1. PRECEDÊNCIA
1.1. É preciso estabelecer a sequência das atividades, a ordem em que elas ocorrem e que tipo de dependência existe entre elas. A sequência lógica das atividades do projeto recebe o nome de precedência.
1.1.1. PREDECESSORAS
1.1.1.1. São aquelas cuja conclusão deve necessariamente ocorrer para que a atividade em questão possa começar.
1.1.1.2. Nem todas atividade tem predecessora – as atividades iniciais acontecem a partir do instante zero, não dependendo da ocorrência anterior de nenhuma tarefa
1.1.2. SUCESSORAS
1.1.2.1. São aquelas que podem ser iniciadas imediatamente após a conclusão da anterior.
1.1.2.2. Nem toda atividade tem sucessora – as atividades finais do projeto não têm sucessoras, pois nada vem em seguida a elas
1.1.3. TIPOS
1.1.3.1. Término/início: o início do trabalho da sucessora depende do término da predecessora. Término/término: o término do trabalho da sucessora depende do término da predecessora. Início/início: o início do trabalho da sucessora depende do início da predecessora. Início/término: o término do trabalho da sucessora depende do início da predecessora.
2. CAMINHO CRÍTICO
2.1. O caminho crítico é a sequência de atividades que representam o caminho mais longo de um projeto para a determinação da menor duração de um projeto. As atividades que pertencem ao “caminho crítico” são chamadas de “Atividades Críticas” e devem ser concluídas no tempo planejado para que a conclusão do projeto não atrase o prazo total previsto.
2.1.1. DIAGRAMA DE REDES
2.1.1.1. METODO DE FLECHAS
2.1.1.2. METODO DE BLOCOS
2.1.1.3. PERT CPM
2.1.1.4. TECNOLOGIA
2.1.1.4.1. EXCELL
2.1.1.4.2. LIBRE OFFICE
2.1.1.4.3. MICROSOFT TEAMS
2.1.1.4.4. TRELLO
2.1.1.4.5. NOTION
2.1.1.4.6. PIPEFY
2.1.1.4.7. VOBI
2.1.1.4.8. ARCHCAD
2.1.1.4.9. REVIT
2.2. CRONOGRAMA DE GRANNT
2.3. CRONOGRAMA INTEGRADO
2.4. VANTAGENS
2.4.1. SIMPLES E FACIL ASSIMILAÇÃO
2.4.2. SIMPLIFICA A COMPREENSÃO
2.4.3. BASE PARA A APLICAÇÃO DE RECURSOS
2.4.4. MONITORA E CONTROLA ATIVIDADES
2.4.5. EXIBE PROGRESSOS DAS ATIVIDADES
2.5. DESVANTAGENS
2.5.1. O DIAGRAMA DE REDES É DE MAIS FACIL COMPREENSÃO
2.5.2. PODE TER RECALCULO NOS DADOS
2.5.3. DIFICIL PERCEPÇÃO
2.6. GERENCIAMENTO DE RECURSOS
2.6.1. NIVELAMENTO DE RECURSOS
2.6.1.1. CURVA S
2.6.1.1.1. CURVA GAUSS
2.6.1.1.2. CURVA S
2.6.1.2. CURVA BANANA
3. CRONOGRAMA
3.1. É o gerenciamento de projetos, com marcos e atividades agendadas para entregas das etapas de um projeto.
