A organização da estratégia saúde da família no planejamento de ações e avalição de riscos à saúd...

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A organização da estratégia saúde da família no planejamento de ações e avalição de riscos à saúde do homem por Mind Map: A organização da estratégia saúde da família no planejamento de ações e avalição de riscos à saúde do homem

1. Proposta inclusiva da PNAISH: os homens considerem os serviços de saúde também como espaços masculinos e, por sua vez, esses serviços reconheçam os homens como sujeitos que necessitem de cuidados

2. Barreiras institucionais do acesso dos homens aos serviços de atenção primária:

2.1. Masculinidade tradicional: A busca por esse serviço pode ser considerado sinônimo de fraqueza, realidade que vai de encontro com os preceitos da hegemonia masculina, na qual os homens são educados para não demonstrar qualquer traço de fragilidade

2.2. Sensação de não pertencimento dos homens a tais espaços devido à grande quantidade de profissionais do sexo feminino e de a maioria dos frequentadores dos serviços de saúde serem mulheres

2.3. Organização dos serviços

2.4. Demora em conseguir atendimento médico

2.5. Horário de funcionamento incompatível com a jornada de trabalho daqueles inseridos no mercado formal

2.6. Ausência de programas específicos para atender aos homens

2.7. Déficit no processo de abordagem e de cuidar/cuidado da população masculina por parte dos profissionais

2.8. Ausência de acolhimento ou o acolhimento pouco atrativo

2.9. Frágil qualificação profissional para lidar com a população masculina.

3. Ações voltadas para a Saúde do Homem:

3.1. » Analisar a situação de saúde da população masculina, observando as principais características da população: causas de morbidade, internação e mortalidade;

3.2. » Levar em consideração os fatores socioeconômicos, de morbimortalidade, culturais locais e de idade, para serem realizadas as ações de saúde - Individualização de cada pessoa

3.3. » Realizar a busca ativa de homens para a realização de ao menos uma consulta/ano;

3.4. » Informar a população masculina da importância da promoção da saúde e prevenção de agravos aos homens;

3.5. » Facilitar o acesso adequados à população masculina, como horários alternativos com flexibilidade;

3.6. » Promover o acolhimento realizando atendimento humanizado;

3.7. » Realizar ações de promoção da saúde, visando o autocuidado e adesão de homens aos serviços de saúde.

3.8. » Incorporar os homens nas ações e atividades educativas voltadas para o planejamento familiar;

3.9. » Estimular a participação paterna no pré-natal, parto, puerpério e no crescimento e desenvolvimento da criança;

3.10. » Ofertar exames previstos para homens que participam do pré-natal masculino;

3.11. » Realizar ações educativas para a prevenção de violências e acidentes, e uso de álcool e outras drogas;

3.12. » Responsabilizar, a cada semana, um profissional pelo desenvolvimento de alguma atividade específica ao homem;

3.13. » Divulgar as ações propostas para os homens por meio dos agentes comunitários de saúde e da população feminina que frequenta a unidade de saúde;

3.14. » Comemorar o Dia Internacional do Homem (também conhecido como Novembro Azul). Vale planejar com a equipe ações de prevenção de doenças e agravos e promoção da saúde voltadas à população masculina.

3.15. agravos e promoção da saúde voltadas à população masculina.

4. Características do do processo de trabalho das equipes de atenção básica

4.1. I. Definição do território de atuação e da população;

4.2. II. Saber as necessidades de cada população

4.3. III. Ações que priorizem os grupos de risco e os fatores de risco;

4.4. IV. Acolhimento com escuta qualificada, classificação de risco, avaliação de necessidade de saúde e análise de vulnerabilidade

4.5. V. Atenção integral, contínua e organizada à população adscrita;

4.6. VI. Ações educativas que possam interferir no processo de saúde-doença da população;

4.7. VII. Ações intersetoriais;

4.8. VIII. Atenção domiciliar

5. Fortalecimento e a qualificação da atenção primária garantem a promoção da saúde e a prevenção aos agravos evitáveis