1. Planejamento Cirúrgico
1.1. Ultrassom
1.1.1. Complementar ao Raio X para planejamento cirurgico e extensão da ruptura do diafragma
1.2. Eletrocardiograma
1.3. Ecocardiograma
1.3.1. Avaliação dos ritmo cardiácos, avliando a sua capacidade cardiorespiratório para o uso do melhor anestésico e dosagem
1.4. Hemograma
1.4.1. Busca de hemorrágia e anemias
1.4.2. Plaquetas
1.4.2.1. Processo de coagulação sanguinea
1.4.2.1.1. Suporte com bolsa de sangue
1.5. Suporte Respiratório
1.5.1. Avaliação neurológica - devido ao quadro de emergência
1.6. Analgésico
1.6.1. Analgésico opiode / controle da ansiedade
1.7. Anestésico
1.7.1. Aprofundar a anestesia de maneira lenta de modo a ter melhor absorção com diminuição da dose
1.8. Acesso venoso
1.9. Sonda nasal uretral -> lidocaína - pomada
1.10. Fluidoterapia
1.11. Exame Urina
1.11.1. Exame de urina tipo 1 para identificar alterações no sistema urinário e renal
1.12. Raio X abdomen - espera-se o deslocamento de orgãos abdominais e extensão das lesões
1.13. Avaliação da Cirurgia
1.13.1. Alto risco
2. Tratamento
2.1. Cirúrgico
3. Diagnóstico
3.1. Ruptura de Diafragma
3.2. Classificação ASA 3
3.2.1. ASA 1 (Animal normal, sadio): Procedimentos eletivos como ovariossalpingo-histerectomia, orquiectomia, conchotomia. ASA 2 (Doença sistêmica compensada ou leve): Infecções urinárias em tratamento, neonatos e geriátricos (menor que 8 meses e maior que 10 anos); gestante; obesos, cardiopatas compensados; infecções localizadas. ASA 3 (Doença sistêmica moderada): Desidratação moderada e hipovolemia; anorexia; caquexia; anemia; fraturas complicadas; hérnia diafragmática; doenças cardíacas e renais descompensadas. ASA 4 (Doença sistêmica grave): Choque, uremia, toxemia, desidratação grave, hipovolemia, anemia grave, síndrome torção dilatação gástrica; doenças cardíacas e renais descompensadas. ASA 5 (Moribundos sem expectativa de sobrevivência, com ou sem cirurgia nas 24 horas): Falência de múltiplos órgãos, choque, traumas cranianos. ASA E (Emergência): Deverá ser acrescentada no estado físico do paciente) I-V
4. Terapia Emergência
4.1. Oxigenioterapia
4.2. Fluidoterapia
4.3. Analgésico
4.3.1. Tramadol
4.4. Terapia e acompanhamento de 24 hs
5. Anamnesia
5.1. Dispneia
5.2. Hiporexia
5.3. Causa Raiz: Atropelamento
5.4. Doenças Pré-existentes
6. Exame Físico
6.1. Dispneia
6.2. Desidratação 7%
6.2.1. Grau de Perda de água Sinais desidratação aproximada clínicos Não aparente <5% indetectável Leve 5 a 7% diminuição da elasticidade da pele, mucosas secas Moderada 8 a 9% pequeno aumento do tempo de refluxo capilar enoftalmia, maior perda da elasticidade da pele Grave 10 a 12% pele não retorna aumento no tempo de refluxo capilar Choque 12 a 15% choque hipovolêmico
6.3. Sons cardiopulmonares Abafados
6.4. Escore Corporal
7. Exame Complementar
7.1. Raio X- após estabilização
7.1.1. Espera-se deslocamento de orgãos para região cranial e torácica, com maior radiopacidade. Encontraremos alguns orgão abdominais na região torácica
7.1.2. Ausência de cúpula diafragmática
7.1.3. Pode se encontrar gases na região com o aparecimento de alças intestinais, sendo assim mais radiotransparentes
7.1.4. Avaliação de efusão pleural - líquido inflamatório
7.1.5. Avalia-se a necessidade de torococentese
7.2. Hemograma
7.2.1. Busca de processos hemorrágicos, com aparecimento de anemia e hemoglobina baixa
7.2.1.1. Subtópico 1
7.2.2. Avaliação das plaquetas
7.3. Urina
7.3.1. hemoglobinuria
8. Residência
8.1. Antibiotico terapia
8.1.1. Amoxilina com Sulfactan – 10 dias - gram positivo e negativo - BID
8.2. Antiinflamatório
8.2.1. Não esteroidal
8.2.1.1. Gato metade da dose do Cão
8.2.1.1.1. 3 a 5 dias
8.2.2. Meloxam – SID
8.2.3. Náo atrapalha cicatrização
8.3. Omeprazol (gaviz/petprazol) SID 24 hs/em jejum / 40 minutos antes do outras medicações / melhor absorvido / dar como preventivo tb BOM Gato
8.4. Analgesia
8.4.1. Dipirona e Tramadol
8.4.1.1. Dose baixa SID começar com 24 horas e BID 12 - máximo 3 dias
8.5. Alimentação
8.5.1. Jejum de 12 horas - agua e alimento solido
8.5.2. Etapas
8.5.2.1. Fim 1 dia e 2 dia – comida bem liquida/quase sopa /
8.5.2.2. Pastosa/latinha/ração batina do liquidificador com agua
8.5.2.3. 3º dia – dieta pastosa até o 7 dia
8.5.2.4. Entre 7 e 10 dias -> faz uma transição-> mais pastosa para duro
9. Pós-Cirurgico/Internação - mediçãçõe injetáveis
9.1. Antibiótico terapia
9.1.1. dexometasona
9.1.2. 10 dias
9.2. Suporte respiratório
9.3. Acesso venoso
9.4. Analgésico
9.4.1. Dipirona e Tramadol