1. Ações Possíveis na EJA
1.1. Variação de linguagem
1.1.1. Adaptar a realidade e contexto na qual cada aluno está inserido
1.2. Atividades concentradas na sala de aula
1.2.1. Não sobrecarregar a rotina dos alunos
1.3. Rede de apoio
1.3.1. Espaços para filhos
1.3.1.1. Tranquilidade e segurança para a dedicação ao estudo
1.3.2. Horários opostos a aula para que o aluno consiga esclarecer dúvidas e ter acompanhamento no ensino
1.3.3. Acompanhamento psicológico
1.3.3.1. Incentivo à importância da trajetória do estudo
2. Políticas Públicas (1980-2005)
2.1. Avanços e Retrocessos
2.2. Ações conectadas ao ensino supletivo e conteudistas, ofertados pelas escolas
2.3. Previsão de recursos para formar docentes
2.3.1. Materiais didáticos
2.3.2. Alimentação
2.3.3. Transporte
2.4. Garantidas por
2.4.1. Governo
2.4.2. Poder Público
2.4.3. Movimentos populares
2.4.4. Entidades sociais
2.5. Legado de Paulo Freire na Educação Popular
2.6. Concentrar na alfabetização para mobilizar a garantia à cidadania
2.7. Programas de inserção de identidades locais e regionais dos segmentos envolvidos
2.7.1. Garantidos por meio de
2.7.1.1. Convênios com Governo
2.7.1.1.1. Estadual
2.7.1.1.2. Federal
2.7.1.2. Empresas privadas
2.7.2. Ações
2.7.2.1. Grande alcance (universalistas)
2.7.2.1.1. Poder Público Federal, Estadual e Municipal
2.7.2.2. Alcance local (identitário)
2.7.2.2.1. Sociedade Civil e Movimentos Populares
3. História da EJA, seus avanços e retrocessos
3.1. Brasil Colonia
3.1.1. Jesuítas
3.1.1.1. Aculturação dos indígenas por meio da evangelização
3.1.1.1.1. Primeiros registros de uma educação de jovens e adultos no Brasil
3.2. Período Pombalino
3.2.1. Família Real chega ao Brasil
3.2.1.1. Escola organizada pelos interesses do Estado
3.2.1.1.1. Educação não era o foco
3.3. Proclamação da República
3.3.1. Constituição de 1824
3.3.1.1. Garante educação primária e gratuita aos cidadãos
3.3.1.1.1. Realidade diferente da teória
3.4. 1937
3.4.1. Nova Constituição
3.4.1.1. Estado abre mão da responsabilidade de uma educação pública
3.4.1.1.1. Esta "desempenha um papel subsidiário"
3.5. 1940- Contexto do Brasil
3.5.1. Propostas políticas mais efetivas
3.5.2. Momento de forte industrialização
3.5.3. Período de grandes avanços
3.6. 1946-1958
3.6.1. Campanhas de combate ao analfabetismo "doença a ser curada"
3.6.2. Destaque do caráter assistencialista do EJA
3.6.2.1. Campanha de Educação de Adultos
3.6.2.1.1. Ensino supletivo
3.7. 1958-1964
3.7.1. Momento de grandes críticas as políticas sociais
3.7.1.1. Analfabetismo é entendido como uma consequência das desigualdades do país
3.7.2. Paulo Freire
3.7.2.1. Plano Nacional de Alfabetização de Adultos
3.7.2.1.1. Centro Popular de Cultura
3.7.2.1.2. Movimento da Educação de Base
3.7.2.2. Revolução do pensamento pedagógico
3.7.2.2.1. Educação popular humanizadora e emancipadora
3.8. 1964-1985
3.8.1. Golpe Militar
3.8.1.1. Retorno ao caráter conservador e assistencialista da EJA
3.8.1.1.1. Criação do MOBRAL
4. Evasão Escolar
4.1. Causas e Fatores
4.1.1. Internos
4.1.1.1. Recursos
4.1.1.2. Acolhimento
4.1.1.3. Metodologia dos professores
4.1.1.4. Condições
4.1.1.4.1. Superlotação das salas
4.1.1.4.2. Reprovação
4.1.1.4.3. Didática e formação docente
4.1.2. Externos
4.1.2.1. Criminalidade
4.1.2.2. Violência
4.1.2.3. Trabalho
4.1.2.4. Gravidez
4.1.2.5. Falta de assistência pública
4.1.2.6. Desmotivação
4.1.2.7. Bullying
4.1.2.8. Contexto Social
4.1.2.9. Falta de investimento de políticas públicas escolares
4.1.2.10. Falta de transporte
4.1.2.11. Fracasso escolar
5. Evasão escolar da EJA
5.1. Necessidade do trabalho
5.2. Desinteresse
5.3. Desmotivação
5.4. Metodologias não significativas
5.4.1. Desconectadas com a realidade do aluno
5.5. Realidade social da mulher
5.5.1. Afazeres domésticos
5.5.2. Casamento
5.5.3. Gravidez
6. Identidades na EJA
6.1. Alunos
6.1.1. Diversidade
6.1.1.1. Etária
6.1.1.2. Gênero
6.1.1.3. Cultural
6.1.1.4. Étnica
6.1.2. Dificuldades na aprendizagem
6.1.2.1. Homogeneização do sistema de ensino
6.2. Educadores
6.2.1. Devem se preparar para trabalhar as características da EJA
6.2.2. Trabalho norteado pelo diálogo
6.2.3. Compreender-se como sujeito no processo educativo
6.2.3.1. Ensinar os alunos a pensar, não apenas transmitir conteúdo
6.3. Contextos
6.3.1. Abandono do ensino por falta de desmotivação e perspectiva
6.3.1.1. "Os estudos são mesmo importantes?"
6.3.2. Melhor desenvolvimento dos conteúdos escolares
6.3.2.1. Educação homogênea
6.3.3. Caminho para o abandono escolar novamente