Avaliação de Serviços Ecossistêmicos Culturais e Percepção Ambiental: estudo de caso na cidade de...

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Avaliação de Serviços Ecossistêmicos Culturais e Percepção Ambiental: estudo de caso na cidade de João Pessoa/ PB por Mind Map: Avaliação de Serviços Ecossistêmicos Culturais e Percepção Ambiental: estudo de caso na cidade de João Pessoa/ PB

1. O movimento guia a mudança

2. movimentos de paisagens em diferentes ambientes e seus espaços-tempo

3. Limitações ecopedagógicas incluem

3.1. "Maneiras de se mover" já concebidas

3.2. !o que sentor" previamente imaginadou

4. Sobre processos de "Ambientalização" dos conflitos e sobre dilemas da participação

4.1. "Ambientalização" dos conflitos Sociais

4.1.1. Repercussões - Conferência ONU de 1972 (Meio Ambiente)

4.2. Participação

4.2.1. Neutralização dos Medos

4.2.2. Democratização das políticas Públicas

4.2.2.1. Estimulada pela Constituição de 1988

5. Materialismos e epistemologias ecológicas: o que nos dizem as pedras? Ou as pedras não falam?

5.1. Epistemologias Ecológicas

5.1.1. Demarcar convergência de modos de compreensão

5.1.1.1. Educação da atenção

5.1.2. Operar deslocamento da perspectiva humanista

5.1.2.1. Depleção do Antropocentrismo

5.1.3. Consideração do ambiente como ator no processo criativo

6. MovementScapes as ecomotricty in ecopedagogy

6.1. Ecomotricidade

6.1.1. Movimento e percepção estão entrelaçados

6.1.1.1. Desenvolvimento de processos educacionais práxicos nas interações corpo-ambiente / natureza

6.1.2. A ecomotricidade poderia integrar a ecopedagogia

6.1.2.1. dois elementos particulares de uma ecopedagogia envolvendo a ecomotricidade devem ser destacados: o tempo e a imersão

7. A conformação de adeptos da "gestão sustentável": investigando a “turma da sustentabilidade” da FGV-EAESP

7.1. Códigos Culturais

7.1.1. Sustentabilidade empresarial

7.1.1.1. Transformação social

7.1.1.2. Ferramenta gestão de risco aos negócios

7.1.1.3. Transformação do sentido do trabalho

7.1.1.4. Combate aos que conferem centralidade à racionalidade econômica

8. From social control to financial economics: the linked ecologies of economics and business in twentieth century America

8.1. Ecologias vinculadas: "ciência" econômica, educação empresarial e modelos de controle

8.1.1. Ecologias tem fronteiras fluidas e dinamicas moldadas por outras ecologias

8.1.2. As escolas de negócios tornaram-se cada vez mais interligadas com a evolução de longo prazo do pensamento econômico e da técnica ao longo do século XX

8.1.3. Transformação nas bases do conhecimento empresarial

9. Considerar o ponto de vista das coisas e dos organismos não humanos

9.1. Fluxo generativo como autor

9.2. Desafio de acompanhar os materiais e descrever suas propriedades, estando atento aos detalhes

10. A vida está na permanente alteração de força e força

11. Surgimento do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (2003)

11.1. Sensibilização aos "desafios globais"

11.2. Transformação da atitude para sustentabilidade

11.3. Viabilidade ao desenvolvimento sustentável

11.4. Reformulação cognitiva

12. Reorientando para longe de suas Missões de "propósito público"

12.1. Afastamento de perspectivas de preservação

13. Transformações no Estado e comportamento das pessoas

13.1. crescimento da importância da esfera institucional do meio ambiente entre os anos 1970 e o final do século XX;

13.2. conflitos sociais ao nível local e seus efeitos na interiorização de novas práticas;

13.3. educação ambiental como novo código de conduta individual e coletiva;

13.4. questão ambiental como nova fonte de legitimidade e de argumentação nos conflitos;

14. Nem sempre as formas e os instrumentos participativos oferecidos por essas políticas encontram eco nas práticas da população ou na pequena política local

