1. 4. Aristóteles
1.1. Aristóteles
1.1.1. A Metafísica Aristotélica e o Problema do Ser: -O Ser não tem apenas um, mas múltiplos significados; -Tudo que não é nada, pode ser o Ser;
1.1.2. Tanto a Realidade Sensível quanto Realidade Inteligível podem ser estruturas da substância, portanto o SER é SUBSTÂNCIA, ALTERAÇÃO e ATIVIDADE.
1.1.2.1. OS GÊNEROS DO SER: -O Ser como Categoria (em Si) -O Ser como Ato e Potência -O Ser como Acidente -O Ser como Verdadeiro
1.1.2.1.1. ATO e POTÊNCIA ATO – a manifestação atual do ser, aquilo que ele já é (por exemplo: a semente é, em ato, uma semente). POTÊNCIA – as possibilidades do ser (capacidade de ser), aquilo que ainda não é mas que pode vir a ser (por exemplo: a semente é, em potencia, a árvore). Matéria=Potência Forma=Ato (concretizar da potência)
1.1.3. Crítica ao Platonismo; Repúdio à Metafísica.
1.2. 2.A Virada Antropocêntrica: Os Sofistas
1.2.1. A consciência como estretégia de vida
1.2.1.1. Crise: o Nascimento como fonte – “Não se nasce nobre, se adquire Nobreza”. A partir dessa crise também surge a oportunidade de maior liberdade de escolha.
1.2.1.2. É a partir da virada antropocêntrica, com os sofistas que surge a diretriz de uma alma.
1.2.1.2.1. A medida que há uma diretriz de uma alma o pensamento começa a se voltar mais para o ser.
1.2.1.2.2. Protágoras de Abdera: "O homem é a medida de todas as coisas"
1.2.1.2.3. Aos poucos a busca para o conhecimento está se dando em volta do Ser.
1.2.1.2.4. Homem “individual”.
1.2.1.2.5. Sofistas: Toda coisa pode ter mais de uma razão trata-se de discutir.
1.2.1.3. A criação de um espírito (alma– geist): o órgão ao qual o homem percebe o mundo das coisas e se refere a ele, este espírito não é vazio
2. Platão constata a necessidade de explicar as coisas pelo conteúdo INTELIGÍVEL. Diferentemente dos naturalistas que explicavam as coisas com conteúdos sensíveis e nas coisas.
2.1. A ampliação do problema do ser. Dois planos do ser: Visível, Fenômenico; Indivisível, Metafenomênico.
2.1.1. A causas na realidade inteligível: Eidos (Forma)Os Eidos do Platão são as essências das coisas Paradigma: O Eidos é o modelo permanente das coisas.
2.1.1.1. Platão harmonizou o mundo sensível da Physis, trabalhado pelos filósofos pré-socráticos, com o mundo inteligível das Idéias, e fez do homem, ou, mais precisamente, da psyché humana, a mediadora desta grande síntese. Ou seja, aos poucos as questões filosóficas começam a se voltar para o ser e a psyché humana.
2.1.1.1.1. A ALMA para PLATÃO:
2.1.1.1.2. Cisão completa entre Mente e Corpo. A imortalidade da Alma.
2.1.1.1.3. ANAMNESE - recordar Fédon: a ALMA IMORTAL – O corpo é um composto, a alma não é.
2.1.1.1.4. Dualismo Platônico.:
2.1.1.1.5. O Modelo Tripartido da Alma: Intelectiva (Racional)-dirige e ordena Irascível-executa e freia os apetites Concupiscível-emoções inferiores.
2.1.1.1.6. A Alma para Platão
2.1.2. A Estrutura do Mundo das Ideias: Ontologia do Ser(Ontologia é o ramo da filosofia que estuda a natureza do ser, da existência e da própria realidade). O Ser tem parte do Não-Ser O Ser tem a possibilidade ilimitada
2.1.3. O UM age sobre a multiplicidade ilimitada como princípio determinante e formal, ao passo que o princípio da multiplicidade ilimitada funciona como substrato. O UM enquanto delimita, se manifesta como Bem (Sócrates).
2.2. O Mundo das Ideias: no mundo das ideias existem todas as ideias primordiais, sendo que essas ideias são perfeitas e eternas. Para ele, existiria uma “forma” que criaria tudo que existe neste mundo.
3. 3.Platão
3.1. Ideia: forma pura
4. a
4.1. 1.Mito e a Metafísica
4.1.1. Mito: explica a realidade.
4.1.1.1. Com a virada Homérica o Mito se tornou um novo procedimento intelectual.
4.1.1.1.1. E assim surgiu a Hermenêutica: método deposto com a criação da história e da filosofia, não suporta a dúvida.
4.1.1.1.2. Agora o Mito não seria mais apenas uma fantasia individual.
4.1.1.1.3. O Mito é a partir desse momento por natureza um mundo ideal.
4.1.2. Religião: Busca ao plano divino.