PROCESSO DE ENFERMAGEM

Processo de Enfermagem.Direitos autorais: Kaline Sousa

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1. Teorias de Enfermagem

1.1. Precisa ser atrelada com a prática, a fim de que sejam bases sólidas para uma assistência segura, ética e humanizada.

1.2. Descreve, explica, realiza o diagnóstico e/ou prescreve o cuidado de enfermagem a partir de conceitos.

1.3. Instrumento da Enfermagem que, de modo científico, expõe visões sobre o processo saúde-doença.

1.4. Definições, conceitos, hipóteses ou regras que sintetizam um conhecimento de forma sistematizada.

1.5. Teoria das Necessidades Humanas Básicas

1.5.1. Wanda Horta

1.5.2. Filosófica, segurança, amor e pertencimento, estima e autorrealização.

1.5.3. Psicobiológico, psicossocial, psicoespiritual.

1.5.4. Investigação holística

1.5.5. Cuidado biopsicossocial

2. Primeira Geração- Problemas e Processo

2.1. 1950-1970

2.2. Identificação e solução dos problemas dos pacientes

3. Segunda Geração- Diagnóstico e Raciocínio

3.1. 1970-1990

3.2. Raciocínio e decisões clínicas

4. NANDA-I

4.1. Descreve os fenômenos clínicos pelos quais o enfermeiro tem responsabilidades, ou seja, as necessidades de saúde do paciente.

4.2. Domínios da Taxonomia I: Promoção da saúde, nutrição, eliminação e troca, atividade/repouso, percepção/cognição, autopercepção, papeis e relacionamento, sexualidade, enfrentamento/tolerância ao estresse, princípios da vida, segurança/proteção, conforto, crescimento/desenvolvimento.

4.3. Eixos da Taxonomia II: Foco diagnóstico, sujeito do diagnóstico, julgamento, localização, idade, tempo, situação do diagnóstico.

5. NIC

5.1. Classificação das Intervenções de Enfermagem

5.2. Intervenção de assistência direta

5.2.1. Ações de natureza fisiológica ou psicossocial

5.3. Intervenção de assistência indireta

5.3.1. Ações de supervisão do ambiente de assistência ao paciente

5.4. Intervenção comunitária (ou de saúde pública)

5.4.1. Ações de promoção e manutenção da saúde e prevenção de agravos

5.5. Intervenções iniciadas por enfermeiros

5.5.1. Em resposta a um diagnóstico de enfermagem

5.6. Intervenções iniciadas por médicos

5.6.1. realizadas pelo médico em resposta a um diagnóstico médico e realizadas pelo enfermeiro em resposta à prescrição médica.

5.7. Domínios: Fisiológico: Básico; Fisiológico: Complexo; comportamental; segurança; família; sistemas de saúde; comunidade.

5.8. Identificador, definição e lista de atividades.

6. NOC

6.1. Classificação dos Resultados de Enfermagem

6.2. Domínios: Saúde funcional, saúde fisiológica, saúde psicossocial, conhecimento em saúde e conhecimento, saúde percebida, saúde familiar, saúde comunitária,

6.3. Mensura os resultados das intervenções da enfermagem e da equipe assistencial.

6.4. Possibilitam evidenciar as repostas do paciente, família e coletividade às intervenções de enfermagem

6.5. Permite identificar melhora, piora ou manutenção da condição clínica avaliada.

6.6. Os resultados devem ser avaliados na admissão do paciente ou na primeira avaliação clínica, na alta ou transferência para outra unidade, quando há alteração significativa na condição clínica.

7. Orienta, de modo dinâmico e sistemático, a prática da enfermagem. o pensamento crítico e o raciocínio clínico e terapêutico.

8. Terceira Geração- Especificação e Teste de Resultados

8.1. 1990 em diante

8.2. Resultados decorrentes da assistência à saúde

8.3. Julgamento clínico- diagnóstico

8.4. 2010-2020

9. Quarta Geração

9.1. Defendida por alguns autores

9.2. Sistemas de classificação de diagnósticos, intervenções e resultados em sistemas de informação e registros eletrônicos.

10. Etapas

10.1. Investigação

10.1.1. Coleta de informações acerca de um indivíduo, família, coletividade para identificar necessidades de saúde e/ou fatores de risco.

10.1.2. Anamnese

10.1.2.1. Entrevista clínica

10.1.3. Exame físico

10.1.3.1. Inspeção, palpação, percussão, ausculta

10.1.4. Interpretação de exames complementares

10.2. Diagnóstico

10.2.1. Análise e julgamento da informações coletadas para identificar as causas das necessidades de saúde e os fatores de risco para o surgimento delas.

10.2.2. Características definidoras

10.2.2.1. Sinais e sintomas/evidências clínicas

10.2.3. Fatores relacionados

10.2.3.1. Possuem alguma relação padronizada com o diagnóstico de enfermagem.

10.2.3.2. Representam as causas dos fenômenos diagnosticados e direcionam as intervenções que devem ser aplicadas para diminuir ou solucionar o problema clínico diagnosticado.

10.2.4. Tipos

10.2.4.1. Diagnóstico de Enfermagem com foco no problema

10.2.4.1.1. Julgamento clínico sobre respostas indesejadas a condições de saúde ou a processos de vida do indivíduo, família e coletividade.

10.2.4.2. Diagnóstico de Enfermagem de risco

10.2.4.2.1. Em relação à vulnerabilidade

10.2.4.3. Diagnóstico de Enfermagem de promoção da saúde

10.2.4.3.1. Julgamento clinico sobre a motivação e o desejo em aumentar o bem-estar e concretizar a saúde.

10.3. Planejamento

10.3.1. Plano assistencial com prioridades dos pacientes, resultados esperados e intervenções de enfermagem.

10.4. Intervenção

10.4.1. O paciente é novamente avaliado de novo para saber se a intervenção ainda é a mesma; execução da intervenção.

10.4.2. Execução do plano assistencial

10.5. Avaliação

10.5.1. Nova investigação. Investiga se os resultados foram alcançados e se há novas demandas e/ou fatores de risco.

10.5.2. Reinvestigação e recomeço do processo de enfermagem

11. Sistemas de Classificação em Enfermagem

11.1. Terminologia padronizada acerca dos raciocínios diagnóstico e terapêutico

12. Desenvolvimento, Revisão e Validação dos Diagnósticos de Enfermagem

12.1. Análise de conceito

12.1.1. Proposta de um novo diagnóstico ou revisão de um diagnóstico

12.2. Validação do conteúdo

12.2.1. Avaliação, por enfermeiros peritos, da proposta de diagnóstico

12.3. Validação clínica

12.3.1. Verificação, por dois ou mais enfermeiros, do grau de concordância do diagnóstico em estudo em um mesmo contexto clínico.