Processo de Educação em Saúde - Ensino e Aprendizagem

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1. Andragogia?

1.1. É a arte e a ciência de ajudar os adultos a aprenderem.

1.2. Pedagogia ≠ Andragogia

1.2.1. Na pedagogia o professor decide o conteúdo, os métodos, os cronogramas e as avaliações.

1.2.2. Já na andragogia toda ação de educação é voltada para o adulto/aluno em suas condições, motivações, aspirações e oportunidades para desenvolver competências. Ao contrario da pedagogia é baseado em permissas.

1.2.2.1. Quais são?

1.2.2.1.1. MOTIVAÇÃO PARA O ADULTO APRENDER

1.2.2.1.2. Orientações de aprendizagem

1.2.2.1.3. Necessidade de auto direcionamento

1.2.2.1.4. Diferenças individuais

2. O que é?

2.1. O Ministério da Saúde define educação em saúde como um processo educacional de construção de conhecimentos em saúde que visa à apropriação temática pela população.

2.1.1. Utilizando um conjunto de práticas que contribui para aumentar a autonomia das pessoas no seu cuidado e no debate com os profissionais e os gestores a fim de alcançar uma atenção de saúde de acordo com suas necessidades.

2.2. Publico principal?

2.2.1. Os profissionais de saúde, os gestores e a população.

2.3. Qual intuito de educar estes três segmentos?

2.3.1. Os profissionais de saúde para valorizarem a prevenção e a promoção tanto quanto as práticas curativas; os gestores para apoiar os profissionais; e a população que necessita construir seus conhecimentos e aumentar sua autonomia nos cuidados, individual e coletivamente.

3. EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE :a partir da década de 1940, com o Serviço Especial de Saúde Pública

3.1. Desde o século XX esta terminologia vem sendo usada. O Serviço Especial de Saúde Pública (SESP), apresentava estratégias de educação em saúde autoritárias, tecnicistas e biologistas, em que as classes populares eram vistas e tratadas como passivas e incapazes de iniciativas próprias. As ações do Estado se davam por meio das chamadas campanhas sanitárias.

3.1.1. Além das campanhas sanitárias, haviam campanhas de caráter informativo, com o intuito de mudar os hábitos de vida, colocando assim o individuo como responsável por sua própria saúde.

4. Hoje em dia

4.1. Ainda hoje observamos o uso da expressão educação em saúde, mas de forma subdividida, a educação cuida dos métodos pedagógicos para mudar os comportamentos, e a saúde vem trazendo conhecimentos científicos capazes de intervir sobre as doenças.

4.1.1. Aqui se supõe uma concepção mais verticalizada dos métodos e práticas educativas.

5. EDUCAÇÃO SANITÁRIA

5.1. Iniciado nos Estados Unidos como prevenção em saúde e Hábitos de higiene.

5.1.1. Associada à saúde publica, ela tem sido instrumento de grande valor nas ações de prevenção das doenças, caracterizado por transmitir grande conhecimento a população em geral.

6. Educação Bancaria ou Educação em Saúde e a Educação Popular em Saúde

6.1. De acordo com Paulo Freire a nossa Educação vem de forma verticalizada quanto aos métodos e praticas educativas. Como se os profissionais de saúde devessem ensinar uma população ignorante o que precisaria ser feito para a mudança de hábitos de vida, a fim de melhorar a saúde individual e coletiva. E é prática privilegiada no campo das ciências da saúde, em especial da saúde coletiva.

6.2. Já a Educação Popular ela é voltada às reais necessidades da população e considerando, como suporte para essas práticas, tanto processos de informação e comunicação como de participação popular e participação social.

7. Educação na Saúde

7.1. Educação na saúde nada mais é do que a produção de uma base didática com conhecimentos relativos à formação e ao desenvolvimento para a atuação em saúde, envolvendo práticas de ensino, diretrizes didáticas e orientação curricular na formação ou desenvolvimento do profissional.

7.1.1. Assim existem duas modalidades de ensino no trabalho: educação continuada e educação permanente.

7.1.1.1. A educação continuada envolve as atividades de ensino após a graduação, possui duração definida e utiliza metodologia tradicional, tais como as pós-graduações.

7.1.1.2. Enquanto a educação permanente estrutura-se a partir de dois elementos: as necessidades do processo de trabalho e o processo crítico como inclusivo ao trabalho.

8. Entendimento Final

8.1. Aplicando as metodologias de ensino-aprendizagem participativas e dialógicas, como as utilizadas nas ações de educação popular em saúde, inseridas nos currículos de educação continuada e nas ações de educação permanente em saúde.

8.1.1. Utilizando todas as formas de ensinamento citadas anteriormente, poderemos criar um sistema totalmente voltado para os Princípios do SUS: EQUIDADE INTEGRALIDADE E UNIVERSALIDADE.

8.1.1.1. Desde já podemos ver o quão importante se torna aprendermos cada um dos passos dos ensinamentos. Ao lidar com cada pessoa. Podemos ver qual forma de ensinar seria mais adequada para ela, sendo facilitadores do ensino, assim encaminhando indireta e diretamente uma EDUCAÇÃO DE QUALIDADE NA SAÚDE.