1. SUBJETIVIDADES
1.1. O QUE É SUBJETIVIDADE?
1.2. ADDICTION
1.2.1. A animação tem por referência o livro de Johann Hari. Trata-se de uma obra que analisa aspectos da história das drogas e problematiza as consequências equivocadas das políticas sobre drogas na vida das pessoas.
1.3. NOÇÃO DE DEPENDÊNCIA E INTOXICAÇÃO DIGITAL
1.3.1. O presente dispositivo apresenta instrumentos para reflexão sobre o uso compulsivo em relação às tecnologias digitais e contribui para a prática no campo educacional.
1.4. O QUE É O USO COMPULSIVO DE DROGAS?
1.4.1. De que se trata o consumo de substâncias psicoativas quando sua condição de uso se torna uma experiência de impulsividade, um processo de adição, ou um comportamento compulsivo? Tais modalidades de toxicodependências podem ser compreendidas como uma necessidade ou um desejo? Por que e como o uso de drogas pode, em alguns casos, se transformar em compulsão?
1.5. COMPULSÃO I
1.5.1. COMPULSÃO I TÓPICO SUBJETIVIDADES
1.5.1.1. O objetivo é abordar alguns noções de compulsão reconhecendo a interferência ideológica como fator determinante para os desdobramentos nas práticas de cura e também nos modos de viver de usuários.
1.6. LEIA O CARTUM RATOLÂNDIA
1.7. QUILOS MORTAIS TEMPORADA 7, EPISÓDIO 6
2. MODOS DE LIDAR
2.1. QUEM TEM MEDO DE FALAR SOBRE DROGAS?
2.1.1. Quem tem medo de falar sobre drogas? Saber mais para se proteger, organizado por Gilberta Acselrad, mestre em educação pelo Instituto de Estudos Avançados em Educação da Fundação Getúlio Vargas e coordenadora de cursos de extensão universitária na área de drogas na UERJ.
2.2. UMA CONVERSA SOBRE DROGAS
2.2.1. Apresentamos aqui uma entrevista com o pedagogo mineiro Antônio Carlos Gomes da Costa (1949-2011), retirada do livro : "Tá na roda, uma conversa sobre drogas" , organizado por diversos profissionais de saúde e educação , criado especialmente para apoiar os educadores através de material propício a conduzir o jovem a refletir sobre a temática das drogas.
2.3. ENTREVISTAS
2.4. MÃOS-À-OBRA
2.4.1. Aborda atividades com indicação para ser realizada entre os próprios profissionais da instituição escolar e com alunos de todas as idades.
2.5. PREVENÇÃO II
2.5.1. O objetivo desse dispositivo é refletir sobre o trabalho de prevenção em drogas quando o assunto surge de forma espontânea na sala de aula ou em outros espaços da instituição escolar. Esperamos que tanto em situações pontuais individuais, quanto em atividades coletivas, que os efeitos das intervenções preventivas repercutam, na família, na comunidade, na sociedade e no indivíduo.
3. INSTITUIÇÕES E REDES DE ATENÇÃO
3.1. INTRODUÇÃO
3.2. SOBRE O CONSULTÓRIO NA RUA
3.3. CONSULTÓRIO NA RUA, A RUA NÃO É UM MUNDO FORA DO NOSSO
4. INTRODUÇÃO
4.1. OLÁ PARTICIPANTES!
4.2. APRESENTAÇÃO
4.3. ESTADO DA ARTE
4.3.1. O CAMPO DA DEMANDA
4.3.1.1. A experiência recreativa, a cura, o alimento, escape da realidade e êxtase
4.3.2. O CAMPO DA OFERTA
4.4. HAPPINESS
4.4.1. O objetivo desse dispositivo é analisar uma animação que retrata a trajetória de um personagem que vive em uma sociedade de consumo. A reflexão é feita à luz da psicanálise e busca identificar os principais elementos que articulam as relações entre uso de drogas, sociedade, prazer e trabalho.
4.5. PREVENÇÃO E O CAMPO EDUCACIONAL - ANIMAÇÃO
5. HISTÓRIA DOS USOS DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS
5.1. OS USOS DE SUBSTÂNCIAS AO LONGO DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE
5.2. A ARTE PRÉ-HISTÓRICA - PINTURAS RUPESTRES
5.2.1. Conhecer aspectos, caraterísticas e modos de usos de substâncias psicoativas no decurso da história da humanidade. Identificar o caráter plural e variável da função da droga e sua ligação indissociável com a cultura, a economia, a sociedade a e subjetividade.
5.3. RITOS, CERIMÔNIAS E FESTAS
5.3.1. PODCAST
5.3.2. A história comanda a vida e a morte da linguagem mítica. O mito é uma fala ou uma narrativa fruto da história. Trata-se de uma escolha discursiva que não há como ser puramente oriunda da natureza. "Nas sociedades arcaicas, a prática dos usos de substâncias psicoativas eram codificadas pelos xamãs ou pelos sacerdotes das cerimônias segundo às regras impostas pelos rituais e saberes míticos, perfazem o modo particular do uso, em que apenas alguns sujeitos, em momentos bem definidos estão autorizados a consumir".
5.3.2.1. Para concluir, ritos e cerimônias tem como instrumento a técnica do corpo por via da articulação entre música, dança e a droga revelando-nos que a experiência do consumo de substâncias psicoativas, vivenciada por nossos ancestrais, era, inequivocamente integrada a vida humana em suas tradições e costumes.
5.4. O VINHO E O LEITE, RESENHA CRÍTICA
5.4.1. O Vinho e o Leite faz parte do livro Mitologias de Roland Barthes, no qual apresenta alguns mitos do cotidiano da sociedade francesa. Os ensaios foram escritos entre 1954 e 1956 e editados em 1957, mas permanecem atuais. O livro pertence a fase do autor em que ele pretendia analisar e criticar a cultura e a sociedade burguesa.
6. NÚCLEO DE APOIO INTERDISCIPLINAR DE APOIO ÀS UNIDADES DISCIPLINARES - NIAP
7. POLÍTICAS, PRÁTICAS E SABERES
7.1. INTRODUÇÃO
7.2. LEIS SOBRE DROGAS: IMPACTOS
7.3. MEU NOME NÃO É JONNY
7.4. ENTREVISTAS: UMA POLÍTICA SOBRE DROGAS
7.5. SOBRE O ENCARERAMENTO DE MULHERES POR TRÁFICO DE DROGAS
7.5.1. Nosso objetivo sobre essa temática é: analisar a grave situação em que mulheres sofreram algum tipo de discriminação que implicaram em violência policial, encarceramento, privação sistemática de cuidar dos filhos e sobre o desconhecimento de informações básicas sobre a condição de seu processo judicial.
7.6. POLÍTICAS SOBRE DROGAS NO BRASIL
7.6.1. Nesse dispositivo pretende-se abarcar a questão: Como o campo da ilicitude das drogas afetam as categorias de raça, gênero e classe?