14.1. nem sempre as propostas políticas democráticas sabem lidar com as demandas da população

15. Da filantropia ao Investimento Socialmente Responsável: Novas Distinções

15.1. Responsabilidade Social das Empresas (RSE) ganha ênfase em 1998 e passa por transformações

15.1.1. Mais evidentes a partir da incorporação das ideias da Sustentabilidade Empresarial (SE)

15.2. UNCED-92

15.2.1. Criação da FBDS

15.2.1.1. Inserção de empresários em questões ambientais

16. O campo econômico

16.1. Empresas e campo econômico

16.1.1. Não é para encontrar nela indivíduos, mas, mais uma vez, uma estrutura

16.1.2. Compreender a lógica das lutas nas quais se determinam os fins da empresa

16.1.3. As estratégias das empresa dependem, também, da estrutura das posições de poder

17. A valorização do meio-ambiente: da proteção aos seguros ambientais.

17.1. Proteção ambiental garantida pela constituição

17.1.1. Ganha concretude, mais especificamente, com a Conferência Eco 92 e com a realização da Rio+20

17.2. Valoração monetária de riscos e danos ambientais avançam no Brasil a partir da Lei nº 9.605

17.2.1. Ressignificação da relação da empresa com meio ambiente

18. Human values and the market: The case of life insurance and death in 19th century America.

18.1. A concorrência para o acesso à troca com clientes somente pode ser entendida como uma competição orientada pela referência consciente e explícita aos concorrentes diretos

18.2. O desenvolvimento econômico de 1840, o crescimento das cidades e indústria contribuíram para criação dos seguros de vida, todavia, havia:

18.2.1. Sacralização dos seres humanos

18.2.1.1. A vida humana como valor imaterial absoluto

18.2.1.2. O seguro causa modificação do ritualismo sagrado da morte

18.2.1.2.1. Contraposição a preocupações ambientais

18.2.2. Ascenção do individualismo

18.2.3. Resistência em precificar bens humanos intangíveis (ex. sangue)

18.2.3.1. Conflitos com valores humanos

18.2.3.2. Conflitos na relação dinheiro, poder e religião

19. Incorporar as dimensões sociais e ambientais da empresa junto à sua dimensão financeira passou a significar Sustentabilidade Empresarial (SE)

19.1. A aquisição do Banco Real pelo Banco ABN AMRO gerou uma série de estratégias para criar uma nova imagem do banco associada às ideias de preservação do meio ambiente e da sociedade

19.2. Finanças sustentáveis procura englobar todas as atividades desenvolvidas pelo setor financeiro para alcançar a sustentabilidade

19.3. O programa de Investimentos Sustentáveis atua através de instituições financeiras internacionais para promover o desenvolvimento das finanças sustentáveis em mercados emergentes.

20. Grupo de Instituições, Fundações e Empresas - repasse voluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público

20.1. A militância do CES pela difusão do ISR fica explícita

20.2. Abertura de espaço para que profissionais da área de negócios com passagem pelo terceiro setor

21. Criação dos seguros ambientais

21.1. Constitui-se a partir de condições morais de apelo à proteção ambienta

21.2. Incorporação de custos ambientais na elaboração de valores de risco

21.2.1. precificação pelo risco de dano ao meio ambiente

21.3. Comercialização a partir de 2004

21.3.1. Dificuldades na implantação dos seguros de vida nos EUA no século 19

21.3.1.1. Posterior aceitação e disseminação

21.4. Estabelece estratégias de prevenção, proteção, avaliação, gerenciamento de risco e recuperação ambiental

21.4.1. Exercem um papel de auditoria quanto à conformidade das empresas

21.5. Redução dos riscos ambientais

21.6. Instrumento incluso à Política Nacional do Meio Ambiente, Lei nº 6.938/81

21.7. Pode causar efeito contrário

21.7.1. Torna o bem ambiental um valor econômico e desincumbe as atividades poluidoras de arcarem com os altos custos por eventuais prejuízos causados ao meio ambiente

21.8. Natureza mutante das vontades