Arte em Movimento

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Arte em Movimento por Mind Map: Arte em Movimento

1. Um movimento artístico é caracterizado por ideias comuns, data de criação, local, participantes e, em alguns casos, por um manifesto. Considera-se o impressionismo como o primeiro movimento a incorporar maioria dessas características.

2. Pioneiro da arte cinética, Calder se destacou, entre outros aspectos, por dar leveza e movimento a materiais como o aço e o arame – assim como pelo jogo entre a disciplina e o improviso, ou entre o rigor intelectual e o movimento, que na década de 1950 afetou destacadamente a arte contemporânea brasileira, energizando a produção artística local.

3. Pioneiro da arte cinética, Calder se destacou, entre outros aspectos, por dar leveza e movimento a materiais como o aço e o arame – assim como pelo jogo entre a disciplina e o improviso, ou entre o rigor intelectual e o movimento, que na década de 1950 afetou destacadamente a arte contemporânea brasileira, energizando a produção artística local.

4. Arte Cinética, também conhecida como Cinetismo, é uma corrente ou escola artística do século XX que tem a característica principal a utilização de recursos visuais e técnicas destinadas a dar movimento à obra, ou, pelo menos, passar a impressão de movimento. A exposição Le mouvement (O movimento), que aconteceu em Paris, na França, em 1955, na galeria Denise René, pode ser considerado como o começo da arte cinética.

4.1. partir da exposição Le mouvement (O movimento), surgiu nos países da Europa vários grupos de artistas que começaram a seguir esta corrente artística, a exemplo do Grupo Zero (1958) na Alemanha, do Equipo 57 (1957) e do Groupe de Recherche D'Art Visuel (1960), ambos na França. No Brasil, a arte cinética chegou na década de 60 e teve forte representação em diversos artistas, como: Luiz Sacilotto (1924-2003), Ivan Serpa (1923-1973), Lothar Charoux (1912-1987), Lygia Clark (1920-1988), Mary Vieira (1927-2001), Abraham Palatnik (1928), Almir Mavignier (1925).

5. Pioneiro da arte cinética, Calder se destacou, entre outros aspectos, por dar leveza e movimento a materiais como o aço e o arame – assim como pelo jogo entre a disciplina e o improviso, ou entre o rigor intelectual e o movimento, que na década de 1950 afetou destacadamente a arte contemporânea brasileira, energizando a produção artística local.

6. A partir desta quinta (1º/9), o movimento e as cores de Alexander Calder (1898-1976) podem ser vistos na mostra "Calder e a Arte Brasileira", que ocupa os três andares do Itaú Cultural, instalado na avenida Paulista. "A influência de Calder na arte brasileira ainda é pouco estudada", afirma o curador Luiz Camillo Osorio em seu texto de apresentação. "Discutiu-se muito sua relação com o Brasil, mas pouco sua reverberação na criação artística propriamente dita", completa.