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1. 2. COSMOLOGISTAS (Fase Pré-Socrática)

1.1. IDEIAS

1.1.1. Filósofos tentaram dar explicações com visão do cosmos (visão do todo)

1.1.2. Preocupação com a physis (substância primordial da qual todas as coisas derivam)

1.1.3. Ausentes teses de espiritualidade da alma e sua imortalidade (não há diferenciação entre os seres que compõe o mundo)

1.1.4. Alma não é espiritual nem imortal (seu fim se ocorre quando há imersão na natureza)

1.2. CARACTERÍSTICAS

1.2.1. Physis

1.2.1.1. matéria que é fundamento de todas as coisas

1.2.2. Arché

1.2.2.1. princípio pelo qual tudo vem a ser

1.2.3. Cosmologia

1.2.3.1. buscam explicar a origem de maneira racional/científica

1.3. FILÓSOFOS

1.3.1. Heráclito (fogo)

1.3.1.1. Impermanência "Não nos banhamos duas vezes no mesmo rio."

1.3.2. Empédocles (fogo, ar, água, terra)

1.3.2.1. Pluralista. Pretende explicar origem ou o nascimento e a morte dos seres (adjunção e separação).

1.3.3. Anaxágoras (noûs)

1.3.3.1. O infinito, o todo, o absoluto. Rompimento com o mundo material.

1.3.4. Demócrito (átomos)

1.3.4.1. Assim como os seres da natureza física, a alma também é constituída de átomos e vazio. Objetos emitem átomos, o homem os recebe; e isso gera o sentimento/conhecimento.

1.3.5. Pitágoras (automovente)

1.3.5.1. A verdade está nos números. Alma imortal e incorruptível. Esta sai de algum lugar, habita o corpo e depois volta para algum lugar.

1.3.6. Hipócrates (temperamentos)

1.3.6.1. Teoria dos 4 humores. Equilíbrio é saúde e desequilíbrio é doença.

2. 1. ORIGINÁRIOS/PRIMITIVOS

2.1. Nasce o conceito de alma tentando explicar sonhos, delírio, morte.

2.2. Alma material (substância sutil/natureza)

2.3. Espectro corporal (duplo)

2.4. Alma não era limitada ao homem, estende-se a todos os seres vivos

3. 3. GRÉCIA (Pensamento Mitológico)

3.1. IDEIAS

3.1.1. Rompe com a Physis. Ser humano tenta superar a natureza

3.1.2. Deuses antropomórficos que estão no meio dos humanos e tem as mesmas sensações dos humanos

3.1.3. Deuses assumem as formas da natureza/forças/energias

3.2. CARACTERÍSTICAS

3.2.1. Epopéia: lutas e conflitos.

3.2.2. Tragédia: quando se defronta com o que é.

3.2.3. Apolo/Dionísio

3.2.3.1. Princípio desordenador/ordenador

3.2.3.2. Organização, ordem, simetria

3.2.3.3. Caos, bebida, orgia

4. 4. FASE SOCRÁTICA

4.1. IDEIAS

4.1.1. Humano como superior

4.1.2. Rompe com o conceito de natureza, passando a olhar para o conhecimento do que é interno.

4.1.3. Razão pela razão. Se aparta dos deuses.

4.2. PLATÃO

4.2.1. Mundo das ideias.

4.2.2. Corpo limitado/alma não. Alma é violentada quando entra no corpo.

4.2.3. Alma se aperfeiçoa, dá vida ao corpo, produz conhecimento sensível, domina o concreto pela intelecção, domina a vida, não cessa.

4.2.4. TEORIA DA REMINISCÊNCIA

4.2.4.1. Fonte real do saber. Recorda o que o corpo já sabia (e foi esquecido quando a alma entrou no corpo).

4.2.5. Amor: desejo do que é bom e nos proporciona felicidade.

4.2.6. Desejo: falta ou carência. Aquilo que não possuímos.

4.3. ARISTÓTELES

4.3.1. Mundo material.

4.3.2. Alma se propõe a aprender, pode se transformar e adquirir conhecimento

4.3.3. Objeto do conhecimento não é a imagem nem a ideia e sim o próprio objeto.

4.3.4. Alma tripartida: vegetativa, sensitiva e intelectiva

4.3.5. Princípios: finalidade, continuidade e analogia.

4.3.6. Relação entre corpo e alma: hilemórfica (teoria da matéria e forma).

4.3.7. Não há sujeito epistêmico.

4.3.8. Funções

4.3.8.1. Nutrição, sensação, movmento (desejo) e pensamento)

5. 5. FASE PÓS SOCRÁTICA

5.1. ESTOICISMO

5.1.1. Zenão de Cítio: "O homem pensa porque fala e fala porque pensa"

5.1.2. Alma não é imortal

5.1.3. Meta da vida: vivência de um estado de tranquilidade e paz.

5.2. EPICURISMO

5.2.1. Prazer: bem supremo.

5.2.1.1. Prazer em movimento (consumação)

5.2.1.2. Prazer do repouso: após eliminar a necessidade.

5.2.2. Alma material

5.2.2.1. Dupla função: vida ao organismo; realizar tarefas afetivas e intelectuais.

6. 6. PENSAMENTO CRISTÃO

6.1. PATRÍSTICA Santo Agostinho

6.1.1. Ideia da criação do mundo. Mundo sujo: Deus não habita mais o mundo.

6.1.2. Natureza subordinada aos homens. Homem submisso aos desejos de Deus.

6.1.3. Conhecimento por meio da iluminação divina.

6.2. ESCOLÁSTICA São Tomás de Aquino

6.2.1. Alma não preexiste ao corpo. Ela anima e não habita o corpo (inacessível e incognoscível).

6.2.2. Seres vivos: ação imanente (agentes

6.2.3. Rejeita a reminiscência. Alma não pode conhecer nada sem o corpo.

7. 7. PSICOLOGIA COMO CIÊNCIA INDEPENDENTE (Segunda metade do séc. XIX)

