Surdez-Identidade-Lingua

História dos surdos

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Surdez-Identidade-Lingua por Mind Map: Surdez-Identidade-Lingua

1. ORALISMO

1.1. O SURDO É TRATADO COMO OUVINTE

1.1.1. Levou ao surgimento de uma geração que fracassou no seu desenvolvimento linguístico, emocional, acadêmico e social.

1.1.1.1. No Brasil fundamentou-se no interesse político(voto de capaz).

2. BILINGUISMO

2.1. OFERECE AO SURDO UMA EDUCAÇÃO QUE PRIORIZA A LÍNGUA DE SINAIS COMO PRIMEIRA LÍNGUA( L1) E A LÍNGUA PORTUGUESA COMO SEGUNDA LÍNGUA ( L2)

2.1.1. Possibilitou ao surdo acesso de qualidade aos conteúdos curriculares, leitura e escrita, independente da oralidade.

2.1.1.1. Educadora Eulália Fernandes

3. ARISTÓTELES

3.1. UM SER SEM PENSAMENTO

4. BONET

4.1. PESQUISOU AS CAUSAS DA SURDEZ E ESCREVEU O 1º LIVRO

4.1.1. ''Reduction de las letras y arte para ensenar a hablar los mudos''

5. PEDRO PONCE

5.1. DESENVOLVEU UM MÉTODO PARA ENSINAR POR MEIO DE SINAIS

6. SOCRATES

6.1. USAR O CORPO DA DAR SIGNIFICADOS.

7. PENSADORES

7.1. CARDAMO

7.1.1. CRIOU UM CÓDIGO PARA ENSINAR

8. CORRENTES FILOSÓFICAS

8.1. COMUNICAÇÃO TOTAL

8.1.1. DIVERSIDADE LINGUÍSTICA, TENDO COMO A LÍNGUA DE SINAIS COMO MAIOR ALIADA.

8.1.1.1. limitação apenas auditiva e potencialidades e possibilidades nas diversas áreas.

8.1.1.1.1. Educadora Ivete Vasconcelos

9. NO MUNDO

9.1. Antes do XIX, a educação do surdo realizava-se por meio da Língua de Sinais com professores surdos.

9.2. Em 1880 Congresso Mundial,Foi proibido a Língua de Sinais

9.3. 1960, Willian Stokoe, nos Estados Unidos, demonstrou que a língua de sinais é uma língua igual as demais línguas orais.

10. NO BRASIL

10.1. Teve início durante o Segundo Império

10.1.1. 1856 – Ernest Huert/alfabeto da LS francesa

10.2. 1873 José da Gama( surdo) lança o livro ICONOGRAFIA

10.2.1. ilustrações de sinais separados por categorias (animais, objetos, etc

10.2.2. importante documento encontrado até hoje sobre a Língua Brasileira de Sinais

10.3. Em 1857 é fundada a primeira escola de surdos no Brasil graças ao trabalho de Ernest Huet.

10.3.1. Ao passo que Huet adaptava a língua de sinais francesa à comunicação usada no Brasil, foi aos poucos se desenvolvendo a Língua Brasileira de Sinais (Libras)

10.3.2. INES -Esse instituto consiste na maior referência no Brasil quanto ao ensino, aprendizado e divulgação da Libras.

10.4. 1991 – Vigora em Minas Gerais uma lei

10.4.1. Libras volta a predominar

10.5. 2002 a lei 10.436 -Libras se torna efetivamente uma língua

10.5.1. Fernando Henrique

10.6. 2005 – Decreto 5.626 - INCLUSÃO DA LIBRAS COMO DISCIPLINA CURRICULAR

10.6.1. Convite as universidades rever seu currículo.

10.7. 2006 – 1º PROLIBRAS e 1ª turma Letras/Libras (Licenciatura).

10.8. A nova LDB

10.8.1. Inovações que permitem indicar melhor perspectivas governamentais e legislativas para a educação de surdos

10.8.1.1. Estas legislações estabelecem alguns fatos obrigatórios, por exemplo, a educação especial, a educação inclusiva .

11. INCLUSAO DO SURDO

11.1. FAMÍLIA

11.1.1. Papel decisivo na do educação

11.2. ESCOLA

11.2.1. PPP- deve ter a língua de sinais e a diversidade linguística, como fator de inclusão.

11.3. PROFESSOR

11.3.1. Ter domínio da língua dos sinais, usar ilustrações, questões objetivas,seqüência lógica, ser sucinto na redação.

12. Somos notavelmente ignorantes a respeito da surdez. (SACKS, 1998)

12.1. Essa afirmação, na verdade uma constatação, resume bem a sensação que se tem ao entrar em contato com a realidade da comunidade surda. Tudo o que é suposto saber configura-se como conceitos falsos baseados em um senso comum preconceituoso. A falta de compreensão da sociedade para com uma parte significativa dela mesma, que é a comunidade surda, é muito grande. A pouca comunicação entre surdos e ouvintes passa por questões que envolvem o preconceito, a falta de boa vontade e interesse em conhecer e aprender, o que leva à ignorância sobre a realidade surda.