O PEDAGÓGICO E O DECOLONIAL

O PEDAGÓGICO E O DECOLONIAL - CATHERINE WALSH - Cayo Fellype, Juliana Sousa e Lia Cupolillo

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O PEDAGÓGICO E O DECOLONIAL por Mind Map: O PEDAGÓGICO E O DECOLONIAL

1. STUART HALL

1.1. ARGUMENTOU

1.1.1. MOVIMENTOS POLÍTICOS PRODUZEM MOVIMENTOS TEÓRICOS

1.1.1.1. PRÁTICA DA TEORIZAÇÃO

1.1.1.1.1. LUTAS PELA TRANSFORMAÇÃO SOCIAL, POLÍTICA E CULTURAL

1.1.1.2. CADA VEZ MAIS EMARANHADOS E COMPLEXOS

1.1.1.2.1. CREISE

1.1.1.2.2. REVOLUÇÃO

1.1.1.2.3. TRANSIÇÃO

1.2. SEU DESEJO

2. ABYA YALA

2.1. INVASÃO COLONIAL-IMPERIAL

2.1.1. AMÉRICA

2.1.2. ATO POLÍTICO, EPISTÊMICO

2.1.3. ESTRATÉGIAS, PRÁTICAS E METODOLOGIAS

2.1.4. LUTA, REBELIÃO, QUILOMBOLAS, INSURGÊNCIAS, ORGANIZAÇÃO E AÇÃO

2.1.4.1. INDÍGENAS

2.1.4.2. AFRICANOS SEQUESTRADOS

2.1.5. DERIVOU

2.1.5.1. DESCRITO

2.1.5.1.1. ANIBAL QUIJANO

3. RAZÃO

3.1. SENTIDO POLÍTICO, SOCIAL, CULTURAL E EXISTENCIAL

3.1.1. MEMÓRIA COLETIVA

3.1.1.1. COMPROMISSO DECOLONIAL

3.1.1.2. ENTRELAÇAM NA PRÓPRIA PRÁTICA

4. NOSSO MUNDO

4.1. RESSURGIMENTO

4.1.1. PRÁTICAS INSURGENTES

4.2. SEU MUNDO

4.2.1. COLAPSO DA ORDEM GLOBAL

5. PRÁTICAS COMO PEDAGOGIAS

5.1. ESTILUMAM O PENSAR

5.1.1. SER

5.1.2. SENTIR

5.1.3. EXISITIR

5.1.4. FAZER

5.1.5. OLHAR

5.1.6. OUVIR

6. PAULO FREIRE

6.1. PEDAGOGIA

6.1.1. METODOLOGIA ESSENCIAL

6.1.1.1. LUTAS SOCIAIS

6.1.1.1.1. CENÁRIOS PEDAGÓGICOS

6.1.1.1.2. NÃO PREDOMINANTEMENTE DE CLASSES

6.2. PENSAR POLITICAMENTE A PEDAGOGIA

6.2.1. PONTO DE PARTIDA

6.3. PREOCUPAÇÃO CENTRAL

6.3.1. CONDIÇÕES EXISTENCIAIS

6.3.1.1. CLASSES POBRES

6.3.1.2. EXCLUÍDAS

6.3.2. EPISTEMOLÓGICA

6.3.2.1. OBSESSÃO DE CONHECER SUA "VERDADEIRA REALIDADE"

6.3.2.1.1. NÃO

6.4. PEDAGOGIA DO OPRIMIDO

6.4.1. INSTRUMENTO

6.4.1.1. DESCOBERTA CRÍTICA

6.4.1.1.1. MANIFESTAÇÃO DE DESUMANIZAÇÃO

6.4.2. PENSAR CRITICAMENTE

6.4.2.1. RELAÇÃO

6.4.2.1.1. SER VOCÊ MESMO

6.4.2.1.2. CONTRA O PRÓPRIO SER

6.5. PEDAGOGIA DA ESPERANÇA

6.5.1. REBELIÃO

6.5.1.1. QUILOMBOS

6.5.2. REINVENÇÃO DA EXISTÊNCIA E DA VIDA

6.5.2.1. VOCAÇÃO PARA A HUMANIDADE

6.5.2.2. DISTORÇÃO DA VOCAÇÃO

6.5.2.2.1. LUTA

6.6. AÇÃO PARA ENFRENTAR A OPRESSÃO E A HUMANIZAÇÃO

6.6.1. CONHECER A REALIDADE E TRANSFORMÁ-LA

6.6.1.1. DINÂMICA DIALÉTICA

6.6.1.1.1. ENUNCIAÇÃO DA SITUAÇÃO DEZUMANIZANTE

6.6.1.1.2. ANÚNCIO DE SUA DERROTA

7. GUAMÁN POMA

7.1. "BOM GOVERNO"

7.1.1. "NOVA CRÔNICA"