7.1. CENÁRIO

7.1.1. Temas da Psicologia dispersos: filosofia, ciências físicas, biológicas e sociais.

7.1.2. SUBJETIVIDADE PRIVATIZADA - Indivíduos foram tomando consciência de sua liberdade e individualidade. Seres moralmente autônomos, sentimentos e desejos próprios.

7.1.3. Desenvolvimento mercantil e do mercado de trabalho.

7.2. IDEOLOGIAS

7.2.1. Liberal iluminista

7.2.2. Romantismo

7.3. CRISE

7.3.1. Liberdade e fraternidade: ilusórias.

7.3.2. Indivíduos: quem somos? como somos? porque agimos assim?

7.3.3. Estado: como organizar? como educar? como disciplinar?

7.4. A CRISE CRIA CONDIÇÕES

7.4.1. Papel do psicólogo na Saúde, Educação e Trabalho.

7.4.2. Ciência moderna: sujeitos livres que conhecem e dominam a própria subjetividade.

8. 8. A NOVA PSICOLOGIA (meados de 1861)

8.1. WUNDT

8.1.1. Pai da Psicologia Moderna (ato intencional em criar uma disciplina)

8.1.2. Fundou 1º laboratório, 1ª revista e inaugurou a Psicologia experimental.

8.1.3. Psicologia cultural (linguagem, artes, mitos, costumes, lei e moral)

8.1.3.1. Experimental

8.1.3.2. Social

8.1.4. MÉTODO: experimental / OBJETO: consciência

8.1.5. Voluntarismo / Experiência mediata e imediata

8.1.6. Ciência da experiência consciente

8.1.6.1. Método da introspecção

8.1.6.2. Sensações (fisiológico)

8.1.6.2.1. intensidade

8.1.6.2.2. duração

8.1.6.2.3. modalidade sensorial

8.1.6.3. Sentimentos (subjetivo)

8.1.6.3.1. Teoria tridimensional do sentimento

8.2. HERMANN EBBINGHAUS

8.2.1. Psicologia experimental: estudo sobre aprendizagem e a memória (Curva de Ebbinghaus).

8.2.2. Muitas contribuições permanecem válidas até hoje.

8.3. FRANZ BRENTANO

8.3.1. Empirista

8.3.2. OBJETO: atividade mental

8.3.3. Psicologia do ato

8.3.3.1. 1. memória

8.3.3.2. 2. imaginação

8.4. CARL STUMPF

8.4.1. Psicologia do tom (fenomenologia)

8.5. KÜLPE

8.5.1. Introspecção experimental sistemática (pensamento sem imagens)

9. 9. ESTRUTURALISMO (início do séc. XX)

9.1. TITCHNER

9.1.1. Psicologia: ciência pura sem se preocupar com aplicabilidade.

9.1.2. OBJETO: conteúdo da experiência consciente / MÉTODO: experimental (introspecção)

9.1.3. Estímulo: perceber o objeto pelas suas características

9.1.4. Erro de estímulo

9.1.4.1. confusão entre o processo mental e o estímulo/objeto observado

9.1.5. Elementos da consciência

9.1.5.1. Estado da sensação (sons, cheiros, objetos presentes)

9.1.5.2. Estado da imagem (ideias e experiências)

9.1.5.3. Estado afetivo (emoção)

9.1.6. Elementos mentais

9.1.6.1. Qualidade, intensidade, duração e nitidez

10. 10. FUNCIONALISMO (meados de 1859)

10.1. Primeiro sistema puramente Norte-americano. Psicologia aplicada.

10.2. PRECURSORES

10.2.1. CHARLES DARWIN

10.2.1.1. Funções da mente: como é usada para se adaptar ao ambiente.

10.2.1.2. Influência na psicologia contemporânea

10.2.1.2.1. Ênfase nas funções da consciência

10.2.1.2.2. Enfoque na psicologia animal (base Psi comparativa)

10.2.1.2.3. aceita dados e métodos de diversas áreas

10.2.1.2.4. dá foco na descrição e mensuração das diferenças individuais.

10.2.2. FRANCIS GALTON

10.2.2.1. Estudo: herança mental e diferenças individuais da capacidade humana

10.2.2.2. Teoria da eugenia

10.2.2.3. Publicou a revista Biometrika, fundou o laboratório de eugenia em Londres, e uma organização para promover aperfeiçoamento das qualidades mentais humanas.

10.2.3. Psicologia animal

10.2.3.1. George Romanes

10.2.3.1.1. sistematizou o estudo da inteligência animal

10.2.3.2. C. Lloyd Morgan

10.2.3.2.1. Lei da parcimônia

11. UNIVERSIDADE DE SOROCABA Curso: Psicologia

11.1. Componente: História da Psicologia Prof. Ms. Felipe Augusto Monteiro Cravo

11.2. Nome: Gilcelli Balbo RA: 00108673