FUNDAMENTOS ANTROPOLÓGICOS PARA O SERVIÇO SOCIAL

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
FUNDAMENTOS ANTROPOLÓGICOS PARA O SERVIÇO SOCIAL por Mind Map: FUNDAMENTOS ANTROPOLÓGICOS PARA O SERVIÇO SOCIAL

1. Conceito de Capitalismo: É uma atividade Social, uma relação social de produção

2. Fases do Capitalismo: Comercial; Industrial; Financeiro; Monopolista

3. O Capital Como Relação Social: Neste conjunto de relações sociais o homem é considerado um ser social e desenvolve su práxis

4. O capital social supõe o trabalho assalariado.

5. O capitalismo tem como fundamento a divisão de classes: de um lado o proletariado e do outro os que detém o poder de comprar a força de trabalho.

6. O Serviço Social e Capital Monopolista: O Estado trabalha a fim de oferecer as condições necessárias a acumulação e à valorização do capital monopolista.

7. A Questão Social no Brasil: Os assistentes trabalham com a questão social nas suas mais variadas expressões quotidianas: Indivíduos, famílias, área habitacional, na saúde na assistência social pública, etc.

8. No Brasil a questão social se intensificou no capitalismo monopolistas, com a crise do ciclo expansionista após a 2a. Guerra mundial e atinge a maturidade após 1964.

9. Com a profissionalização do serviço social se consolida as politicas sociais. A formação do profissional de serviço social no Brasil, está fundamentada na questão social, no processo sócio histórico da profissão, na consolidação do capital, e na organização dos trabalhadores na luta por seus direito.

10. No Brasil a profissão de Assistente Social se afirma com a hegemonia do capital na necessidade de atender a questão social

11. O surgimento do Serviço Social na Europa: No final do séc. XVIII e inicio do XIX ocorreu a revolução Industrial na Inglaterra. Em razão da grande exploração dos trabalhadores que começam a conflitar com seus empregadores, efetiva-se o Serviço Social.

12. Em 1897, Mary Richmond apresentou sua teoria de Assistência Social na Conferência Nacional de Caridade e Correção, propondo a criação da Escola voltada a aprendizagem de Filantropia Aplicada.

13. Em 1908, apoiada pela Igreja Católica, foi criada na Inglaterra a primeira escola de Serviço Social

14. Em 1917 , com a obra "Diagnóstico Social", da autora Mary Richmond, o serviço social apresentou avanço como profissão, pois enfatizava o entendimento do sujeito.

15. Em 1936, foi criada a primeira de Serviço Social no Brasil, todavia a base ainda se mantinha assistencialista e religiosa.

16. Fundamentos da Institucionalização da Profissão: A função da profissão do assistente social, caracteriza-se pela mediação nas relações entre Estado e Sociedade civil no enfrentamento da questão social.

17. Fatores que contribuíram para a formação Welfare State: As lutas do operariado europeu; A exploração econômica e Opressão política. Em síntese, a ideologia Welfare State propunha reformas estruturais conciliando interesses tanto da burguesia como do proletariado.

18. O Neoliberalismo inicia-se na década de 1980, principalmente nos países industrializados.

19. Na década de dos anos 1970, e neste contexto de crise, verifica-se um grande esforço na construção da pedagogia emancipatória da profissão de Assistente Social.

20. O Serviço Social no Brasil: No período na ditadura militar que perdurou de 1964 a 1985 foi o tempo que foi governado pelos militares, ficando caracterizado pela falta de democracia, cortes nos direitos sociais.

21. Os assistentes sociais lutavam para o rompimento do tradicionalismo profissional. Surgiram algumas vertentes: 1) A vertente modernizadora; 2) A vertente que foi norteada pela fenomenologia, que prioriza no serviço social brasileiro, a concepção de pessoa, diálogo e mudança social; 3) A 3a. Vertente foi a Marxista, que trouxe à profissão seu caráter político e crítico.

22. Protoformas e Serviço Social: A Igreja Católica possui uma antiga relação com as obras de caridades. As protoformas do Serviço Social surgem sob resultados de disposições realizadas por diversos ramos da burguesia, apoiada pela Igreja Católica. Em 1932 cria-se o primeiro Centro de Estudo e Ação Social de São Paulo(CEAS). o CEAS cria 04 centro operários com várias atividades. 1937 cria-se 03 centros familiares em bairros populares para assistência aso imigrantes

23. Em 1935, cria-se a primeira Escola de Serviço Social no Brasil. Em 1938 aconteceu a seção de Assistência Social, com a finalidade de definir um conjunto de atividades para ajustamento dos indivíduos. De 1936 a 1945, a tecnificação profissional pautava-se na formação científica e técnica, formação moral e doutrinária

24. Serviço Social Contemporâneo: A competência crítica do assistente social na atualidade propõe um diálogo crítico com a herança intelectual incorporada pelo Serviço Social, é necessário redimensionar os critérios da objetividade do conhecimento. O Serviço Social contemporâneo no Brasil tem como característica a renovação social.

25. A profissão de Assistente Social no Brasil adquiriu materialidade em sua regulamentação profissional através do Código de Ética do Assistente Social, A Lei 8.662 que Regulamentou a Profissão e as Diretrizes Curriculares Norteadoras da formação acadêmica no ano de 1993.

26. Nos anos de 1965 a 1975 surgiu o movimento de Reconceituação do Serviço Social na América Latina

27. Por fim o Serviço Social brasileiro passou por inúmeras mudanças e transformações ao longo da história, mas sempre recebendo forte influência conservadora que permeou a profissão durante muitos anos. Porém a profissão de Assistente Social, tem como marco no ano, a quebra, o congresso na virada em 1979, onde a profissão passa ser incorporada por uma forte tendência crítica. É imprescindível recordamos que todos os avanços profissionais do Serviço Social, foram construídos através de muitas lutas. Lutas que permanecem até a contemporaneidade, sendo assim, nosso cotidiano profissional está repleto de desafios, e que serão vencidos, principalmente por meio de intervenções críticas, considerando todo o contexto social do público atendido e também as condições capitalistas.