ROTINAS BÁSICAS DE LABORATÓRIO

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ROTINAS BÁSICAS DE LABORATÓRIO por Mind Map: ROTINAS BÁSICAS DE LABORATÓRIO

1. FACULDADE ALFREDO NASSER ALUNAS: GEOVANNA R. MENDES/ LOURDES VITÓRIA V FREITAS DISCIPLINA: FARMACOTÉCNICA I CURSO: FARMÁCIA-NOTURNO

2. PESAGEM

2.1. • Nunca tocar com as mãos os objetos a serem pesados. • Todo o objeto deve ser pesado à temperatura ambiente. • Nunca colocar reagente diretamente sobre o prato da balança, • Sempre que alguma substância química cair acidentalmente sobre o prato da balança, ela deve ser imediatamente removida. • Quando utilizar balança analítica manter sempre as laterais da câmera de pesagem fechadas • Nunca colocar objetos molhados ou úmidos para realizar a pesagem, • Sempre, antes de iniciar a pesagem, deve-se verificar se a balança está nivelada. • A balança possui um dispositivo chamado “tara” ele serve para desconsiderar o peso do objeto que está sendo utilizado para conter o composto a ser pesado

3. MEDIÇÃO DE VOLUME

3.1. • Volume máximo (capacidade) • Graduação da sua escala, normalmente em mililitros • Tolerância (limite máximo do erro) • Traço de referência, no caso de pipetas ou balões volumétricos • Temperatura de calibração (temperatura a que deve ser feita a medição e que é, normalmente, 20˚C). • Vidrarias verificar limpeza, rachaduras, escolher sempre o material de menor tamanho que contenha o volume a ser tomado ou medido.

4. MANUSEIO DA BALANÇA

4.1. • Manter a Balança de Precisão sempre muito limpa, evitando corrosões. • Centrar o peso no prato da balança da melhor forma possível. •Esperar que um objeto quente volte à temperatura ambiente antes de pesá-lo. • No local onde é instalada a balança de precisão deve-se adotar procedimentos que impeçam a contaminação cruzada e microbiana.

5. PREPAROS DE MEDICAMENTOS

5.1. • Tenuidade dos componentes - para que não haja segregação em misturas.

5.1.1. • Densidade dos componentes partículas mais pesadas tendem a depositar-se no fundo dos recipientes.

5.1.2. • Proporção dos componentes - quando um dos componentes, ou mais de um, encontra-se em maior proporção na preparação

5.2. • Para garantir a homogeneidade, isto é, garantir a distribuição uniforme do fármaco, pode-se proceder à mistura pela técnica da diluição geométrica de sólidos.

5.3. • Procedimento consiste na trituração, em gral, do fármaco com um excipiente inerte, que pode ser a lactose, o talco, o amido, a celulose microcristalina, dentre outros.

5.4. • A diluição de sólidos, quando realizada corretamente, minimiza casos de dificuldade na pesagem

6. ALGUNS MATERIAS USADOS NO LABORATÓRIO

6.1. •Almofariz e Gral

6.1.1. • Almofariz é utilizado nos processos de pulverização, trituração e mistura de drogas vegetais. •Os menores são denominados de gral

6.2. •Béquer

6.2.1. • Utilizado para dissolução ou preparo de soluções à quente.

6.3. •Copo graduado ou cálice

6.3.1. • Utilizado nas medidas não rigorosas de volumes de líquidos • O copo graduado tem forma cônica e o fundo arredondado de vidro espesso. • O cálice, de capacidade menor que 60 mL, é graduado em 0,1 mL

6.4. •Espátulas

6.4.1. • Lâmina de aço inox e cabo de madeira: usada nas pesagens, cortar papel, abrir frascos. • De plástico ou de osso: usada para pesagem de iodo e outro materiais oxidantes ou corrosivos • Espátulas de silicone: para envase de cremes ou pomadas

6.5. •Funil de vidro

6.5.1. • Auxilia nas operações envolvendo líquidos.

6.6. •Papel de filtro

6.6.1. • Papel qualitativo para filtração de soluções de baixa viscosidade