é a enunciação, o processo verbal)

6.3.1. Todo signo é ideológico e toda modificação da ideologia acarreta em uma modificação da língua

6.4. Palavra chave da linguística bakhtiniana: diálogo

7. A guinada pragmática

7.1. A pragmática estuda os fatores que regem nossas escolhas linguísticas na interação social e esses efeitos sobre as outras pessoas

7.2. A pragmática não faz parte da “estrutura” da língua, sendo que deve ser vista como algo separado nos modelos linguísticos de análise

7.3. A pragmática e a semântica levam em conta noções como as intenções do falante, os efeitos de um enunciado sobre os ouvintes, as implicações que seguem o expressar alguma coisa de certo modo, e os conhecimentos, crenças e pressuposições acerca do mundo sobre os quais os falantes e ouvintes se baseiam quando interagem

7.4. A estilística e a sociolinguística se sobrepõem a pragmática em seu estudo das relações sociais que existem entre os participantes

7.5. A pragmática e a psicolinguística investigam os estados psicológicos, fatores como atenção, memória e personalidade

7.6. A pragmática e a análise da conversação compartilham várias das noções filosóficas e linguísticas que foram desenvolvidas para lidar com o exame das interações verbais