7.2. SIGNIFICADO ESPACIAL

7.2.1. EVIDENTE

7.2.1.1. MAPA SIMBÓLICO DO MUNDO

7.3. DESENHOS

7.3.1. FERRAMENTAS PEDAGÓGICAS

7.3.1.1. PERSISTÊNCIA

7.3.1.2. INSISTÊNCIA

7.3.1.3. SOBREVIVÊNCIA DO DECOLONIAL

7.3.1.4. CONSTRÓI

7.3.1.5. REPRESENTA

7.3.1.6. PROMOVE

8. FRANTZ FANON

8.1. MUNDO ANTI-NEGRO

8.1.1. GOVERNADO

8.1.1.1. CAPITALISMO

8.1.1.2. EUROCENTRISMO

8.1.1.3. COLONIALIDADE DO PODER

8.1.2. ENTRELAÇADOS

8.1.2.1. DESUMANIZAÇÃO

8.1.2.1.1. FREIRE

8.1.2.2. RACISMO

8.1.2.3. RACIALIZAÇÃO

8.2. PROBLEMA COLONIAL

8.2.1. OBRAS

8.2.1.1. LUTAS

8.2.1.1.1. DECOLONIZAÇÃO

8.2.1.1.2. LIBERTAÇÃO

8.2.1.1.3. HUMANIZAÇÃO

8.3. MUDANÇA OU TRANSFORMAÇÃO SOCIAL

8.3.1. PRÓPRIOS COLONIZADOS

8.4. SOCIOGÊNESE

8.4.1. MÉTODO PEDAGÓGICO

8.4.1.1. UTILIZADO PARTICULAMENTE

8.4.1.1.1. PELE NEGRA

8.4.1.1.2. MÁSCARAS BRANCAS

8.4.1.2. ANÁLISAR

8.4.1.2.1. HOMENS E MULHERES NEGROS

8.4.2. EXPLICITAR A CONEXÃO ENTRE O SUBJETIVO E O OBJETIVO

8.4.2.1. METODOLOGIA ESSENCIAL

8.4.2.1.1. CONSTRUÍDA E POSICIONADA

8.4.3. PEDAGOGIA DECOLONIAL

8.4.3.1. EVIDENCIADO

8.4.3.1.1. LIGAÇÃO ENTRE

8.4.4. POSTO DE PEDAGOGIA

8.4.4.1. AUTODETERMINAÇÃO

8.4.4.2. AUTOLIBERTAÇÃO

8.4.4.3. QUATRO ABORDAGENS

8.4.4.3.1. DESPERTAR, ENCORAJAR A AUTO-AGÊNCIA

8.4.4.3.2. AÇÃO

8.4.4.3.3. FACILITAR A FORMAÇÃO DA SUBJETIVIDADE E AUTORREFLEXÃO

8.4.4.3.4. PROMOVER E REVITALIZAR "OUTRAS"

9. MANUEL ZAPATA

9.1. LUTOU PARA ENFRENTAR

9.1.1. RACISMO

9.1.2. EPIDERMIZAÇÃO

9.1.3. COLÔMBIA NATAL

9.2. VIVÊNCIA

9.2.1. EXERCE

9.2.1.1. MÚLTIPLAS INSURGÊNCIAS POLÍTICAS

9.2.1.2. EPISTÊMICAS

9.2.1.3. CULTURAIS

9.2.2. NACIONALISMO EXCLUSIVO DA COLÔMBIA

9.2.2.1. NÍVEL GEOPOLÍTICO

9.2.2.2. LITERÁRIO

9.2.2.3. ARTÍSTICO

9.2.2.4. RACIAL-ÉTNICO-CULTURAL

9.3. ESCREVER

9.3.1. ARMA

9.3.2. FERRAMENTE DE DESALIENAÇÃO

9.3.3. TRANSFORMAÇÃO

9.4. VISÍVEL

9.4.1. SOCIEDADES LATINO-AMERICANDAS

9.4.1.1. INTERSEÇÃO DE RAÇA

9.4.1.2. PIGMENTOCRACIA

9.5. FIXAÇÃO

9.5.1. EPIDERME

9.5.1.1. CONTRIBUIÇÃO

9.5.1.1.1. FRAGMENTAR LUTAS DE DECOLONIZAÇÃO E HUMANIZAÇÃO

10. ZAPATA, FREIRE E FANON

10.1. CADA UM A SEU MODO

10.1.1. DIRETRIZES PARA TECER GRADATIVAMENTE

10.1.1.1. PEDAGOGIAS COMO PRÁTICAS DE AÇÃO E METODOLOGIAS ESSENCIASI

10.1.1.1.1. APRENDIZAGEM

10.1.1.1.2. DESAPRENDIZAGEM

10.1.1.1.3. REAPRENDIZAGEM

10.1.1.1.4. DIRECIONAR O PROCESSO DE COLONIZAÇÃO

10.2. DESLOCAM O PEDAGÓGICO

10.2.1. DISCURSOS TRADICIONAIS

10.2.2. PROCESSOS DE EDUCAÇÃO

10.2.3. ESCOLARIZAÇÃO

10.3. MONSTRAM

10.3.1. LUTAS SOCIAIS

10.3.1.1. SÃO CENÁRIOS PEDAGÓGICOS

11. PEDAGOGIAS DECOLONIAIS

11.1. NÃO SE REFEREM

11.1.1. LEITURA DE UM PANTEÃO DE AUTORES

11.1.2. NÃO SÃO PROCLAMADOS COMO UM NOVO CAMPO DE ESTUDO

11.1.3. OU PARADIGMA CRÍTICO

11.2. CONSTRUÍDOS DE MANEIRAS DIFERENTES

11.2.1. PRÓPRIAS LUTAS

11.2.1.1. NECESSIDADE DE SUSTENTAR E COMPREENDER CRITICAMENTE O QUE ESTÁ ENFRENTANDO

11.2.1.1.1. CONTRA O QUE DEVE SER RESISTIDO

12. CATHERINE WALSH

12.1. DECOLONIDADE

12.1.1. PROJETO A SER ASSUMIDO

12.1.2. PROCESSO DE AÇÃO PARA CAMINHAR PEDAGOGICAMENTE

12.1.3. NÃO UMA TEORIA A SER SEGUIDA

13. Curso: Licenciatura em Letras Disciplina: Fundamentos de Cultura Latino Americana Professor: Luciano Cardenes Acadêmico: Cayo Fellype, Juliana Sousa e Lia Cupolillo Semestre: 6º Semestre