Farmacologia das Doenças Neurodegenerativas

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Farmacologia das Doenças Neurodegenerativas por Mind Map: Farmacologia das Doenças Neurodegenerativas

1. Doença de Alzheimer

1.1. Sintomas Cognitivos

1.1.1. Perda de Memória

1.1.2. Apraxia

1.1.3. Desorientação

1.1.4. Déficit de funções executivas

1.2. Sintomas não cognitivos

1.2.1. Depressão

1.2.2. Alucinações

1.2.3. Delírios

1.2.4. Distúrbios comportamentais

1.2.4.1. Agressividade

1.2.4.2. Hiperatividade motora

1.2.4.3. Falta de cooperação

1.2.4.4. Tendência a vaguear

1.2.4.5. Atividades repetitivas

1.3. Sintomas Funcionais

1.3.1. Incapacidade de auto-cuidado

1.4. Fisiopatologia

1.4.1. Acúmulo de placas senis (placas amilóides)

1.4.2. emaranhados neurofibrilares que têm origem Intracelular

1.4.3. atrofia cortical

1.4.3.1. estreitamento dos giros corticais

1.4.3.2. alargamento dos sulcos corticais

1.4.4. perda expressiva de massa cinzenta cinzenta

1.4.4.1. extensa morte neuronal

1.5. Terapia Farmacológica

1.5.1. Minimizar os sintomas cognitivos e retardar a necessidade de cuidados permanentes

1.5.2. Evitar as ações excitotóxicas

1.5.3. Melhorar a transmissão colinérgica do SNC

1.5.4. Fármacos

1.5.4.1. Inibidores da Acetilcolinesterase

1.5.4.1.1. Donepezila

1.5.4.1.2. Rivastigmina

1.5.4.1.3. Galantamina

1.5.4.1.4. Reações Adversas

1.5.4.2. Antagonistas do receptor NMDA

1.5.4.2.1. Memantina

2. Perda neuronal no SNC

3. Doença de Parkinson

3.1. Sintomas Motores

3.1.1. Tremor em repouso

3.1.2. Bradicinesia

3.1.3. Rigidez

3.1.4. Anormalidades posturais

3.1.5. Distúrbios da marcha

3.1.6. Face inexpressiva

3.2. Sintomas não motores

3.2.1. Anosmia

3.2.2. Constipação

3.2.3. Depressão

3.2.4. Distúrbios do sono REM

3.2.5. Alterações sensoriais

3.2.6. Declínio cognitivo

3.3. Fisiopatologia

3.3.1. Redução de neurônios dopaminérgicos da parte compacta da substância negra

3.3.1.1. menor inibição da liberação de acetilcolina

3.3.1.1.1. aumento a dificuldade de movimentação

3.3.2. Substância Negra Mesencefálica (neurônios dopaminérgicos)

3.3.2.1. aumenta a excitabilidade neuronal e facilita a movimentação involuntária

3.4. Terapia Farmacológica

3.4.1. Atua no desequilibrio dos níveis de dopamina e aumento dos níveis colinérgicos.

3.4.2. Fármacos

3.4.2.1. Levodopa

3.4.2.1.1. Mecanismo de Ação

3.4.2.1.2. não é usada em monoterapia, mas apenas em associação dom inibidores da Dopa-descarboxilase

3.4.2.1.3. Efeitos adversos

3.4.2.2. Inibidores da dopa descarboxilase

3.4.2.2.1. Benserazida

3.4.2.2.2. Carbidopa

3.4.2.2.3. Mecanismo de Ação

3.4.2.2.4. Contraindicações

3.4.2.2.5. Reações adversas

3.4.2.3. Inibidores da COMT

3.4.2.3.1. inibem a degradação da levodopa na circulação sistêmica

3.4.2.4. Inibidores da MAO-B

3.4.2.4.1. inibem a degradação da dopamina no SNC, aumentando a eficácia da levodopa

3.4.2.5. Agonistas dopaminérgicos

3.4.2.5.1. não dependem dos neurônios dopaminérgicos para agir, se ligando a receptores D1 e D2 pós sinápticos estriatais

3.4.2.6. Agonistas muscarínicos

3.4.2.6.1. reduzem os tremores e a rigidez muscular, porém de eficácia limitada frente a bradicinesia

3.4.2.7. Amantadina

3.4.2.7.1. Seu mecanismo de ação não é bem elucidado, porém aumenta a liberação de dopamina no estirado, antimuscarínicos e antagonista NMDA