3.1.1. IDENTIFICAR E ORGANIZAR A SEQUENCIA DE TAREFAS EM PROJETO
3.1.2. DETERMINAR PRAZOS PARA AS ATIVIDADES
3.1.3. DESTACAR PRAZOS E ADIAMENTOS DAS ATIVIDADES
3.1.4. AJUDAR NO CONTROLE PARA SEGUIR COM O PLANEJAMENTO
3.1.5. INSTITUIR OBJETIVOS E METAS
3.1.6. AUXILIAR NA ESTIMATIVA DE CONCLUSÃO DE PROJETO
4. UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DIGITAIS
4.1. MS PROJECT
4.2. MICROSOFT TEAMS
4.3. MICROSOFT OFFICE
4.4. LIBRE OFFICE
4.5. TRELLO
4.6. NOTION
4.7. PIPEFY
4.8. VOBI
4.9. ARCHICAD
4.10. AUTODESK REVIT
5. DIRETRIZES DE PROJETO ARQUITETÔNICO
5.1. ESCOPO DO PROJETO
5.1.1. Consiste em identificar as atividades que serão levadas em consideração pelo planejador e que irão compor o cronograma geral do projeto.
5.2. EAP - ANALITICA
5.2.1. Outro formato possível para a EAP é a listagem analítica ou sintética. Quanto mais Indentadas as atividades, menor o nível a que pertencem, A EAP analítica geralmente vem associada a uma numeração lógica, segundo a qual cada novo nível ganha um dígito a mais. A EAP analítica presta-se muito bem para relatórios.
5.3. EAP - MAPA MENTAL
5.3.1. Um mapa mental é um diagrama utilizado para representar e organizar idéias radialmente a partir de um conceito principal. O mapa permite a criação da EAP de maneira que fixa mais a Imagem, centralizando a idéia central e o espírito de decomposição progressiva das idéias. Sendo assim o mapa mental é um estilo mais visual, e isso faz com que foi escrito fique gravado na mente e mais fácil de lembrar posteriormente.
5.4. PROPRIEDADES DO EAP
6. DURAÇÃO DAS ATIVIDADES
6.1. É de extrema importância para um gerenciamento estratégico, DEFINIR o tempo das tarefas atribuidas, que será responsável pelo alcance do prazo e do tempo intermediário da obra. Para isso é necessário e de extrema importância que o planejador IDENTIFIQUE as atividades do planejamento, considerar os possíveis pontos críticos e mapear as soluções.
6.1.1. IDENTIFICAÇÃO DE ATIVIDADES
6.1.2. DURAÇÃO DE UMA TAREFA
6.1.3. DESENVOLVIMENTO DO CRONOGRAMA DE OBRAS
6.1.4. PLANEJAMENTO DA OBRA
6.2. ESTIMATIVA PARAMETRICA
7. FOLGAS
7.1. FOLGA CEDO E TARDE
7.1.1. Para fazer o cálculo de data cedo e data tarde das atividades para exemplificação foi utilizado método de flechas onde neste caso a especificação das atividades estariam descritas em uma tabela a parte e expressas no diagrama como letras. Para toda atividade listada no projeto ele terá uma data cedo e uma data tarde para ser executado essas datas são os parâmetros que o gerenciador do projeto terá para saber se o andamento do projeto está seguindo
7.2. FOLGA TOTAL
7.2.1. Para compreender o processo das folgas e necessário entender como essas sequência de atividades são realizadas. A partir disso identificá-las fazendo marcos do projeto e colocá-los numa ordem lógica, gerando um resultado dessa sequência a ser analisada através do “Diagrama de Redes”.
7.3. FOLGA LIVRE
7.3.1. A FOLGA livre é a quantidade de dias que uma atividade a ser executada pode atrasar sem afetar o Início da data mais cedo de suas sucessoras.
7.4. FOLGA DEPENDENTE
7.4.1. Define-se folga dependente (FDJ o prazo de que se dispõe, a partir do tarde do evento Inicial de uma atividade, para realizá-la e concluí-la até, no máximo, o tarde de seu evento final
7.5. FOLGA INDEPENDENTE
8. RECURSOS
8.1. GERENCIAMENTO ADEQUADO DE RECURSOS
8.1.1. MELHOR APROVEITAMENTO
8.1.2. GERENCIAMENTO EFICIENTE DOS RECURSOS
8.1.3. MODELOS
8.1.3.1. CURVA S
8.1.3.2. CURVA GAUSS
8.1.3.3. CURVA BANANA